domingo, 25 de junho de 2017

CONHEÇA O PERFIL DE QUEM TRABALHA NO SETOR AUDIOVISUAL


A Agência Nacional do Cinema (Ancine), entidade vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), divulgou o estudo "Emprego no setor audiovisual". Elaborado a partir dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e do Registro Administrativo do Ministério do Trabalho do ano-base 2015, a pesquisa teve por objetivo mapear o perfil do emprego no setor audiovisual entre 2007 e 2015. O número de empregos do setor, remuneração média, escolaridade, gênero e distribuição geográfica dos trabalhadores são alguns dos dados divulgados pela pesquisa, que será realizada anualmente.
 
De acordo com a Ancine, durante o período analisado, o segmento audiovisual com maiores níveis de geração de empregos foi a TV aberta, que apresentou um comportamento majoritariamente crescente, totalizando, em 2015, 54% de todos os empregos gerados pelo setor, com 51.721 vagas. Já a distribuição foi a atividade que menos gerou vínculos empregatícios de 2007 a 2015, registrando, em 2015, apenas 897 vagas, o que corresponde a apenas 1% de participação no total gerado pelo setor audiovisual..
 
As atividades econômicas que mais cresceram em número de empregos gerados foram as de produção e pós-produção audiovisual e a de exibição cinematográfica. O número de postos de trabalho gerados pelas empresas de produção e pós-produção audiovisual mais que dobrou, passando de 5.358 empregos gerados em 2007 para 11.252 em 2015. Já as empresas exibidoras tiveram no mesmo período um aumento de 69% no volume de empregos gerados, passando de 8.445 para 14.297.
 
Com relação à qualificação da mão de obra, o nível médio (completo ou incompleto) de escolaridade é maioria no setor, com 51% do total em 2015. No entanto, esse percentual sofreu queda de cinco pontos nos dois últimos dois anos da pesquisa (era de 56% em 2013). Já a participação de trabalhadores com nível superior (completo ou incompleto) cresceu 9 pontos percentuais de 2007 a 2015, atingindo 42% da participação total. Também houve crescimento na participação dos trabalhadores com mestrado ou doutorado, que passaram de 0,13% em 2007 para 0,45% em 2015. Os acréscimos demonstram uma tendência de aumento no nível de escolaridade da mão de obra.
 
Gênero e remuneração
 
A participação de homens e mulheres no setor audiovisual também foi considerada pelo estudo. A predominância masculina (60%) se manteve praticamente inalterada entre 2007 e 2015, registrando apenas um ponto percentual de quada em 2009 e 2014, mesmo momento em que a participação feminina registrou o único ponto de crescimento, alcançando o ápice de 41%. De acordo com o estudo, as atividades de TV aberta agruparam 67% de trabalhadores do sexo masculino, e nas operadoras e programadoras de TV paga, esse percentual chega a 62%. Os segmentos de Exibição Cinematográfica e Aluguel de DVDs registraram maioria feminina, com 59% e 58%, respectivamente.
 
A faixa etária do setor se manteve dois anos mais jovem do que a média de todos os setores da economia brasileira como um todo. De 2007 para 2014 aumentou em 2,2 anos, passando de 32,8 anos para 35. 
 
O salário médio mensal, em 2015, considerando todas as atividades econômicas do setor audiovisual, foi de R$ 3.650, valor 49% maior do que a média da economia brasileira. O setor de distribuição, que representa apenas 1% do setor, registrou os maiores salários médios mensais (R$ 7.405,00), seguido pelas Programadoras de TV Paga (R$ 6.053) e TV Aberta (R$ 5.309). Em 2015, os homens receberam, em média, R$ 3.526, enquanto as mulheres, R$ 3.051,00, o que representa uma diferença de 13%.
 
Em todos os anos de 2007 a 2015 a região Sudeste concentrou mais de 60%  dos empregos do setor audiovisual. Entretanto, esse percentual caiu nos últimos anos, passando de 64% em 2007 para 61% em 2015. Após oscilação nos anos anteriores, a região Nordeste registrou, em 2015, a segunda maior participação (14%), seguida das regiões Sul (12%), Centro-Oeste (7%) e Norte (6%). 

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

quinta-feira, 22 de junho de 2017

ELE ESTÁ DE VOLTA! VIVA O CALENDÁRIO DAS ARTES!

