Na V Semana de Letras de Ipiaú, Campus XXI da UNEB, foi lançado o mais novo livro do escritor Pawlo Cidade. O evento ocorreu na noite de hoje, 17/11, às 18:30 horas. O convite partiu do Colegiado de Letras e do Departamento de Ciências Humanas e Tecnológicas, através da professora e atriz Tereza Damásio. Bastante concorrido, o autor ainda aproveitou e apresentou outros títulos de sua autoria, a exemplo de "O Caminho de Volta", "A Batalha dos Nadadores", "Mistério na Lama Negra" e "As Aventuras de João e Maria". Antes da sessão de autógrafos Pawlo falou sobre o conceito e os objetivos do Ecoteatro, pontuando a função do educador em todo o processo de educação ambiental.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
ECOTEATRO lançado hoje na UNEB
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
JÁ ESTÁ À VENDA!!!
Ecologia e Teatro objetivam aqui uma permuta e uma cumplicidade. Ele – o Teatro – empresta a ela – a Ecologia – o caminho conducente à revelação de seus princípios. Por ele e por meio dele, é possível expressar os principais problemas ecológicos e suas implicações socioculturais nas comunidades. Ela e ele se interagem a partir do momento em que cada uma de suas partes é vista como um todo. Cada um dos elementos do Teatro, cada um dos elementos da Ecologia é tão importante quanto o próprio todo.
Ecoteatro está longe de ser um método. Muito menos uma teoria. É, acima de tudo, sensibilização. Ecoteatro é o caminho da Ecologia através do Teatro. Aprender brincando torna o ator mais suscetível, mas disposto a “jogar”, a se inteirar, a penetrar e a cooperar. A escolha dos jogos teatrais como forma de conscientizar para a problemática ambiental, não é casual. Por se tratar de uma linguagem humana por excelência o Teatro é uma porta de entrada com múltiplas saídas.
Ecoteatro está longe de ser um método. Muito menos uma teoria. É, acima de tudo, sensibilização. Ecoteatro é o caminho da Ecologia através do Teatro. Aprender brincando torna o ator mais suscetível, mas disposto a “jogar”, a se inteirar, a penetrar e a cooperar. A escolha dos jogos teatrais como forma de conscientizar para a problemática ambiental, não é casual. Por se tratar de uma linguagem humana por excelência o Teatro é uma porta de entrada com múltiplas saídas.
O LIVRO É IDEAL PARA PROFESSORES, MULTIPLICADORES, EDUCADORES AMBIENTAIS E TODO AQUELE INTERESSANDO NA QUESTÃO ECOLÓGICA QUE DESEJA EDUCAR ATRAVÉS DO LÚDICO.
Pedidos: pawlocidade@msn.com ou site http://www.vialitterarum.com.br/
Características do livro: 100 páginas, tamanho 14cm x 21cm, ISBN 978-85-98493-90-9
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Seminário "Literatura em Movimento", em Uberlândia, tem a participação do nosso Diretor Artístico Pawlo Cidade
O professor Marcos Barbosa foi o idealizador do Projeto Literatura em Movimento em parceria com a Escola 13 de Maio de Uberlândia e apoio de vários segmentos socioambientais como a OPA - Organização para a Proteção Ambiental. O seminário teve como mote a importância da arte e da literatura para a formação de cidadãos sociambientalmente melhores.
O seminário teve início hoje, dia 11/11, com a apresentação do projeto seguido pelo grupo Mãos e Tons. Depois, os alunos da Escola 13 de Maio apresentaram uma peça com fragmentos do livro "O Tesouro Perdido das Terras do Sem Fim", de Pawlo Cidade.
Amanhã, haverá mais apresentações culturais e o lançamento do livro Ecoteatro, seguido de uma sessão de autógrafos de Pawlo. Para Marcos, o Projeto Literatura em Movimento é apenas uma semente que terá ramificações maiores, sobretudo com o apoio da OPA!
Espetáculo ilheense “Cangaço” que narra a trajetória dos últimos dias de Lampião e seu bando realiza turnê por três territórios de identidade
A peça realizou uma turnê entre os dias 3 e 7 de novembro, por cinco cidades de três Territórios de Identidade baianos: Aporá (Agreste de Alagoinhas/Litoral Norte), Monte Santo, Queimadas e Valente (Sisal) e Jacobina (Piemonte de Diamantina).
