sexta-feira, 20 de agosto de 2021

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DA BAHIA CONVIDA ENTIDADES PARA COMPOSIÇÃO DO CONESP



As inscrições para os novos conselheiros que vão compor o Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social - Conesp, estão abertas até o dia dois de setembro de 2021.


O edital que regula as inscrições no processo eleitoral que tem por objetivo eleger quatro novos Conselheiros para compor o Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social – Conesp, foi publicado no dia 3 de agosto, no Diário Oficial do Estado da Bahia.

Serão escolhidos dois representantes de entidades ou organizações da sociedade cuja finalidade esteja relacionada com segurança pública e defesa social e dois outros de entidades de profissionais de segurança pública, para um mandato de dois anos, no biênio 2021- 2023, em atendimento ao disposto na Lei Federal no 13.675/2018, que instituiu a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social - PNSPDS, criou o Sistema Único de Segurança Pública - SUSP e autorizou a criação dos conselhos de segurança pública e defesa social, e na Lei estadual no 14.169/2019, que criou e disciplinou o Conesp.

Os conselhos de segurança pública e defesa social são parte integrante da estrutura do SUSP e essenciais à execução da PNSPDS. Devem congregar representantes com poder de decisão dentro de suas estruturas governamentais e têm natureza de colegiado, com competência consultiva, sugestiva e de acompanhamento social das atividades de segurança pública e defesa social, respeitadas as instâncias decisórias e as normas de organização da Administração Pública.

Na Bahia, o Conesp é composto pelo Secretário da Segurança Pública, que o preside, Secretário de Administração Penitenciária e Ressocialização, Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar, Comandante-Geral da Polícia Militar, Delegado-Geral da Polícia Civil da Bahia, Diretor-Geral do Departamento de Polícia Técnica, Superintendente de Proteção e Defesa Civil, representante da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, representante do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, representante do Ministério Público do Estado da Bahia, representante da Defensoria Pública do Estado da Bahia, representante da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Bahia, dois representantes de entidades ou organizações da sociedade cuja finalidade esteja relacionada com segurança pública e defesa social e dois representantes das entidades de profissionais de segurança pública. A composição do Conesp reúne 16 integrantes ao todo.

O processo eleitoral será realizado em cinco etapas: cadastramento das entidades no SEI/BA, inscrições no processo eleitoral, realização da Assembléia Eleitoral, interposição de recursos e homologação dos resultados.

Poderão concorrer às eleições os dirigentes inscritos pelas entidades interessadas, via Sistema Eletrônico de Informações do Estado da Bahia (SEI/BA), em duplas, de modo a ocupar as posições de Conselheiro e seu suplente. Cada entidade poderá apresentar apenas uma dupla de candidatos, desde que observados os requisitos previstos no Edital.

A Assembleia Eleitoral acontecerá no dia 13 de setembro, com início previsto para a 9 horas, no Auditório do Centro de Operações de Inteligência, localizado no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador.

Fonte: Ascom/UESC

terça-feira, 17 de agosto de 2021

COLETIVO FLISBA QUER SABER QUANTOS ESCRITORES EXISTEM NO SUL DA BAHIA


O Coletivo Literário FLISBA está promovendo o mapeamento literário dos escritores e escritoras do sul da Bahia, inclusive, daqueles que possuem obras literárias escritas, mas que ainda não foram publicadas. Podem também participar do mapeamento as pessoas que atuam com a literatura oral, redes sociais entre outros suportes de divulgação dos trabalhos. O objetivo da pesquisa é traçar o perfil da produção literária sulbaiana e colaborar com ações que visam estimular a escrita, o apoio e articulação de estratégias para apoiar a divulgação dos artistas que atuam com a palavra e escrita.

O sul da Bahia é uma terra fértil de escritores, inclusive, alguns deles com destaque internacional como Jorge Amado, Adonias Filho. Seguem a tradição literária grapiúna: Sosígenes Costa, Valdelice Pinheiro, Telmo Padilha, Elvira Foeppel, Janete Badaró  e tantos outros escritores com origem na região.

Para Luh Oliveira, uma das responsáveis por coordenar a ação junto ao Coletivo FLISBA, compreende que o mapeamento visa identificar “Quem somos nós? Onde moramos? Que literatura fazemos? Quantos somos?” Para ela, “tudo isso é importante para a visibilidade da literatura sul-baiana bem como para a divulgação e o incentivo de escritores/as de nossa terra.”

Os interessados podem preencher o questionário por meio do seguinte link:

https://bit.ly/2VJ8qTo 

O preenchimento do questionário fica disponível até 08 de setembro de 2021. As informações serão tratadas e os resultados das análises serão divulgados posteriormente.

Ascom/FLISBA

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

CÂMARA DE VEREADORES DE ILHÉUS FAZ AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE FUTURO DA CULTURA E DO TURISMO NO MUNICÍPIO

 



A audiência reuniu representações artísticas, políticas e empresariais de Ilhéus e foi considerada um absoluto sucesso.



