segunda-feira, 8 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
TEATRO TOTAL VEM AGITANDO AS ESCOLAS DE ITAGIBÁ E IPIÁU COM PEÇAS AMBIENTAIS
O Grupo Teatro Total vem apresentando nas escolas de Ipiaú e Itagibá os esquetes "O Teste das Cores" e "Os Dez Mandamentos do Desperdício." Ambos voltados para a Educação Ambiental. As apresentações têm o patrocínio da Mirabela Mineração, em parceria com o SESI - Ilhéus e fazem parte do Projeto Semeando e do Projeto Palco Verde. O grupo irá percorrer 16 escolas de Ipiaú e 15 de Itagibá, todas da rede pública municipal de ensino. Os atores Val Kakau, Aline Hafner e Andréa Bandeira estão amando trabalhar com as crianças.
Aline Hafner, Andréa Bandeira e Val Kakau
sexta-feira, 5 de julho de 2013
"O SOMBRA", INTERPRETADO POR RICARDO NEVES DO TEATRO TOTAL PARTICIPA DE ANIVERSÁRIO DA MALWEE
Durante todo o dia de ontem, 04 de julho, o ator Ricardo Neves do Teatro Total - grupo da Associação Comunidade Tia Marita - esteve na sede da Fábrica de Confecções Malwee, (clique na marca para conhecer o site da fábrica) em Camacã, animando os funcionários em seus respectivos locais de trabalho. Cinthia Jordana do Setor de Recursos Humanos, elogiou bastante o trabalho de Ricardo: "O artista foi muito bom. Parabenize ele por nós."
Você também pode ter "O Sombra" na sua fábrica, loja ou clube de serviço. Este e outros trabalhos de Teatro Empresa são promovidos por nós. Conheça também o Projeto Palco Verde com apresentações de Educação Ambiental em escolas e indústrias. As fotos são do pessoal da Malwee.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
ESTREIA OFICIAL DE 1789 SERÁ NESTA TERÇA NA TENDA DO TPI
A partir desta terça-feira (02), o Teatro Popular de Ilhéus (TPI) começa
sua nova revolução com a estreia de 1789.
O espetáculo, uma ópera afro-rock, não só conta o fato histórico do levante dos
escravos do Engenho de Santana, no século XVIII. A peça discute ainda condições
de trabalho, autonomia de produção e a necessidade de uma nova transformação
social. A peça será apresentada às 20 horas e ficará em cartaz até o final do mês,
de quarta a sábado, na Tenda do TPI. As entradas custam R$ 20 e R$ 10.
Apesar de a estreia ter sido marcada para a
data em que se comemora a Independência da Bahia, o espetáculo 1789 fará apresentação especial para 200
convidados nesta segunda-feira (1º). A pré-estreia será às 20 horas, na Tenda
do TPI, montada na Avenida Soares Lopes. Como forma de valorização dos produtos
culturais da região, a avant-première não
será gratuita. As entradas devem ser reservadas no local ou pelo telefone (73)
4102-0580.
O diretor artístico do Balé Afro da Bahia,
Zebrinha, re-encontrou com o elenco do TPI neste sábado e domingo (29 e 30). O
coreógrafo ajudou a afinar os últimos detalhes dos movimentos dos artistas e
marcações de cenas. Ele já havia colaborado anteriormente com a montagem. Outro
colaborador artístico foi o diretor e dramaturgo Márcio Meirelles, do Bando de
Teatro Olodum, que ministrou oficina sobre performance negra.
Além da combinação musical entre rock e música
afro, dirigida por Elielton Cabeça, 1789
mistura as linguagens do teatro, dança e audiovisual. “Queremos apresentar um
fato histórico de maneira diferente, do jeito do Teatro Popular de Ilhéus”,
explica o autor e diretor Romualdo Lisboa. A peça conta ainda com membros do
Terreiro Matamba Tombenci Neto, remanescente
dos escravos do Engenho de Santana. Mãe Hilsa Mukalê, matriarca da comunidade, faz uma participação
especial.