O espetáculo narra os últimos dias de Lampião e seu bando pelo sertão nordestino, até a histórica manhã de 28 de julho de 1938, quando morreu o cangaceiro brasileiro. Escrito e dirigido por Pawlo Cidade, Cangaço representa o capítulo final de Lampião, Rei do Sertão, projeto nascido em 1994. Ao idealizar o projeto, Pawlo tinha duas metas: a primeira, montar a última parte da história de Virgulino Ferreira da Silva; a segunda, circular com o espetáculo por algumas das cidades que foram impactadas com a trajetória de Lampião.
O espetáculo narra os últimos dias de Lampião e seu bando pelo sertão nordestino, até a histórica manhã de 28 de julho de 1938, quando morreu o cangaceiro brasileiro. Escrito e dirigido por Pawlo Cidade, Cangaço representa o capítulo final de Lampião, Rei do Sertão, projeto nascido em 1994. Ao idealizar o projeto, Pawlo tinha duas metas: a primeira, montar a última parte da história de Virgulino Ferreira da Silva; a segunda, circular com o espetáculo por algumas das cidades que foram impactadas com a trajetória de Lampião.
“Os editais de montagem e de circulação de espetáculos teatrais são mecanismos complementares. Ao lançá-los, a Fundação Cultural se propõe a possibilitar que as produções sejam concretizadas e que também possam alcançar públicos diversos, num movimento de fortalecimento das artes cênicas da Bahia, em todo seu território. O espetáculo Cangaço retrata a capacidade produtiva dos grupos do interior do estado e a necessidade de investir para que eles estejam em permanente desenvolvimento”, afirma Gisele Nussbaumer, diretora da FUNCEB.
“A descentralização dos recursos do Estado, voltando sua atenção para as companhias, grupos e artistas independentes do interior, bem como a política de editais proposta têm contribuído enormemente para o fortalecimento da arte e da cultura em toda a Bahia. Prova disso é Cangaço”, comemora Pawlo Cidade, que é ator, produtor, autor e diretor de teatro, com 29 espetáculos montados, que vai repetir com seu grupo parte da viagem que Lampião fez com seu bando. “Nossa circulação pelo agreste baiano inicia-se em Aporá, cidade distante do nosso município de origem, Ilhéus, mais de 500 quilômetros”, destaca ele.
A turnê Na Trilha de Lampião circulou por municípios que contam a história de Lampião. A ação teve início no município de Aporá, em 3 de novembro, no Mercado Municipal – historicamente, consta que Lampião não entrou na cidade, mas esteve próximo, em Castro Alves, e provocou enorme alvoroço entre a população. Depois, no dia 4, passaram por Monte Santo, no Instituto de Educação, “a cidade que abastecia Lampião”; em seguida, no dia 5, por Queimadas, no Salão Paroquial, “a terra do massacre policial”; chegou então, no dia 6, a Valente, na Casa Brasil, “a cidade que passou a noite acordada esperando Lampião”; por fim, no dia 7, encerraram a jornada em Jacobina, na Associação Comercial e Industrial.
“O Teatro é, na sua essência, mambembe. Viajar com um espetáculo é experimentá-lo sob o olhar de públicos variados, é amadurecer a obra a partir desta experiência única de circular, neste caso, por um estado tão diverso quanto o nosso. Mecanismos que favorecem a itinerância são tão importantes quanto aqueles que promovem as produções – são parte de uma mesma engrenagem para o bom funcionamento do Teatro na Bahia”, define Gordo Neto, diretor de Teatro da FUNCEB.
Com os atores Val Kakau no papel principal e Andréa Bandeira vivendo Maria Bonita, o elenco de Cangaço traz ainda Ed Paixão, Ciro Nonato, Bruno Martinelli, Roma Góes e Kaique Cavalcante. Além das apresentações, aconteceram oficinas de formação sobre o processo de montagem e de criação dos personagens da peça, direcionadas a atores, grupos de teatro, artistas e jovens interessados.
“A descentralização dos recursos do Estado, voltando sua atenção para as companhias, grupos e artistas independentes do interior, bem como a política de editais proposta têm contribuído enormemente para o fortalecimento da arte e da cultura em toda a Bahia. Prova disso é Cangaço”, comemora Pawlo Cidade, que é ator, produtor, autor e diretor de teatro, com 29 espetáculos montados, que vai repetir com seu grupo parte da viagem que Lampião fez com seu bando. “Nossa circulação pelo agreste baiano inicia-se em Aporá, cidade distante do nosso município de origem, Ilhéus, mais de 500 quilômetros”, destaca ele.
