quarta-feira, 1 de abril de 2026
Governo da Bahia publica licitação para construção de 8 centros indígenas com recursos da PNAB
terça-feira, 24 de março de 2026
LIBERADA PRIMEIRA PARTE DO MÓDULO 1 DE GESTÃO CULTURAL 2.0
LIBERADA a primeira parte do Curso Gestão Cultural 2.0. Neste primeiro módulo vamos fazer uma pequena análise sobre os reais beneficiários das políticas públicas de cultura. Em Gestão Cultural 2.0, você Gestor Cultural será o responsável por conduzir uma política pública de cultura inclusiva, participativa, contínua, diversa e transformadora, capaz de estabelecer uma conexão entre o artista e poder público, entre a iniciativa privada e Comunidade consumidora de Arte e Cultura.
O curso Gestão Cultural 2.0 é apresentado como uma formação estruturada em cinco módulos que utilizam videoaulas e materiais de apoio para modernizar a administração pública da cultura. O programa propõe uma mudança de paradigma, substituindo modelos autoritários por uma construção coletiva baseada em transparência, sustentabilidade e diversidade. Através de uma abordagem que valoriza a conexão emocional e a humanização dos processos, o conteúdo busca transformar a burocracia em experiências comunitárias reais. Além disso, a iniciativa destaca a cultura como um motor de desenvolvimento econômico e ressalta a importância estratégica dos conselhos municipais para a fiscalização e a democracia participativa. Oferecido de forma totalmente digital, o treinamento capacita gestores para atuarem como facilitadores entre o poder público, os artistas e a sociedade civil.
Para se inscrever no curso, por apenas R$ 149,99, acesse:
https://dimensoesculturais.classbuild.com/payments/classpay-asaas/purchase/plano-1
Para saber mais sobre cada módulo CLIQUE AQUI
segunda-feira, 23 de março de 2026
PNAB Bahia abre renovação de projetos culturais do Ciclo 1
A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia inicia o processo de renovação para projetos selecionados no Ciclo 1 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Os agentes culturais contemplados nos editais específicos (lista abaixo) devem formalizar o aceite à renovação de seus projetos entre os dias 20 de março e 13 de abril de 2026. O procedimento é realizado exclusivamente de forma virtual, através do site www.bahiapnab.com.br.
A iniciativa conta com mais de R$17 milhões em investimentos e visa dar continuidade a ações artístico-culturais de relevância social, grupos artísticos, festivais, filarmônicas e espaços de matriz africana e culturas populares. A possibilidade de renovação por mais um ano é voltada especificamente para cinco editais de fomento que possuem caráter continuado ou de manutenção.
São elas:
Edital 07/2024 (Cultura Bahia pela Paz): Projetos em áreas de vulnerabilidade social em Salvador e Feira de Santana.
Edital 08/2024 (Fomento às Artes): Apoio a grupos, coletivos artísticos e festivais especializados.
Edital 21/2024 (Bandas Filarmônicas): Manutenção das atividades regulares de filarmônicas do estado.
Edital 22/2024 (Espaços de Culturas Populares): Apoio a espaços de matriz africana, periféricos, rurais, indígenas e quilombolas.
Edital 23/2024 (Mãe Hilda Jitolu): Fortalecimento institucional de blocos afro, afoxés, samba e agremiações congêneres.
Para que a renovação seja analisada, o proponente precisa enviar dois documentos: a Prestação de Contas Parcial e o novo Plano de Trabalho. A prestação de contas deve comprovar que o agente cultural já executou, no mínimo, 70% das metas que foram pactuadas originalmente no Termo de Execução Cultural (TEC) vigente.
Além do relatório de execução, o novo Plano de Trabalho deve detalhar as atividades previstas para o próximo ano, mantendo o objeto e as metas substanciais do projeto original. O aditivo de valor terá como limite o valor do contrato atual, não sendo permitida a previsão de recursos superiores aos já firmados. O novo período de execução deverá ter início em 03 de junho de 2026, com duração de 12 meses.
Caso o agente cultural ainda não tenha atingido os 70% de execução até o prazo final, ele poderá solicitar a prorrogação da vigência para concluir o objeto original, mas a renovação com novo aporte financeiro só ocorrerá após o alcance do percentual determinado.
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terça-feira, 17 de março de 2026
GESTÃO CULTURAL 2.0 — UM NOVO MODELO DE ADMINISTRAÇÃO CULTURAL
A iniciativa propõe uma "simbiose cultural" entre artistas e comunidade, priorizando o impacto social e a democratização do acesso à arte para além dos grandes eventos.
Se seu Município quer dá um passo decisivo rumo à modernização de suas políticas públicas de cultura você deve implementar um novo modelo de gestão inspirado nas diretrizes do programa Gestão Cultural 2.0, desenvolvido pelo escritor e gestor cultural Pawlo Cidade. A proposta busca romper com modelos tradicionais e focar no que o autor chama de "simbiose cultural".
