segunda-feira, 15 de junho de 2015

SEMINÁRIO DISCUTIU MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL E AVANÇOS E ENTRAVES DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA


Cláudia Leitão/foto: Ruy Penalva


Palestrantes de auto nível discutiram Economia Criativa e Legislação Cultural
no Centro de Convenções, em Ilhéus, Bahia


Realizado na última sexta-feira, (12/06), o Seminário de Economia Criativa e Legislação Cultural suscitou o debate na palestra de abertura com a ex-secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão, e nas quatro mesas propostas durante todo o dia. Cláudia apontou os desafios, provocou questionamentos e apontou caminhos para o deslocamento da economia criativa enfatizando a questão do produto com valor cultural agregado. “Eu não tenho nenhuma dúvida de que a Economia Criativa é mais um bom caminho para o desenvolvimento sustentável de Ilhéus. Precisamos mapear, organizar e incentivar a sua cadeia produtiva. E precisamos fazer isto com urgência e principalmente com criatividade,” disse o assessor da Secretaria Municipal de Planejamento, Carlos Mascarenhas.


Dr. Ítalo Assunção (PROGER) e Dr. André Rosa (CEDOC/UESC)

Após a palestra de Cláudia, foi a vez da Mesa 1: “A Lei 8.666/93 e a Legislação Cultural de Ilhéus. Dr. Ítalo Assunção Cavalcante, procurador do Município, mediado pelo Dr. André Luiz Rosa Ribeiro, diretor do CEDOC/UESC apresentou os principais aspectos da lei das licitações, a 8.666, e comentou com bastante propriedade sobre o marco regulatório do terceiro setor, regido pela lei nº 13019, de 31 de julho de 2014. Para  procurador “as contratações de bens e serviços feitas pelas Organizações da Sociedade Civil, com o uso de recursos transferidos pela administração pública, deverão observar os princípios da legalidade, da moralidade, da boa-fé, da probidade, da impessoalidade, da economicidade, da eficiência, da isonomia, da publicidade, da razoabilidade e do julgamento objetivo e a busca permanente de qualidade e durabilidade.”


Rita Clementina (Bahia Criativa) e Claudiana Figueiredo (SEBRAE)

Na Mesa 2: “Crescimento , tendências e profissionalização na Economia Criativa”, Rita Clementina, coordenadora executiva do escritório Bahia Criativa, em Salvador, falou dos objetivos e avanços do setor através dos cursos de capacitação e consultoria e dos princípios norteadores do escritório como trabalhar em rede e “aprender fazendo”. A mesa foi mediada pela Coordenadora Regional do Sebrae, Claudiana Figueiredo, que anunciou a criação de um escritório similar em Ilhéus, cujo objetivo aponta para o fortalecimento dos empreendimentos criativos do Município.


Cléber Meneses (Secult/Itacaré) e Paulo Atto (Secult/Ilhéus)

Na Mesa 3: “Politicas Públicas de Cultura: Avanços e Entraves, o ex-coordenador da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura, Cléber Meneses apontou como um dos avanços fundamentais da cultura “o fortalecimento das instâncias de escuta e regulação, a exemplo das Conferências, Seminários, Fóruns, Caravanas, Conselhos e Colegiados.” Entretanto, ao falar sobre os entraves afirmou que um dos principais problemas estava centrado na ausência de uma política de intercâmbios culturais entre os Municípios. A mesa 3, mediada por Paulo Atto, Secretário de Cultura de Ilhéus, aproveitou para registrar os avanços da secretaria nos últimos dois anos e de como pretendia levar adiante a criação do Sistema Municipal de Cultura.


Gilsonei Rodrigues (Conselho de Cultura) e Pawlo Cidade (Tia Marita)

Por fim, na Mesa 4: Conselhos Municipais de Cultura na Prática: Papéis e atribuições, o curador do seminário, Pawlo Cidade, e Gilsonei Rodrigues, atual presidente do Conselho Municipal de Cultura de Ilhéus falaram de suas experiências, entraves e conquistas à frente do órgão. “É preciso pensar coletivamente. Construir programas e projetos que fortaleçam o todo, “ salientou Pawlo Cidade. E acrescentou: “Se nós não fizermos, se nós não arregaçarmos as mangas e pôr as mãos, as coisas não saem do papel. Não avançam.”
O seminário de Economia Criativa e Legislação Cultural foi realizado pela Comunidade Tia Marita e o SEBRAE. Com apoio cultural da Secretaria Municipal de Cultura de Ilhéus, da IMAPEL, da MVU Eventos e da TV Santa Cruz.

SECULTBA DISCUTE TERRITÓRIOS CULTURAIS EM ENCONTRO


O ciclo de diálogos visa discutir temas relevantes para o desenvolvimento territorial da cultura no Estado da Bahia

Territórios Culturais é tema do último encontro do evento Territórios Culturais em Diálogo: Cidadania, Gestão e Espaços Culturais, uma série composta de quatro encontros promovida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult), para discutir o desenvolvimento da territorialização da cultura, além de reforçar políticas e diretrizes  aos parceiros e à sociedade civil, através de discussão democrática e participativa. O encontro será realizado no dia 15 de junho (segunda-feira), às 19h, no Espaço Xisto Bahia.