A turnê Na Trilha de Lampião circulou por municípios que contam a história de Lampião. A ação teve início no município de Aporá, em 3 de novembro, no Mercado Municipal – historicamente, consta que Lampião não entrou na cidade, mas esteve próximo, em Castro Alves, e provocou enorme alvoroço entre a população. Depois, no dia 4, passaram por Monte Santo, no Instituto de Educação, “a cidade que abastecia Lampião”; em seguida, no dia 5, por Queimadas, no Salão Paroquial, “a terra do massacre policial”; chegou então, no dia 6, a Valente, na Casa Brasil, “a cidade que passou a noite acordada esperando Lampião”; por fim, no dia 7, encerraram a jornada em Jacobina, na Associação Comercial e Industrial.
“O Teatro é, na sua essência, mambembe. Viajar com um espetáculo é experimentá-lo sob o olhar de públicos variados, é amadurecer a obra a partir desta experiência única de circular, neste caso, por um estado tão diverso quanto o nosso. Mecanismos que favorecem a itinerância são tão importantes quanto aqueles que promovem as produções – são parte de uma mesma engrenagem para o bom funcionamento do Teatro na Bahia”, define Gordo Neto, diretor de Teatro da FUNCEB.
Com os atores Val Kakau no papel principal e Andréa Bandeira vivendo Maria Bonita, o elenco de Cangaço traz ainda Ed Paixão, Ciro Nonato, Bruno Martinelli, Roma Góes e Kaique Cavalcante. Além das apresentações, aconteceram oficinas de formação sobre o processo de montagem e de criação dos personagens da peça, direcionadas a atores, grupos de teatro, artistas e jovens interessados.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
ECOTEATRO, novo livro de Pawlo Cidade, será lançado em novembro
Será lançado em Uberlândia, Minas Gerais, o mais novo livro do nosso Diretor Artístico, Pawlo Cidade. Intitulado: ECOTEATRO, o livro aborda conceitos e discurso ecológico através do Teatro. Neste livro, recheado de jogos e exercícios, num total de 20 vivências, com cinco atividades cada uma, “Ecologia e Teatro objetivam aqui uma permuta e uma cumplicidade. Ele – o Teatro – empresta a ela – a Ecologia – o caminho conducente à revelação de seus princípios”, afirma o autor.
O livro - lançado pela Editora Via Litterarum, faz parte de um Seminário dirigido pelo professor Marcos Barbosa, de Uberlândia, sobre a influência do Meio Ambiente na vida do ser humano, que será realizado entre os dias 11 e 12 de novembro. Na oportunidade, Pawlo Cidade estará lançado o livro e palestrando sobre o tema.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
INCLUSÃO CULTURAL NO TEATRO MUNICIPAL
Com o slogan “Todo mundo é especial”, a Fundação Cultural de Ilhéus promove o Dia da Inclusão Cultural. O evento, voltado para pessoas portadoras de necessidades especiais, em parceria com o CAPS (Centro de Apoio Psicossocial), NAE (Núcleo de Atenção Especializada) e APAE (Associaçãos de Pais e Amigos dos Excepcionais) acontecerá gratuitamente no Teatro Municipal de Ilhéus em dois períodos: manhã, a partir das 8:00 horas,voltado para o público infantil, e tarde, às 14:00 horas, para adolescentes e adultos.O objetivo do evento é garantir igualdade no acesso à arte e a cultura, promovendo a cultura para todos sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade, e quaisquer outras formas de discriminação.
Estão garantidas as participações do Grupo Palha Assada, Pawlo Cidade - interpretando o Professor Clown, o ator José Delmo - como o Contador de histórias; o violeiro Carlos Silva, as dançarinas Safira, Rafaela Canabrava, Bianca Lavigne e Fabíola Paes Leme, além do dançarino Daniel Nogueira, a cantora Amanda Andrade, a Cia Casa Aberta de Teatro, a atriz Janete Lainha, o grupo afro Batuque Gêge e Nozinho, cover de Tim Maia.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
A CARAVANA CULTURAL DE ILHÉUS
A Caravana é uma realidade. Não ouvi falar de nenhum outro projeto como este que tenha contemplado quase 99% de todas as localidades do município de Ilhéus. Até o final de novembro chegaremos a 42 locais, abrindo um novo caminho para a cultura da cidade. Cerca de mais de 150 apresentações de artistas convidados e quase trezentas dos grupos locais dos bairros, distritos e povoados subirão ao palco-ônibus para mostrar seu talento.
A trupe que a comanda poderia até ser comparada aos saltimbancos e histriões de outrora da Europa que cruzavam o continente realizando espetáculos populares em tablados. Esses atores mambembes – clowns, acrobatas, malabaristas, mas às vezes também cantores e poetas – se produziam sempre à margem dos teatros oficiais. Apesar daquela época estes artistas se apresentarem nos lugares mais freqüentados, a Caravana tem ido a lugares nunca antes visitado por artistas profissionais, a exemplo de Retiro e o Mambape. Parafraseando um velho ditado, diríamos que se “o povo não vem até a arte, a arte vai onde o povo está”.