DEPOIS DE UM LONGO TEMPO NA GELADEIRA, FINALMENTE SAI O EDITAL TERROTORIALIZADO MAIS DESEJADO DA BAHIA




Estão abertas, a partir desta quinta-feira, 22 de junho, as inscrições para a primeira chamada do Calendário das Artes 2017, concurso promovido pela Diretoria das Artes (Dirart) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e que contempla, com prêmios de R$ 13 mil, propostas das áreas de Artes Visuais, Audiovisual, Circo, Dança, Literatura, Música, Teatro e Artes Integradas (que envolvem mais de uma área artística).

As inscrições da 1ª Chamada do ano de 2017 seguem até 5 de agosto, recebendo ideias de ações que se iniciem no período de 10 a 30 de novembro deste ano. Nesta 1ª Chamada serão premiadas 35 propostas. O total de recursos para prêmios da 1ª Chamada é de R$ 455 mil.

“O Calendário das Artes prioriza propostas oriundas e/ou realizadas em benefício de populações com menor acesso a produtos culturais e que privilegiem a diversidade cultural”, considera Fernanda Tourinho, diretora da Funceb, entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

No site www.fundacaocultural.ba.gov.br o candidato poderá ler o regulamento e ter acesso aos anexos do Edital, fazendo o download do Formulário de Inscrição para redigir a proposta.

Macroterritórios - O objetivo do Calendário das Artes é selecionar propostas que estimulem o desenvolvimento das artes nos diversos Territórios de Identidade da Bahia, estimulando o desenvolvimento das artes em toda o Estado. O concurso foi iniciado em 2012 e se baseia em princípios para garantir a simplificação, a ampliação e a territorialização da aplicação de recursos para a produção artística baiana de pequeno porte.

Somando os números das quatro Chamadas anteriores, a Funceb, entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), disponibilizou R$ 3,653 milhões para a execução de 282 projetos, oriundos de 109 municípios, contemplando todos os 27 Territórios de Identidade do estado.

Quem participa - Podem participar Pessoas Físicas (qualquer cidadão que tenha CPF) que residam na Bahia e tenham idade igual ou superior a 18 anos, podendo ser brasileiros natos ou naturalizados, ou estrangeiros com permanência legalizada.

Para cada Macroterritório da Bahia, será formada uma comissão específica, com cinco membros. O resultado será divulgado no Diário Oficial do Estado da Bahia e no site da Funceb em até 30 dias após o resultado da seleção.


Serviço:

Calendário das Artes 2017 - 1ª Chamada
Inscrições: até 5 de agosto
Informações:
www.fundacaocultural.ba.gov.br
calendario.artes@funceb.ba.gov.br
71 3324-8521

terça-feira, 20 de junho de 2017

OPINIÃO

Imagem meramente ilustrativa


DEVEMOS TEMER A DESCONTINUIDADE DAS
POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA?
Pawlo Cidade

Em que se sustenta a política nacional de Cultura? O Estado produz Cultura? Qual o papel do Estado na Cultura? Quando, de fato teremos um Sistema Nacional de Cultura consolidado? Estes questionamentos preocupam os ativistas culturais. Preocupam porque a qualquer momento podemos retroceder no tempo e voltar à velha e rasteira política de balcão.

Um dos principais entraves das políticas públicas de cultura está na descontinuidade administrativa com as mudanças de governo. Está também na resistência política à institucionalização da participação social, apesar de assegurada na Constituição Federal. Ou você acha que o governo gosta de  convocar conferências para saber o que a população deseja?

O que acontece quando o próprio governo resolve competir entre si? Como juntar as ilhas que se formam? Como garantir que todos, fora e dentro do governo, falem a mesma língua e comunguem dos mesmos objetivos?

Para tudo! Não estamos construindo políticas de Estado? Por que temer uma descontinuidade governamental? Por que temer as divisões internas? O Estado garante a todos o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional, apoiando e incentivando a valorização e a difusão das manifestações culturais. Está escrito no artigo 215 da Constituição Federal. Temos direitos! Direito autoral, direito à livre criação, à livre fruição ou acesso, à livre difusão, à livre participação nas decisões de política cultural!

O Estado então perde a sua função e esquece do seu papel quando cria corpos artísticos estáveis, como orquestras e companhias de teatro? Quando resolve construir centros culturais e bibliotecas? Quando institui políticas de proteção do patrimônio cultural? Não! É uma ação de produção que, indiretamente, fomenta! O Estado, afirma o ex-ministro Juca Ferreira, tem a função de “democratizar o acesso aos bens e serviços culturais, fomentar a produção, a difusão, a preservação e livre circulação, além de regular as economias da cultura para evitar monopólios, exclusões e ações predatórias, isso é papel incontornável do Estado”.