O encontro Territórios Culturais vai abordar o contexto dos territórios e fazer uma avaliação sobre a política e discutir aprimoramentos para a gestão. Os territórios de identidade baianos inauguraram uma nova forma de planejamento no estado e os marcos legais da política pública de cultura consolidaram uma política de territorialização que busca atender a diversidade cultural da Bahia. A mesa será mediada pela assessora da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da SecultBA, Juscelina Nascimento e discutido pelo professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Luiz Paulo Almeida Neiva; pelo fundador da Rede CAMMPI – Comissão de Articulação, Mobilização dos Moradores da Península de Itapagipe, Raimundo Nascimento; e pelo Superintendente de Desenvolvimento Territorial da SecultBA, Sandro Magalhães.

O Territórios Culturais em Diálogo se destaca como um espaço que visa a discussão de temas em benefício da comunidade, respeitando a diversidade cultural do Estado. O diferencial do encontro é a reunião de gestores, representantes da área acadêmica e da sociedade civil para fomentar a produção, criação, circulação e valorização das diversas culturas através do debate e discussões de ideias.

Sobre os convidados:

Luiz Paulo Almeida Neiva - Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal da Bahia (1977), mestrado em Ciências Agrárias pela Universidade Federal da Bahia (2000), e Doutorado em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia (2013). Atualmente é professor assistente da Universidade do Estado da Bahia e Coordenador das atividades Administrativas e Acadêmicas, relacionadas ao Parque Estadual de Canudos e ao Memorial Antônio Conselheiro, no Município de Canudos, no âmbito da Assessoria Técnica. Tem experiência na área de Planejamento Urbano e Regional. Tem atuado em diversos municípios baianos coordenando a elaboração de planos de desenvolvimento sustentável, a exemplo de Canudos e Santa Brígida.


Raimundo Nascimento - Morador de Itapagipe, fundador da Rede CAMMPI, formado em Geografia pela Universidade Federal da Bahia, Mestre em Educação pela Universidade do Estado da Bahia, linha de Pesquisa III, Educação Gestão e Desenvolvimento, Monografia intitulada “A Dimensão Educativa da Rede CAMMPI, Coordenador de Políticas para comunidades Quilombolas da Bahia e Ex Secretário de Promoção da Igualdade Racial do Estado da Bahia.


Sandro Magalhães - Professor e gestor cultural. Possui graduação em Letras Vernáculas pela Universidade do Estado da Bahia (2010), especialização em Estudos Culturais, História e Linguagens (2012) pela Unijorge e pós graduação em Gestão Cultural pelo SESC/MINC. Atualmente é mestrando em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia, Conselheiro Estadual de Cultura e Superintendente de Desenvolvimento Territorial da Cultura da SECULT/BA. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Gestão de Políticas Públicas de Cultura.


Encontro Territórios Culturais em Diálogo: Cidadania, Gestão e Espaços Culturais
Cidadania e Diversidade Cultural em Debate
Quando: 15 de junho de 2015, segunda-feira, a partir de 19h.
Local: Espaço Xisto Bahia (Rua General Labatut, 27, Barris, Salvador - BA)
Quanto: Gratuito
Mais informações: sudecult@gmail.com
Realização: Sudecult/ SecultBA

11/06/2015

Assessoria de Comunicação 
Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA
Tel – (71) 3103-3442
Adriana Jacob – (71) 9983-5278 - ascom.secultba@gmail.com

Maria Luísa Gouveia - (71) 9154-3321 - marialuisa.ascom@gmail.com

quarta-feira, 10 de junho de 2015

AMANHÃ COMEÇA UM DOS MAIORES FESTIVAIS DE CHOCOLATE DO BRASIL! VOCÊ VAI FICAR DE FORA?


OBRAS DO CEU DAS ARTES SERÃO REINICIADAS NO BAIRRO NOSSA SENHORA DA VITÓRIA

Se tudo correr bem, em 2016, o nosso CEU será inaugurado

Tudo indica que agora sai o Centro de Artes e Esportes Unificados – CEU DAS ARTES. Ontem, dia 09 de junho, foi publicada declarou vencedora a empresa que vai construí-lo. Veja o texto que saiu hoje no Diário Oficial do Município:

A Prefeitura Municipal de Ilhéus, através da Comissão permanente de Licitação, torna público para conhecimento dos interessados em conformidade com a Lei nº 8.666/1993, e nas disposições do Edital da Concorrência Pública 007/2014, que tem como objeto A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DE ENGENHARIA PARA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO DO REMANESCENTE DAS OBRAS DA CEU 3000 – CENTRO DE ARTES E ESPORTES UNIFICADOS, NO BAIRRO NOSSA SENHORA DA VITÓRIA, NO MUNICÍPIO DE ILHÉUS-BA., decide classificar, declarar vencedora(s) e adjudicar o(s) objeto(s) da presente licitação à(s) empresa(s) abaixo relacionada(s): EMPRESA(S) CLASSIFICADA(S): SÃO MIGUEL CONSTRUÇÕES LTDA-ME EMPRESA(S) DESCLASSIFICADA(S): NUNES SANTOS CONSTRUÇÃO LTDA-ME EMPRESA(S) VENCEDORA(S): SÃO MIGUEL CONSTRUÇÕES LTDA-ME - todo o objeto no valor de R$1.603.509,42 (um milhão seiscentos e três mil quinhentos e nove reais e quarenta e dois centavos). Os autos do processo encontram-se a inteira disposição dos interessados. Ilhéus, 09 de junho de 2015.