“Algumas crianças estão vendo, pela primeira vez, a cultura chegar aos bairros mais distantes e escrever uma nova história”, afirma o presidente da Fundação Cultural de Ilhéus. A Caravana Cultural se consolida como um dos mais importantes projetos da região. A Fundação tem registrado palestras sobre o Patrimônio Cultural e Histórico de Ilhéus, proferidas em diversas escolas, atingindo milhares de estudantes e comunidades. As apresentações culturais atingiram um grande público de mais de vinte mil espectadores apenas no primeiro semestre do ano. O Bumba-meu-boi de Urucutuca, Dona Valderez, do Salobrinho, e o grupo de dança Face Off, do Teotônio Vilela, foram alguns dos artistas locais que se fizeram presentes na Caravana. Também se apresentaram diversos artistas profissionais,como o ator José Delmo e a Cia Casa Aberta de Teatro; músicos como os cantadores Carlos Silva, Paulo Mourão, Cleilton Mariano, Nozinho, Amanda Andrade e uma dupla de artistas europeus que vieram de Portugal para fazer arte e cultura nos distritos de Ilhéus,além dos artistas circenses do Grupo Explosão do Riso, de Barreiras.
A Fundação Cultural de Ilhéus, através do Projeto Caravana Cultural, também está fazendo o recenseamento dos artistas, artesãos e manifestações culturais de cada localidade com o intuito de identificá-los e cadastrá-los no Censo Cultural 2010 que pretende mapear todas as manifestações artísticas do município. Em breve teremos um verdadeiro “mapa das minas culturais” de Ilhéus, identificando e localizando com precisão todos os artistas da nossa terra. Estes dados serão de vital importância para a construção final do Plano Municipal de Cultura que será apresentado em dezembro para a classe artística.
A trupe que a comanda poderia até ser comparada aos saltimbancos e histriões de outrora da Europa que cruzavam o continente realizando espetáculos populares em tablados. Esses atores mambembes – clowns, acrobatas, malabaristas, mas às vezes também cantores e poetas – se produziam sempre à margem dos teatros oficiais. Apesar daquela época estes artistas se apresentarem nos lugares mais freqüentados, a Caravana tem ido a lugares nunca antes visitado por artistas profissionais, a exemplo de Retiro e o Mambape. Parafraseando um velho ditado, diríamos que se “o povo não vem até a arte, a arte vai onde o povo está”.
“Algumas crianças estão vendo, pela primeira vez, a cultura chegar aos bairros mais distantes e escrever uma nova história”, afirma o presidente da Fundação Cultural de Ilhéus. A Caravana Cultural se consolida como um dos mais importantes projetos da região. A Fundação tem registrado palestras sobre o Patrimônio Cultural e Histórico de Ilhéus, proferidas em diversas escolas, atingindo milhares de estudantes e comunidades. As apresentações culturais atingiram um grande público de mais de vinte mil espectadores apenas no primeiro semestre do ano. O Bumba-meu-boi de Urucutuca, Dona Valderez, do Salobrinho, e o grupo de dança Face Off, do Teotônio Vilela, foram alguns dos artistas locais que se fizeram presentes na Caravana. Também se apresentaram diversos artistas profissionais,como o ator José Delmo e a Cia Casa Aberta de Teatro; músicos como os cantadores Carlos Silva, Paulo Mourão, Cleilton Mariano, Nozinho, Amanda Andrade e uma dupla de artistas europeus que vieram de Portugal para fazer arte e cultura nos distritos de Ilhéus,além dos artistas circenses do Grupo Explosão do Riso, de Barreiras.
A Fundação Cultural de Ilhéus, através do Projeto Caravana Cultural, também está fazendo o recenseamento dos artistas, artesãos e manifestações culturais de cada localidade com o intuito de identificá-los e cadastrá-los no Censo Cultural 2010 que pretende mapear todas as manifestações artísticas do município. Em breve teremos um verdadeiro “mapa das minas culturais” de Ilhéus, identificando e localizando com precisão todos os artistas da nossa terra. Estes dados serão de vital importância para a construção final do Plano Municipal de Cultura que será apresentado em dezembro para a classe artística.
O BLOG da Caravana Cultural estará no ar a partir do dia 28 de setembro de 2010. É só acessar: www.caravanaculturalilheus.blogspot.com
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