Sem recursos, sem o fortalecimento do Fundo Nacional de Cultura o Sistema Nacional da Cultura estará fadado ao fracasso. Entretanto, o SMC -  Sistema Municipal de Cultura não! Ele não depende do Sistema Nacional para se estruturar. Se solidificarmos uma política estratégica de cultura nos municípios, com participação efetiva do executivo através de suas receitas próprias, mesmo que pequena, de forma transparente, desconcentrada e democrática dos recursos através dos editais e a participação efetiva do Conselho Municipal de Política Cultural os sistemas municipais serão, inevitavelmente, a fórmula do sucesso. O SMC é um programa estruturante, com ações estruturadoras que garantem acordos coletivos e legitimidade na gestão da Cultura.

Pawlo Cidade, Escritor e Consultor de Políticas Públicas de Cultura. 

segunda-feira, 19 de junho de 2017

CARTA ABERTA DO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE CULTURA

CARTA DO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE CULTURA 


Diante dos novos fatos que envolvem os motivos da renúncia do ministro interino do MinC e da grave situação em que Ministério se encontra, o Fórum de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura vem a público se manifestar:

1. Desde o processo de mudança no Governo Federal, o Ministério da Cultura não se recuperou em sua integridade. Em carta assinada pelos dirigentes deste Forum em maio de 2016, este foi o foco de nosso documento no sentido de ser mantido o MinC em sua integridade e contra sua extinção, qualquer tipo de fusão com o MEC ou sua transformação em secretaria nacional;

2. A manutenção do MinC na estrutura do Governo ocorreu em função da mobilização e pressão dos campos artísticos e culturais junto com à sociedade brasileira mais do que uma determinação política e estratégica do Governo;

3. No dia 16/03/2017 o nosso Fórum esteve em reunião com o então ministro Roberto Freire e lhe entregou um documento com uma pauta pragmática cobrando os cumprimentos contratuais dos objetos firmados em torno dos convênios entre o MinC e as secretarias estaduais de cultura: Programa Cultura Viva/Pontos de Cultura,  edital Economia Criativa, edital do Sistema Nacional de Cultura, Emendas Parlamentares, PAC das Cidades Históricas, Arranjos regionais da ANCINE, Mapas da Cultura e SNIIC;

4. Em todo esse período o MinC não foi nem tem sido capaz de aprovar qualquer Plano de Trabalho, responder as diligências, empenhar os recursos, ordenar despesas e repassar os recursos financeiros referentes aos convênios com os estados da federação brasileira, acarretando em prejuízos imensuráveis para a política de descentralização dos recursos e do pacto federativo de fortalecimento do SNC - Sistema Nacional de Cultura;

5. As palavras do ex-ministro interino, João Batista de Andrade em entrevista à Rádio Jovem Pan de São Paulo em 16/06 sobre "um Ministério que estava em situação absolutamente precária (...) que tinha sofrido com um corte de 43% do seu orçamento (...) o Ministério mal consegue andar e desenvolver projeto nenhum", com um "grau de desrespeito", que se tornou em um "Ministério inviável", com "recursos precários", e que "virou um lugar vago onde todo mundo é candidato sem qualquer ideia de política cultural" e que se recusava a "participar dessa roleta", revelam, na verdade, a percepção, o lugar e o papel da cultura, das artes e da política cultural para o Governo que por hora dirige o país.


Dito isso, o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura denuncia com veemência o desrespeito Institicional não só com o Ministério da Cultura, mas com os criadores, produtores, gestores, realizadores, fazedores, mestres e griôs das artes, da diversidade e do patrimônio cultural brasileiros, o que, em última análise é um desrespeito com a sociedade e com a garantia do direito à cultura e do acesso aos bens e serviços culturais a todos os brasileiros e brasileiras.

Nesses termos, o Fórum vem outra vez defender a integralidade do Ministério da Cultura, contrapor-se ao risco do Ministério se tornar mera moeda de troca "dessa roleta" política e reafirmar seu lugar e o papel das políticas culturais para o desenvolvimento do Brasil, para sua soberania nacional, para o pensamento crítico e inventivo dos brasileiros, para o desenvolvimento social e econômico, bem como para o exercício pleno da democracia.