A comunidade do bairro Nossa Senhora da Vitória, sobretudo Manoel da Hora, e o Conselho Municipal de Cultura estão satisfeitos com o resultado. O CEU – antes denominado de Praça dos Esportes e da Cultura - vem sendo alvo de reclamações pelo atraso de sua construção desde 2012.

terça-feira, 9 de junho de 2015

JORNALISTA LANÇA DICIONÁRIO DE ESCRITORES CONTEMPORÂNEOS DA BAHIA NO DIA 12 DE JUNHO


Além do livro em destaque, os leitores terão acesso a outras publicações de escritores que integram o dicionário, como por exemplo, o livro “Criação”, de Morgana Gazel.

Com o apoio da União Baiana de Escritores - UBESC e o Círculo de Estudo, Pensamento e Ação – CEPA, será lançado nesta sexta-feira, dia 12 de junho, às 18h, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Salão Nobre Kátia Mattoso), nos Barris, em Salvador, o “Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia”, uma publicação organizada pelo jornalista Carlos Souza Yeshua, que apresenta 206 verbetes de autores baianos. A obra sairá pela Editora CEPA e tem prefácio do professor Germano Machado. Durante a apresentação do dicionário, também será lançado o livro de poesia “Criação”, da escritora Morgana Gazel. A noite dedicada aos amantes da literatura será um momento de celebração e contatos profissionais entre os participantes.  “Teremos um lançamento coletivo, pois diversos integrantes do dicionário farão sessão de autógrafos de suas obras. Portanto, os leitores não terão apenas o livro biobibliográfico, mas publicações de diversos gêneros. Vale apena marcar presença para prestigiar os autores baianos”, recomenda Yeshua. Livros da Editora Òmnira (Roberto Leal), do Movimento Cultural Artpoesia (José da Boa Morte e Carlos Alberto Barreto), da Cogito Editora (Ivan de Almeida), do Projeto Alma Brasileira (Sandra Stabile), também serão disponibilizados.
O trabalho de catalogação e preparação das notas biobibliográficas durou aproximadamente dois anos e embora não registre todos os artistas da palavra em atividade no estado, nomes de destaque do cenário literário estão disponíveis em suas páginas, como por exemplo: Antônio Torres (Academia Brasileira de Letras); Aleilton Fonseca, Antônio Brasileiro, Aramis Ribeiro Costa, Carlos Ribeiro, Florisvaldo Mattos, Ruy Espinheira Filho, Cyro de Mattos (Academia de Letras da Bahia); Valdomiro Santana, Hugo Homem, Jolivaldo Freitas, José Inácio Vieira de Melo, Adelice Souza, Morgana Gazel, Állex Leilla, Roberto Leal, Valdeck Almeida de Jesus, César Romero, Felisbelo da Silva, Germano Machado, Heloísa Prazeres, Vanda Angélica, Karina Rabinovitz, Mariana Paiva, Luislinda Valois, Oleone Coelho Fontes, José Carlos Limeira, Henrique Ribeiro, Cymar Gaivota, Igor Rossoni, Marcos A. P. Ribeiro, Antonio Barreto, entre muitos outros.
Escritores que desenvolvem trabalhos significativos em diversas regiões da Bahia, além de Salvador, também enriquecem o dicionário com suas participações: Araken Vaz Galvão, Alfredo Gonçalves (Valença); Almir Zarfeg, Celso Kallarrari, Fabiana Pinto Silva, Athylla Borborema (Teixeira de Freitas); Maria Izabel - Bebela (Juazeiro); Clarissa Macedo, Franklin Maxado, Eduardo Kruschewsky, Lidiane Nunes, Jotta Rios, Sandra Popoff, Lélia Fernandes, João Rocha Sobrinho, Josué Brandão, Raymundo Luiz Lopes (Feira de Santana); Luiz Américo Lisboa Junior, Pawlo Cidade, Hans Schaeppi (Itabuna), Pablo Rios (São José do Jacuípe / Mairi); Zilda Freitas, Maria Afonsina Ferreira Matos, Jorge Luiz Rosa, Domingos Ailton (Jequié); Crispim Quirino (Maragogipe).
O principal objetivo desse trabalho é promover os autores e suas obras, reunindo em um só lugar as mais completas e confiáveis informações dos escritores da Bahia, além de resgatar e valorizar a memória da literatura do estado onde começou o Brasil. “Este dicionário visa também ser um livro de referência e um instrumento de pesquisa para leitores, estudantes, historiadores, jornalistas, bibliotecários, além de instituições culturais, universidades, veículos de imprensa e outros segmentos interessados em literatura, especialmente a da Bahia”, destaca Carlos Souza.
“Eu participo deste dicionário porque acho de suma importância estar numa obra que reúne artistas da palavra da contemporaneidade, pessoas com as quais eu convivo, outras das quais ouço falar, tantas outras que conheço pelas escritas. É um espaço democrático, de registro histórico-literário, que vai ficar de herança para pesquisadores, historiadores, estudiosos, amantes da literatura”, diz o escritor Valdeck Almeida de Jesus.