Tudo em 1789 está em constante transformação.
Parte da estrutura cênica é construída ao decorrer de cada acontecimento, com
sacos recheados de serragem. Ao todo, 20 artistas em cena revezam-se entre
diferentes papéis. Os figurinos foram confeccionados pelas costureiras do
Terreiro e a maquiagem feita por Guto Pacheco. Os equipamentos e acessórios utilizados
foram adquiridos em Ilhéus, exceto o de rapel.
A história de 1789 começa em uma fábrica de
processamento de cacau no ano de 2089. Os trabalhadores lutam para produzir o
próprio chocolate, deixando de exportar a matéria-prima. A partir das
discussões sobre a greve, o espetáculo faz saltos no tempo e espaço, até a
rebelião dos cativos, que tomaram o Engenho de Santana entre 1789 e 1791. O
fato histórico foi marcado por uma carta de reivindicações escrita pelos negros,
demonstrando letramento entre os escravos, na época em que o analfabetismo imperava.
As pesquisas históricas para 1789 foram orientadas pelo professor
doutor Marcelo Henrique Dias, além de uma série de debates no projeto Improviso, Oxente!, iniciada em 2008 e
retomada em 2012. O espetáculo foi um
dos contemplados pelo edital setorial de teatro do Fundo de Cultura da Bahia. A produção é de Pawlo Cidade, através da entidade
sociocultural Associação Comunidade Tia Marita.
Fonte e Foto: ASCOM/TPI
quinta-feira, 27 de junho de 2013
MIL POSTAGENS! MIL POSTAGENS!
Vista do bairro da Sapetinga, em Ilhéus
Desde que resolvemos postar todas as nossas atividades culturais, sempre primamos pela seriedade e compromisso com a arte e a cultura de Ilhéus, da Bahia e do Brasil. Nossos sinceros agradecimentos aos nossos seguidores, leitores e parceiros. Desde 27 de agosto de 2008, quando postamos a primeira informação, continuamos firmes e fortes. Foram MIL POSTAGENS e mais de 40.000 visitantes.
Aproveitamos a oportunidade também para parabenizar Ilhéus, pela passagem de seus 479 anos de história e 132 anos de emancipação política.
Viviane Souza Siqueira
Presidente
Associação Comunidade Tia Marita
Pawlo Cidade
Diretor Artístico
quarta-feira, 26 de junho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Próximo espetáculo do TPI será uma ópera afro-rock
Cena do espetáculo 1789 - Foto: Felipe de Paula
O próximo
espetáculo do Teatro Popular de Ilhéus (TPI) estreia no dia 02 de julho e
promete inovações ao contar a história do levante dos escravos do Engenho de
Santana, no século XVIII. “1789 é uma ópera afro-rock”, define o autor e
diretor, Romualdo Lisboa. O peso do rock and roll imprimido pelo diretor
musical Cabeça foi misturado ao vigor dos tambores africanos do músico do
Terreiro Matamba Tombenci Neto e ator, Marinho Rodrigues.
Além da forte combinação musical, 1789 mistura as linguagens do
teatro, dança e audiovisual. O cenário é construído pelos atores ao decorrer de
cada cena, com 60 sacos de farinha de trigo recheados com serragem. Os
figurinos foram confeccionados pelas costureiras do Terreiro Matamba Tombenci
Neto e a maquiagem realizada por Guto Pacheco. “Todos os equipamentos
utilizados na peça foram comprados aqui em Ilhéus, exceto o de rapel. Nosso
objetivo é fazer circular os investimentos em nossa região”, ressalta Romualdo.
Para contar o fato histórico, a montagem começa em uma fábrica de processamento
de cacau no ano de 2089. Os trabalhadores interrompem suas atividades e lutam
para produzir o próprio chocolate, deixando de exportar a matéria-prima. Nas
discussões sobre o processo de greve, lembram a rebelião dos cativos, que
tomaram o Engenho de Santana entre 1789 e 1791, e tentaram negociar com os
colonos, chegando a entregar uma carta de reivindicações. A partir daí, começa
a viagem no tempo, até a Ilhéus do século XVIII.