terça-feira, 13 de junho de 2017

ILHÉUS DEVE ASSINAR ACORDO DE COMBATE ÀS INJUSTIÇAS SOCIAIS

Foto: Secom/Ilhéus
Com a realização do grupo Povos Tradicionais e o apoio da Prefeitura de Ilhéus, aconteceu neste sábado(10), o primeiro encontro de promoção da igualdade racial, no auditório do CEEP, antigo colégio estadual, no Malhado. Representantes indígenas, quilombolas e autoridades municipais debateram temas de afirmação social. O evento serviu para discutir as politicas publicas de inclusão racial na conjuntura democrática do país. Com a participação do prefeito Mário Alexandre, as entidades presentes solicitaram apoio no combate às injustiças sociais, raciais e as intolerâncias religiosas.
Além de discutir políticas públicas de promoção da equidade racial desenvolvidas na cidade, o objetivo era firmar futuros convênios e parcerias com o município. De acordo com o gestor de cultura da Secult, Pawlo Cidade o município precisa criar um sistema de igualdade racial para intermediar ações, que visem garantir os direitos constitucionais dos povos indígenas e quilombolas. “Cada vez mais precisamos fortalecer as politicas publicas de cultura, sobretudo da igualdade racial, para isso é necessário estimular as culturas populares, identidárias, e criar uma relação direta com o sistema de igualdade racial nacional e do estado” explicou.
Fortalecimento - Segundo Pawlo, só assim pode fortalecer as politicas afirmativas sociais e, a partir disso, imprimir ações mais concretas em Ilhéus em benéfico da igualdade racial. Na oportunidade, o prefeito declarou seu apoio à comunidade tradicional e destacou a importância do encontro para o município. Para fortalecer a implementação de ações afirmativas, o prefeito se comprometeu em assinar um termo que inclui o município na luta pelo combate da injustiça social e racial, além da intolerância religiosa.
Esse termo irá contribuir para ações mais concretas no combate a desigualdade, fortalecendo a luta pelo direito a igualdade de todos. “Assinamos o termo de adesão dos municípios culturais,que de certa forma contribui para esse trabalho, reafirmo trabalhar contra as injustiças sociais, contra a discriminação dos povos de terreiro, contra a discriminação racial” destacou.
Palestras e eventos culturais - Além das palestras, o evento contou com apresentações culturais. Às 9 horas aconteceu a palestra sobre “Racismo institucional”, ocorrendo intervenções da plateia. Já às 13h30min os trabalhos recomeçaram com o tema “Extermínio da juventude negra e indígena”, com debate; e às 15 horas, teve inicio a palestra sobre “Enfrentamento à violência contra as mulheres”. Às 16h30min, o evento foi encerrado.

Fonte: Secom/Ilhéus

segunda-feira, 12 de junho de 2017

PROJETO ARTE NA ESCOLA SERÁ REALIZADO NO GRUPO ESCOLAR DA BARRA

Promover a integração, a espontaneidade e autoestima dos educandos através das oficinas de Canto e Artesanato, este é o objetivo do Projeto Arte na Escola que será desenvolvido pela Comunidade Tia Marita no período de julho a novembro no Grupo Escola da Barra, em Ilhéus. O público alvo são estudantes do ensino fundamental do 3º e 4º anos. O projeto será financiado com recursos do Programa Mais Cultura nas Escolas.

Imagem meramente ilustrativa

Na opinião do coordenador do projeto,  Pawlo Cidade, "as oficinas de arte, associadas ao programa pedagógico, auxiliam no processo de ensino-aprendizagem na escola. É uma oportunidade para a criança se expressar, aprimorar suas habilidades interpessoais e aprender a trabalhar em grupo. A música e o artesanato contribuem para a expansão do repertório cultural do educando e melhora indiscutivelmente o desempenho escolar".

Expressar-se e saber comunicar-se, possibilitar a percepção, a imaginação, a emoção, a sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir, são alguns dos resultados no trabalho das oficinas de arte na escola. “O aluno, em situações de aprendizagem, precisa ser convidado a se exercitar nas práticas de aprender a ver, observar, ouvir, atuar, tocar e refletir sobre elas” , estabelece o Plano Curricular de Arte - PCN. "A arte, através das oficinas de vivência atuam neste sentido. Daí a ideia do Projeto Arte na Escola: “Canto e Prazer”, com a oficina de Canto e de Arte em Papel, " conclui Pawlo Cidade.



SERVIÇO
O QUÊ? Projeto Arte na Escola: Canto e Artesanato
QUANDO? De julho a novembro de 2017
ONDE? Grupo Escolar da Barra
PÚBLICO ALVO: Estudantes do 3º e 4º anos do ensino fundamental
QUANTO? Gratuito.

terça-feira, 6 de junho de 2017

PAWLO CIDADE LANÇA "ATÉ MAIS VERDE", 2a. EDIÇÃO, NO COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR

 Foto: Viviane Siqueira

O dia do Meio Ambiente, 5 de junho, foi comemorado com festa no Colégio da Polícia Militar, em Ilhéus. Cerca de 400 alunos fizeram fila para autografar o livro "Até Mais Verde", do autor e diretor artístico da Comunidade Tia Marita, Pawlo Cidade, adotado pela escola para fazer parte do projeto "Água é Vida: Discutindo a crise hídrica", promovido pelo corpo pedagógico. O projeto foi coordenado pelas professoras Selma Estrela, Cristiana Góis, Juliana Galdina e Fernanda Dantas durante todo o mês de maio com culminância ontem, no Dia do Meio Ambiente.