No prefácio o professor Germano Machado destaca que “um dicionário é de importância fundamental para todos: no caso, contém o que os autores produziram, quer seja em textos de prosa, de poesia, de conto, em suma, de suas tendências literárias pessoais. É a inicial importância, seguindo-se que serão conhecidos e até mesmo reconhecidos no amanhã a partir de hoje”.
Organizador - Carlos Souza Yeshua é jornalista, profissional de marketing e professor. Presta serviço de assessoria de imprensa e marketing pessoal para escritores, instituições culturais e artistas em geral. Autor dos livros: João Alfredo Domingues - Pau pra toda obra: e Revolução Pessoal – Seu Próximo Desafio. É organizador dos livros: Carta ao Presidente – Brasileiros em busca da cidadania (2012) e Carta ao Presidente – O que deseja o brasileiro no séc. XXI (2010). É associado da União Brasileira de Escritores – UBE e da União Baiana de Escritores - UBESC.
Lista completa dos verbetes - A. J. Cardiais, Adelice Souza, Aleilton Fonseca, Alex Dias, Alfredo Gonçalves, Alino Matta Santana, Állex Leilla, Almir Zarfeg, Ana Pires, Andréa Mascarenhas, Antoniella Devanier,Antonietta D´Aguiar Nunes, Antonila da França Cardoso, Antonio Barreto, Antônio Brasileiro,  Antonio Cedraz, Antonio Moreira Ferreira, Antônio Santana, Antônio Torres, Araken Vaz Galvão, Aramis Ribeiro Costa, Arlinda Moscoso,   Ary Txay,  Athylla Borborema, Audelina Macieira, Aurélio Schommer, Benjamin Batista, Bruno de Souza, Calisto Ribeiro dos Santos, Carla Elisio, Carlos Alberto Barreto, Carlos Conrado, Carlos Ribeiro, Carlos Souza Yeshua, Carlos Ventura, Carlos Vilarinho, Celeste Buisine, Celeste Carneiro, Celso Kallarrari, César Romero, Cézar Santos, Cezar Ubaldo, Clara Maciel, Clarissa Macedo, Conceição Castro, Coracy Bessa, Crispim Quirino, Cristiano Sousa, Cymar Gaivota, Cyro de Mattos, Daniel Marques, Darcy Brito, Deomídio Macêdo, Derval Magalhães, Diva Luiz, Domingos Ailton,  Dorival Ferreira da Silva, Durval Carvalhal, Edilson Rodrigues de Almeida, Edla A. Angelim, Edna Alencar, Edneia Andrade, Eduardo Kruschewsky, Elisenilda Cristina de Almeida, Emérita Andrade Ramos, Ernane Gusmão, F. F. Vasques, Fabiana Barros, Fabiana Pinto Silva, Fátima Gomes, Felisbelo da Silva, Fernando Alcoforado, Flávio Luz, Florisvaldo Mattos, Franklin Maxado, G. Amarante, Germano Machado, Gibran Sousa, Gilberto Nogueira de Oliveira, Gleide Dammas, Gutox Wintermoon,  Hans Schaeppi, Hélio Motta, Heloísa Prazeres, Henrique Ribeiro, Hugo Homem, Igor Rossoni, Iray Galrão, Irma Galhardo, Israel Alves Ferreira, Ivan de Almeida, Jair Lisboa, Jeanne Paganucci, Jeremias Macário de Oliveira, João Bosco Soares dos Santos, João Mattos, João Mendonça, João Rocha Sobrinho, Jolivaldo Freitas, Jorge Garrido,  Jorge Luiz Rosa, José Carlos Limeira, José Carlos Santos Concessor, José da Boa Morte, José Dionísio Nóbrega, José Erenilson da Silva, José Inácio Vieira de Melo, José Moraes de Souza, José Olívio, José Siquara da Rocha, José Walter Pires (Zewalter), Josué Brandão, Josue Ramiro Ramalho, Jotta Rios, Juarez Wanderley, Juvenal Payayá, Karina Rabinovitz, Lamartine Augusto, Landulfo Almeida, Leandro de Assis, Leandro Flores, Lélia Fernandes, Lene Muniz, Lene Oliveira, Leomária Mendes Sobrinho, Letícia Prata, Licínia Ramizete, Lidiane Nunes, Lucas Yuri, Luislinda Valois, Luiz Américo Lisboa Junior, Luiz Carlos Café, Luiz Carlos Santos Lopes, Luiz Menezes, Luiz Natividade, Luiza Câmera, Lula Miranda, Malú Ferreira, Manoel Porto, Marcelo de Oliveira Souza, Marcio Leite, Marcos A. P. Ribeiro, Margarida Souza, Maria Afonsina Ferreira Matos, Maria Cavalcante, Maria Izabel (Bebela), Maria Lúcia, Maria Prado de Oliveira, Mariana Paiva, Marina Gentile, Mario Gordilho, Marivaldo E. Hora, Marly Ramos, Miguel Najar, Miriam de Sales Oliveira, Mogg Mester, Moina Bartilotti, Morgana Gazel, Moysés Fraga, Nádia Cerqueira, Nádia São Paulo, Nadja Nunes, Nivaldo Wanderley de Omena, Oleone Coelho Fontes, Olinda Prata, Osvaldo Ventura, Pablo Rios, Paulo Balôba, Pawlo Cidade, Pedro Raimundo dos Anjos, Pollyana Lima, Rafael Medeiros, Raimundo Gonçalves Gama, Raymundo Luiz Lopes, Renato Prata, Rex Schindler, Ricardo Vidal, Rita Maria Oliveira, Roberto Leal, Romilton Batista de Oliveira, Rômulo de Andrade Moreira, Roque Sátiro, Rosana Paulo, Rosane Vilaronga, Rui Patterson, Ruy Espinheira Filho, Sandra Stabile, Sandra Popoff, Sayuri Suto, Sérgio C. Barreto, Sonia Lobo, Tatiana Amaral,Taurino Araújo, Ubirajara Brito, Valdeck Almeida de Jesus, Valdomiro Santana, Valmari Nogueira,Valter Bitencourt Júnior, Vanda Angélica, Vanja Cardoso Santos,  Varenka de Fátima Araújo, Vera Passos, Wanderley Ribeiro, Welbert N. dos Santos,Yara Falcon, Zilda Freitas.