Diferente das gestões que concentram esforços apenas no fomento direto ao artista (o "fazedor de cultura"), o modelo 2.0 amplia o olhar para o consumidor final: a comunidade. Segundo a metodologia de Pawlo Cidade, o sucesso de uma política cultural não deve ser medido apenas pelo "evento" isolado, mas pela capacidade de gerar uma interação mútua e transformadora entre quem produz a arte e quem a consome.
Da Política de Balcão à Simbiose Cultural
O novo modelo abandona troca de favores e privilégios entre gestão pública e os fazedores de cultura para adotar uma postura institucional, inclusiva e participativa. O conceito central é o mutualismo: uma relação onde artista e comunidade avançam juntos, fortalecendo a identidade local e o território.
"Gestão Cultural não traz resultados se deixarmos o artista de um lado e a comunidade do outro", defende Pawlo Cidade em seu material de formação. Inspirado na evolução do marketing (que hoje já discute as experiências imersivas do Marketing 6.0), o gestor propõe que a cultura seja dialógica e orgânica.
O Papel do Gestor 2.0
Em Gestão Cultural 2.0, o gestor cultural assume o papel de articulador. Ele será o responsável por estabelecer a conexão entre o poder público, a iniciativa privada e a comunidade consumidora. As principais diretrizes incluem:
Inclusão e Diversidade: Projetos que alcancem as periferias e respeitem as múltiplas identidades sociais.
Continuidade: Foco em processos culturais substanciais, evitando que a cultura se resuma a ações pontuais de "pão e circo".
Eficiência Administrativa: Gestão técnica de recursos humanos e orçamentários, garantindo que o investimento chegue "na ponta".
Desafios e Expectativas
A transição para a Gestão Cultural 2.0 exige um trabalho de sensibilização tanto da classe artística quanto da sociedade civil. O objetivo é que o evento artístico deixe de ser o fim em si mesmo para se tornar o resultado de um processo de desenvolvimento cultural mais profundo.
Com essa adoção, seu Município pode se posicionar como um laboratório de inovação em gestão pública na Bahia, buscando resultados humanos e inclusivos que integrem arte e território de maneira sustentável. O programa promete redefinir o lugar da cultura na gestão pública, elevando-a de um "apêndice" administrativo para uma ferramenta central de transformação social.
Público Alvo
O Curso Gestão Cultural 2.0 é destinado a gestores culturais, artistas, pesquisadores da área da cultura, culturalistas, agentes culturais, estudantes de produção e gestão cultural, professores, curadores e interessados na área da cultura.
CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER NO CURSO
sexta-feira, 6 de março de 2026
Governo da Bahia anuncia licitações para projetos de restauro de patrimônios históricos em Salvador e Santo Amaro
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
MEMÓRIA E TEATRO: PAWLO CIDADE PREPARA LANÇAMENTO SOBRE O TEATRO GRAPIÚNA NAS DÉCADAS DE 80 E 90
ILHÉUS – O cenário cultural do sul da Bahia se prepara para um resgate histórico de peso neste primeiro semestre. O escritor e pesquisador Pawlo Cidade finaliza os preparativos para o lançamento de sua mais nova obra, intitulada “Greta Garbo, quem diria, esteve em Ilhéus”. O livro promete ser um mergulho profundo na memória social e artística da região, com lançamento previsto para ocorrer ainda este semestre na “Terra do Cacau”.
A obra não se limita apenas ao título instigante, mas serve como um inventário afetivo do teatro grapiúna, revisitando figuras que moldaram a estética e a dramaturgia local. Entre os destaques da narrativa, Pawlo Cidade dedica páginas valiosas à trajetória de artistas que começaram no improviso e se tornaram pilares da cultura regional.
Pawlo Cidade, que já possui uma sólida carreira literária focada na identidade baiana, traz em “Greta Garbo, quem diria, esteve em Ilhéus” uma escrita que transita entre o rigor da pesquisa histórica e a leveza da crônica.
O lançamento oficial está sendo planejado como um evento cultural que deve reunir a velha e a nova guarda do teatro baiano. "Escrever sobre o teatro grapiúna é escrever sobre a nossa própria sobrevivência cultural", afirma o autor em conversas preliminares sobre o projeto. O livro deve chegar até o final de junho, tornando-se leitura obrigatória para quem deseja entender como o sul da Bahia se transformou em um celeiro de talentos.
Este projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Ilhéus e tem apoio financeiro da Prefeitura Municipal de Ilhéus, por meio da Secretaria de Cultura, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura — Governo Federal.
Serviço:
- Livro: Greta Garbo, quem diria, esteve em Ilhéus
- Autor: Pawlo Cidade
- Previsão de Lançamento: 1º Semestre de 2026
- Local: Ilhéus-BA
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
MinC debate atualização da regulamentação das profissões artísticas e técnicas da cultura em seminário nacional
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Escuta pública para o Plano Estadual de Cultura 2026 - 2036 prossegue até 19 de janeiro
A escuta pública para elaboração do novo Plano Estadual de Cultura da Bahia está disponível até 19 de janeiro de 2026. A Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA) convida a classe cultural baiana a participar da construção das diretrizes deste documento que vai orientar a política cultural do Estado entre 2026 e 2036.