O dia foi marcado com muitas atividades, entrega de prêmios, palestras com Socorro Mendonça, do Instituto Nossa Ilhéus, José Nazal, vice-prefeito de Ilhéus, Elisabeth Zorgetz e a EMBASA. O escritor Pawlo Cidade também falou sobre a importância da água, da cadeia alimentar, das relações dos seres vivos e o meio ambiente e de várias passagens do livro para mais de sessenta alunos. O leitor Enzo, do sexto ano, disse que gostou muito de ter conhecido o escritor e sua obra. "Até Mais Verde é muito bom. Faz a gente pensar mais sobre o meio ambiente", disse ele.


O leitor Enzo, do 6º ano, com o escritor Pawlo Cidade

segunda-feira, 5 de junho de 2017

SAIU O EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA CULTURAS POPULARES DO MINISTÉRIO DA CULTURA

Imagem meramente ilustrativa

A UNIÃO, por meio do Ministério da Cultura (MinC), neste ato representado pela Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC/MinC), estabelece e divulga as normas para o Edital de Seleção Pública “Culturas Populares: Edição Leandro Gomes de Barros”, respeitando os princípios da transparência, isonomia, legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade, eficiência, equilíbrio na distribuição regional dos recursos, gratuidade e acesso à inscrição. Este Concurso respeita os princípios da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, promulgada pelo Decreto nº 6.177, de 1º de agosto de 2007 e do Plano Setorial para as Culturas Populares e se destina a reconhecer e premiar Pessoas Físicas, Grupos/Comunidades sem constituição jurídica e Instituições privadas sem fins lucrativos e com natureza ou finalidade cultural praticantes das diversas expressões culturais populares brasileiras, observadas as disposições dos artigos 215 e 216 da Constituição da República Federativa do Brasil, da Lei nº 13.018, de 22 de julho de 2014, da Instrução Normativa nº 8, de 11 de maio de 2016, da Lei nº 12.343, de 2 de dezembro de 2010 (Plano Nacional de Cultura), da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do Decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006, da Portaria/MinC nº 29, de 21 de maio de 2009, da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, no que lhe for aplicável e as normas estabelecidas neste Edital.  



segunda-feira, 29 de maio de 2017

ATIVIDADES NO CENTRO DE CULTURA ADONIAS FILHO, EM ITABUNA, VOLTAM À NORMALIDADE



A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult) comunica que as atividades nas salas multiuso do Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, voltaram à normalidade desde sábado (27).

A partir de hoje (29), a sala principal será interditada temporariamente para obras de requalificação incluindo a instalação de poltronas com revestimento anti-chamas.

A Secult também informa que o isolamento na parte externa e interna do muro foi concluída na manhã do último sábado (27). A reconstrução será iniciada na próxima semana pela Superintendência de Patrimônio da Secretaria de Administração. 

O projeto de Combate a Incêndio e Pânico já foi elaborado e encaminhado ao Corpo de Bombeiros para aprovação. A Secretaria de Cultura demonstra desta forma preocupação em manter a segurança das atividades no espaço.

sábado, 27 de maio de 2017

SECRETARIA DE CULTURA DE ILHÉUS PUBLICA NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DA EX-GESTORA EUGÊNIA CÉLIA



NOTA DE PESAR
A Secretaria Municipal de Cultura de Ilhéus (Secult) registra profundo pesar pelo falecimento da gestora cultural Eugênia Célia, aos 70 anos, ocorrido na madrugada deste sábado (26), em Ilhéus.
Esposa do médico José Lourenço, foi diretora presidente da extinta Fundação Cultural de Ilhéus e diretora da Casa de Cultura Jorge Amado deixando um legado de amizade, amor, compromisso e responsabilidade pelo patrimônio cultural.


Nota do Blog: O súbito passamento da ex-gestora de cultura Eugênia Célia pegou todos de surpresa. Seu espírito de seriedade e cuidado com a coisa pública é exemplo para todos nós da Comunidade Tia Marita. Vá em paz, guerreira!