Serviço:
O que:  Lançamento do Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia.
Onde: Na Biblioteca Pública do Estado da Bahia – Barris, Salvador/BA.
Quando: Dia 12 de junho de 2015 (sexta-feira), às 18h.
Entrada: Franca
Editora: Editoração CEPA. Quantidade de páginas: 324. Valor: R$ 40,00  

Informações: 71 8122-7231

segunda-feira, 8 de junho de 2015

NATURA MUSICAL INSCREVE PARA EDITAL NA BAHIA ATÉ DIA 12


Desde 2012, em articulação com o programa Fazcultura, o edital seleciona iniciativas culturais que tenham a música baiana como foco.

O programa Natura Musical recebe inscrições de propostas até o dia 12 de junho em editais em âmbito nacional e regional. Pelo quarto ano consecutivo, a Bahia é um dos cinco estados contemplados com um edital próprio. O valor total do investimento viabilizado através das leis de incentivo fiscal é de R$ 6,4 milhões, sendo R$ 2 milhões (nacional), R$ 1 mi (São Paulo e Bahia), 800 mil (Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Pará). Na Bahia, os projetos apresentados precisam estar inscritos previamente no Programa Estadual de Incentivo ao Patrocínio Cultural - Fazcultura.

O edital prevê, em 2015, uma nova configuração das categorias de incentivo, visando aumentar o apoio a novos talentos em estágio inicial de carreira, com foco na gravação do primeiro ou segundo álbum. O regulamento e as fichas de inscrição estão disponíveis no site www.naturamusical.com.br. Desde 2012, o Natura Musical se articula junto à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) para a realização do edital no estado através do Fazcultura.

Verônica Aquino, diretora de Fomento à Cultura da SecultBA, destaca que este tipo de articulação entre o patrocinador e o Fazcultura possibilita ampliar o acesso dos agentes culturais às oportunidades de captação de recursos. “Empresas que possuem políticas de patrocínio cultural com processos seletivos através de editais estão interessadas em compreender a demanda e a vocação do estado. A iniciativa é muito positiva”, analisa a diretora.

Os editais Natura Musical estão abertos a produtores artísticos e culturais, músicos, grupos, companhias e outras instituições que desenvolvam atividades artísticas e culturais. Na Bahia, para concorrer ao edital, os projetos precisam estar inscritos previamente no Fazcultura. A aprovação no mecanismo não é pré-requisito para a participação, apenas para a efetivação do patrocínio, caso o projeto seja selecionado pela comissão de especialistas do Natura Musical.