Além dos artistas do TPI, o
espetáculo conta com atores, músicos e bailarinos do Terreiro Matamba
Tombenci Neto, remanescente dos escravos do Engenho de Santana. As
pesquisas históricas foram orientadas pelo professor doutor Marcelo Henrique
Dias, além de uma série de debates com especialistas no projeto Improviso,
Oxente!, iniciada em 2008 e retomada em novembro de 2012. Em abril deste ano, o
elenco participou de oficina sobre performance negra, com o dramaturgo e
diretor teatral Márcio Meirelles. Em maio, o bailarino e coreógrafo
Zebrinha orientou as marcações dos movimentos dos atores e atrizes.
O espetáculo 1789 foi um dos contemplados pelo edital setorial
de teatro do Fundo de Cultura da Bahia. A produção é de Pawlo Cidade,
através da entidade sociocultural Associação Comunidade Tia Marita. Além da
estreia em 02 de julho, a peça estará em cartaz ao longo do mês inteiro, de
quartas-feiras a sábados, às 20 horas.
Texto ASCOM/TPI, por Karoline Vital
terça-feira, 18 de junho de 2013
REUNIÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA TRATARÁ DOS ESPAÇOS CULTURAIS FECHADOS DE ILHÉUS
O Teatro Municipal de Ilhéus está fechado há seis meses
CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE ILHÉUS: TEATRO MUNICIPAL DE ILHÉUS E BIBLIOTECA PÚBLICA AD...: O Teatro Municipal de Ilhéus está fechado há seis meses A paralisação das atividades do Teatro Municipal de Ilhéus e o fechamento da ...
segunda-feira, 17 de junho de 2013
COMPLEXIDADE DA GESTÃO CULTURAL
O mercado cultural no Brasil mudou
sensivelmente nos últimos anos. As novas tecnologias, o avanço das políticas
culturais e o cenário econômico ditam um novo cenário, que exigirá dos gestores
uma nova visão dos negócios culturais e criativos. E não são cursos básicos de
preenchimento de formulários que dão conta de toda a complexidade envolvida
nesse processo.
“A gestão de projetos culturais,
criativos e sociais tem diversas perspectivas, as finalidades artísticas, as
transversalidades, os efeitos bio-psico-sociais. Tratá-los exclusivamente como
objetos mercadológicos, comerciais, em minha opinião, é um equívoco, eu vejo
como uma espécie de esterilização, que rouba a fertilidade dos empreendimentos.
O planejamento complexo, entretanto, por ser inclusivo, não deixa de lançar mão
também dos instrumentos tradicionais de análise e planejamento, mas se apropria
deles em diálogo com outras possibilidades”, explica André Martinez, que estará
no Cemec, em São Paulo, dia 18 de julho, para o módulo sobre Planejamento
Complexo, encerrando a Jornada Gestão Cultural.
O curso faz parte da Jornada de
Férias Cultura e Mercado e começa no dia 15 de julho. Além do módulo de
Martinez, os participantes terão aulas sobre Indicadores culturais (avaliação
de resultados, impactos e resíduos da atividade cultural), com Minom Pinho;
Ferramentas de gestão (metodologias de execução, supervisão e acompanhamento de
processos culturais), com Erick Krulikowski; e Comunicação (como potencializar
a gestão a partir de ferramentas de comunicação), com Kluk Neto.
“Os projetos culturais, como todo
valor produzido na sociedade, destinam-se a públicos específicos. Estamos
falando primordialmente de pessoas, grupos, mas também dos financiadores dos
projetos, das empresas, dos governos, da imprensa e outros. Cada um desses tem
o seu papel na interação e na sustentação da produção artística e cultural.
Saber dialogar entendendo cada um deles é fundamental”, afirma Kluk.
Para saber mais sobre o curso e se
inscrever, acesse o site
do Cemec.
Do site: www.culturaemercado.com.br
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