Sobre o Natura Musical - O edital Natura Musical busca projetos de diferentes estágios da cadeia de produção e consumo da música, que combinem a diversidade dos ritmos brasileiros com sonoridades universais. Todos os projetos que estiverem adequados a este conceito serão analisados por uma comissão de especialistas do meio musical, com base nos critérios do programa. A comissão, que é independente e muda a cada ano, conta com a participação de produtores, artistas, jornalistas e integrantes acadêmicos, e submete as propostas escolhidas para análise e escolha final da empresa, considerando os critérios de excelência artística, relevância cultural, visibilidade, potencial de mobilização de público, inovação, democratização do acesso, abrangência, viabilidade e relação custo-benefício. Mais informações: www.naturamusical.com.br

Sobre o Fazcultura - Parceria entre a SecultBA e a Secretaria da Fazenda (Sefaz), o mecanismo integra o Sistema Estadual de Fomento à Cultura, composto também pelo Fundo de Cultura da Bahia – FCBA, CrediFácil Bahia (em parceria com a Desenbahia) além das linhas especiais de apoio, como os Pontos de Cultura e o Carnaval Ouro Negro. Para mais informações sobre a ferramenta de patrocínio, a Central de Atendimento Integrado da SecultBA atende de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h. Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (71) 3103-3489; por e-mail atendimento@cultura.ba.gov.br ou presencialmente no endereço: Palácio Rio Branco, Praça Thomé de Souza, s/n, térreo – Centro, CEP: 40.020-010 – Salvador/Bahia.

08/06/2015

Assessoria de Comunicação
Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA
Tel – (71) 3103-3442
Adriana Jacob – (71) 9983-5278 - ascom.secultba@gmail.com
Maria Luísa Gouveia - (71) 9154-3321 - marialuisa.ascom@gmail.com


sábado, 6 de junho de 2015

PALCO GRAPIÚNA, ALTERNATIVA DE SUCESSO

Cena do espetáculo "Teodorico Majestade", do Teatro Popular de Ilhéus

No início a ideia era apresentar os espetáculos da Cia Palco e do Teatro Total no Município de Buerarema, no Centro Cultural Jonas e Pilar. Depois, a proposta foi ganhando corpo e nós resolvemos ampliar para os Municípios de Itajuípe, Ilhéus, Uruçuca e Itabuna. E com isso, trouxemos o Teatro Popular de Ilhéus e o contador de histórias José Delmo. Por fim, quatro companhias, cinco espetáculos e cinco cidades já faziam parte de nossas metas. E o resultado foi surpreedente! Patrocinadores aderiram ao projeto que se fortaleceu e os espetáculos "Um ator em busca de um texto", de José Delmo; "Partida", de Pawlo Cidade; "Teodorico Majestade - as últimas horas de um prefeito", de Romualdo Lisboa e "Sombras da Ouvidor" e "Virgens à Deriva", com direção de Mateus Saron percorreram a Tenda, em Ilhéus, o Casarão, em Itajuípe, o Centro Cultural Jonas e Pilar, em Buerarema, e o Teatro Zélia Lessa, em Itabuna. No percurso, o Município de Uruçuca acabou não aderindo ao projeto.

Cena do espetáculo "Partida", do Teatro Total, foto: Lígia Callaz

Até o momento já foram realizadas 25 apresentações teatrais, 5 performances e um público aproximado de 2.300 pessoas. Com isso, graças ao apoio cultural da TV Santa Cruz, das lojas Buriti, da Proex - Pró-reitoria de extensão da Universidade Estadual de Santa Cruz, da Cicon - Construtora e Incorporadora e das secretarias de cultura dos municípios contemplados, os espaços ganharam mais visibilidade e ainda estimulou o retorno do grupo de teatro A tribo, em Buerarema, que logo após a mostra, ficou em cartaz com a peça "Retalhos", com direção de Andinho. A produção do Palco Grapiúna é da Saron Produções Artísticas e da Comunidade Tia Marita, com direção de Mateus Saron e Pawlo Cidade, respectivamente.

O que até aqui falaram sobre o projeto e a programação:

"Os espaços alternativos viraram alternativas de espaço." 
Paulo Atto, Secretário de Cultura de Ilhéus.

"Partida é um banquete para os amantes da literatura, da arte."
Fátima Oliveira, professora de literatura de Itabuna e Ubaitaba

"Nossa, que delícia de peça! Quase morri de tanto rir."
Francisco Gomes, ator, falando sobre Teodorico Majestade.

"Pawlo Cidade, roteirista da peça, se utiliza da metalinguagem para abordar temas como o fazer artístico, a construção da loucura, o desconforto em estar em sociedade e o sofrimento sobre a dor e a delícia de ser o que é."
Lígia Callaz, jornalista de Buerarema, citando Partida.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

CIA TEATRAL PALCO APRESENTA ESPETÁCULOS NA CASA PRETA EM SALVADOR

Cena do espetáculo "Virgens à Deriva"

A Cia Teatral Palco, através da produção da Saron Produções Artística, irá apresentar o projeto Palco Grapiúna no Casa Preta, em Salvador nos dias 6 e 7 de junho. O projeto, que teve sua estreia no mês de janeiro e ficando em cartaz até fevereiro toda sexta e sábado no espaço Keka e Cia em Itabuna, fez tanto sucesso que acabou recebendo convites para se apresentar em outras cidades, foram elas, Serra Grande, Ilhéus, Buerarema, Itajuípe e Ubaitaba, além de mais uma apresentação em Itabuna. O projeto é composto por duas peças curtas, Sombras da Ouvidor e Virgens a Deriva e a interpretação do poema Atriz Lembrante, todos textos do dramaturgo Ruy Jobim Neto.

O projeto surgiu com a finalidade de oferecer aos atores uma oportunidade de realizarem uma temporada de um mês, tendo sequencia de trabalho, algo difícil na nossa região, além de ser uma boa opção para o público que busca algo diferente além dos mesmos shows que tem nessa época. O nome Grapiúna vem como forma de buscar no público a identificação e valorização dos artistas locais.


A ida do grupo a Salvador acontece em um momento importante da Cia Palco, pois nesses 9 anos construiu um público fiel aos seus espetáculos. “Ir para a capital é um desafio, pois seremos vistos por um público que não está acostumado aos nossos trabalhos, é como se estivéssemos começando a nossa caminhada. E esse desafio é essencial para nosso crescimento e amadurecimento. Mas esse caminho não é possível sem o apoio e patrocínio de empresas que acreditam e investem nos artistas locais. E todo e qualquer agradecimento ao nosso maior patrocinador, SEBRAE, será pouco. Nunca vi uma empresa na nossa cidade acreditar tanto em um projeto e ajudar da forma que eles estão fazendo. Isso é fruto de um reconhecimento de um trabalho sério que nós fazemos. Não podemos esquecer também dos nossos apoiadores SKB Estudio, Maria Fulo, Festa e Cia, Thoner Laser, Celeiro de Bamba Cordão de Ouro, Sky Braitt, Casa Iemanjá, Bazar da Pembas, Casa Iansã e Casa dos Pretos Velhos. A todos os nossos sinceros agradecimentos. E que essa parceria se estenda por muitos anos, e possamos levar nosso teatro aos quatro cantos,” disse Mateus Saron, produtor.

SECULTBA DISCUTE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL EM DEBATE EM ENCONTRO


O ciclo de diálogos visa discutir temas relevantes para o desenvolvimento territorial da cultura no Estado da Bahia

Cidadania e Diversidade Cultural em Debate é tema do terceiro encontro do evento Territórios Culturais em Diálogo: Cidadania, Gestão e Espaços Culturais, uma série composta de quatro encontros promovida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult), para discutir o desenvolvimento da territorialização da cultura, além de reforçar políticas e diretrizes  aos parceiros e à sociedade civil, através de discussão democrática e participativa. O encontro será realizado no dia 08 de junho (segunda-feira), às 19h, no Espaço Xisto Bahia.

O bate papo vai abordar aspectos do desenvolvimento cultural humano, com ênfase na valorização da diversidade cultural do estado e na promoção de uma política cultural democrática e cidadã, na qual a sociedade civil seja protagonista, baseados na valorização e promoção da diversidade artística e cultural baiana, através da participação social na execução, acompanhamento e avaliação das Políticas Culturais do estado. Esses são princípios garantidos na Lei Orgânica de Cultura da Bahia. A edição do Território em Diálogos vai ser mediada pelo Superintendente de Desenvolvimento Territorial, Sandro Magalhães e discutido pela Diretora de Cidadania Cultural da SecultBA, Luísa Saad; pelo professor da UFBA e pesquisador do Grupo de Estudos Multidisciplinares em Cultura, Beto Severino;  pelo gestor cultural, artesão, coordenador do Ponto de Cultura Associação do Culto Afro Itabunense, Lula Dantas; e pelo Diretor da Cidadania e da Diversidade Cultural da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC), Alexandre Santini.

Próximo encontro do Territórios Culturais em Diálogo: Cidadania, Gestão e Espaços Culturais -  Os encontros acontecem no Espaço Xisto Bahia, desde o dia 25 de maio e vai até 15 de junho de 2015 (semanalmente, às segundas-feiras). No dia 15 de junho o debate será sobre Territórios Culturais. A entrada é franca e os participantes recebem certificados.

Sobre os convidados:

Luísa Saad - Mestre em História Social pela Universidade Federal da Bahia. Desenvolve pesquisas sobre a formação sócio-cultural do Brasil, abolicionismo, culturas negras e práticas afro-brasileiras. Tem sua vida pessoal e profissional permeada pela militância em defesa das minorias e inclusão das populações em situação de vulnerabilidade através de ações culturais. É professora do ensino médio e superior e atualmente está como Diretora de Cidadania Cultural da Sudecult/SecultBA.

Beto Severino - É professor adjunto da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área de História, com ênfase em História da cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: história, comunicação e patrimônio cultural. Professor da disciplina Política da Cultura e da Comunicação, e da Atividade Curricular em Comunidade e Sociedade Memória Social: audiovisual e identidades, da Faculdade de Comunicação, e do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia. É pesquisador do Grupo de Estudos multidisciplinares em Cultura CULT e pesquisador associado do Diversitas Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos, da Universidade de São Paulo. Atua no campo da História da Cultura.

Lula Dantas - Gestor cultural, artesão, coordenador do Ponto de Cultura “Associação do Culto Afro Itabunense” e membro das comissões estadual e nacional de Pontos de Cultura e do GT Cultura Viva. Integrante do Colegiado do Território de Cidadania Litoral Sul/ Presidente da Câmara Temática de Cultura, membro do Fórum dos Agentes Gestores e Empreendedores Culturais do Litoral Sul da Bahia. Membro do Colegiado Setorial de Cultura afro-brasileira/ CNPC, membro do Colegiado Setorial de Cultura afro-brasileira /CMPC/ Itabuna.

Alexandre Santini - Diretor da Cidadania e da Diversidade Cultural da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC). Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e mestrando em Cultura e Territorialidades pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Alexandre Santini é ator, diretor teatral e especialista em políticas públicas de Cultura.

Encontro Territórios Culturais em Diálogo: Cidadania, Gestão e Espaços Culturais
Cidadania e Diversidade Cultural em Debate
Quando: 08 de junho de 2015, segunda-feira, a partir de 19h.
Local: Espaço Xisto Bahia (Rua General Labatut, 27, Barris, Salvador - BA)
Quanto: Gratuito
Mais informações: sudecult@gmail.com
Realização: Sudecult/ SecultBA

Assessoria de Comunicação 
Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA
Tel – (71) 3103-3442
Adriana Jacob – (71) 9983-5278 - ascom.secultba@gmail.com

Maria Luísa Gouveia - (71) 9154-3321 - marialuisa.ascom@gmail.com

terça-feira, 2 de junho de 2015

PALCO GRAPIÚNA: LOTAÇÃO MÁXIMA NO TEATRO ZELIA LESSA


O projeto “Palco Grapiúna”, idealizado pelos produtores culturais Mateus Saron e Pawlo Cidade, esteve em cartaz no Teatro Zelia Lessa entre a última quinta-feira (28) e domingo (31), com a apresentação de cinco espetáculos teatrais produzidos por grupos da região Sul da Bahia. O projeto, segundo aponta Saron, tem como um dos seus principais objetivos a valorização de espaços alternativos de teatro. Antes de chegar em Itabuna, o projeto já tinha visitado cidades como Ilhéus, Ubaitaba, Buerarema e Itajuípe.

Em Itabuna, a realização do projeto contou com o patrocínio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC). Nas apresentações, o público assistiu as peças “Um ator em busca de um texto”, na quinta-feira; “Teodorico Majestade: As Últimas Horas de um Prefeito”, na sexta; e “Partida”, no sábado. No domingo, o projeto apresentou dois espetáculos: “Sombras da Ouvidor” e a hilariante comédia “Virgens à Deriva”. Todas as sessões contaram com sucesso de público.

O ator José Delmo, que esteve em cartaz na primeira noite do projeto com o espetáculo “Um ator em busca de um texto” disse que não conhece no decorrer de sua história profissional nenhum momento que não fosse de luta. Para ele, “a gente está vivendo um momento histórico cultural muito difícil, tanto aqui, como em Ilhéus, como na região. A mídia como um todo acaba por massacrar a sociedade com produtos que, em geral, não traduzem e não valorizam o trabalho do ator, principalmente o ator regional. Então, nesse aspecto, um projeto como o Palco Grapiúna chega justamente para nos ajudar a transformar a utopia em algo que não seja utopia, e sim, uma realidade. Esse é um projeto alternativo que veio na hora certa, estávamos quase que ‘ociosos’. Em Itabuna, temos o Centro de Cultura Adonias Filho fechado. Em Ilhéus, temos o Teatro Municipal fechado há três anos, a Casa dos Artistas fechada, então esse é um momento de nós criarmos coisas. E o Pawlo Cidade, junto com o Mateus Sarom criaram e nós estamos aí para abraçarmos uma iniciativa que só nos valoriza”.

Mateus Saron, um dos idealizadores, disse que o projeto deverá seguir, agora, para outros municípios como Ibicaraí e Ipiaú. Sobre a realização do mesmo em Itabuna, ele disse que esse projeto “tem uma proximidade muito grande com a cidade. O povo de Itabuna gosta de teatro, isso faz parte da alma das pessoas que vivem aqui. Para se ter uma ideia, a gente nem bem realizou essa primeira edição aqui na cidade e as pessoas já estão perguntando quando teremos a segunda”. Sobre o apoio da FICC, Saron disse que “esse apoio chegou no momento certo. É inegável que uma mostra desse tipo, com essa proposta é importante para o nosso povo. Então, a FICC, como representante do poder público local, chega para fazer acontecer o teatro no melhor dos seus aspectos, aliviando uma realidade que, para os atores, às vezes, é muito difícil, principalmente no que se refere à tentativa nossa de reunir vários grupos, vários atores, em torno de algo tão bacana que é a valorização dos espaços alternativos que ainda temos na cidade, como o Zelia Lessa”.

Saron disse ainda que, após visitar mais algumas cidades da região, o projeto deverá acontecer também na capital do estado e em cidades da Região Metropolitana de Salvador. Nas quatro noites em que esteve em cartaz em Itabuna, o projeto contou com um público de cerca de 400 pessoas (100 por noite). Cada espectador pagou um valor simbólico de R$5.
___
Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC).
Assessoria de Comunicação (ASCOM).
Texto e Fotos: Eric Thadeu Nascimento Souza.

1º de junho de 2015.