Ainda há um abismo gigantesco entre as políticas públicas voltadas para os segmentos da Cultura e do Turismo de Ilhéus e a relação direta que especialmente a Prefeitura – independente de qual governo esteja no poder - mantém com os protagonistas destes dois importantes setores. Enquanto a cidade possui uma moderna legislação para abrigar e proteger os dois segmentos e fazê-los avançar, artistas e empresários se sentem desprotegidos, solitários, à espera de ações mais efetivas que possam fazer “a roda girar”. Para todos.

Essa foi a principal conclusão tirada hoje (12), durante Audiência Pública realizada pela Câmara Municipal de Ilhéus para discutir o futuro dos dois segmentos, tidos como fundamentais para o processo de crescimento da economia da cidade, especialmente no período da pós-pandemia. “Isso acontece por que ações isoladas não avançam. É preciso trabalhar em grupo”, resume o presidente da Academia de Letras de Ilhéus e representante Fundação Cultural do Estado da Bahia no evento, Pawlo Cidade.

Grupo de Trabalho

A audiência reuniu representações artísticas, políticas e empresariais de Ilhéus e foi considerada um absoluto sucesso pelo propositor, o vereador Alzimário Belmonte, o Gurita (PSD). Participaram ainda os vereadores Cláudio Magalhães (PCdoB), Kaíque Souza (Podemos) e Ederjúnior dos Anjos (PSL). Um Grupo de Trabalho começa a atuar já na próxima quinta-feira (19), a fim de elaborar uma estratégia de aproximação entre governo e sociedade, viabilizando ações que beneficiem os dois setores, com uma pauta definida e um objetivo planejado.

“O caminho é parar com a política de balcão e democratizar recursos por meio de edital, com lisura e com rigor”, opina a cantora e compositora Eloah Monteiro. Ao receber o convite para participar do evento, ela chegou a pensar em não comparecer. “Resisti, estava com a sensação de descrença”. A artista lembrou que em 2019 apresentou – e foi aprovado com apoio da Prefeitura - um projeto artístico colocando Ilhéus na maior rede de música autoral do mundo. O evento foi realizado. Mas até hoje ela aguarda o repasse a que tinha direito. “A arte é um desafio para todos nós. Eu só existo se eu mesma me financiar”, lamentou.

Ideia, ação e resultado

A mesma sensação de Eloah é partilhada pelo empresário Átila Eiras, presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (ATIL). “A cabeça do empresário é clara. Pensamos nesta ordem: ideia, ação, resultado. O plano existe. É praticar. Mas o sentimento é de que sempre estamos fazendo tudo de novo”, afirmou. Eiras destacou que, lamentavelmente, o potencial turístico de Ilhéus ao longo dos anos não saiu do lugar. “É o mesmo que ter uma Ferrari na garagem, ficar olhando pra ela e não andar com ela. É diferente de quem tem um fusca, anda e faz a roda girar”, comparou.

Liderança importante do terceiro setor, a ativista social, Socorro Mendonça, do Instituto Nossa Ilhéus, disse que mesmo diante desta realidade, a cidade precisa acreditar que um dia pode ser diferente. Ela destacou a audiência pública como uma oportunidade de mostrar ao poder público que a sociedade se preocupa com a cidade e quer acertar. “Para isso é preciso que tenhamos consciência do que está sendo adotado. Onde estamos e onde queremos chegar. As oportunidades e os desafios. E o que é mais importante: o que fortalece e o que nos enfraquece”, apoiou a artista popular, Janete Lainha, que defende a mesma tese.

Falta espaço

A cantora Laís Marques lembrou que é inconcebível que esteja num lugar com tantos artistas e que não se sinta parte dos espaços artísticos da cidade. O ex-vereador Paulo Moreira foi além. Para ele, faltam projetos bem elaborados e priorizar o que, de fato, possa ser elemento gerador de emprego e renda. “No Turismo, por exemplo, a realidade é que ele seja pensado como produto e não mais de forma amadora”, destacou.

Em geral, a maior queixa para o segmento do turismo é a falta de um calendário promocional fixo e a necessidade da melhoria de serviços na cidade, como o seu aspecto visual. “Uma campanha de limpeza pública não se restringe ao lixo que é retirado da cidade. Ilhéus começa da praia pra dentro. E as praias são abandonadas”, lamenta o empresário do ramo de hotelaria, Raimundo Júnior. Para ele, “as regras estão aí, mas a prática não é feita”.

Um outro olhar

Na cultura, o número limitado de espaços culturais e uma forma mais transparente na contratação de artistas, sem privilégios de grupos apadrinhados, são a principal queixa. “Não estamos dentro de uma caixinha. Não somos apenas academias. Somos grupos de dança nos bairros. A dança tem que ser vista uma ação física, educacional, artística e cultural. Estou aqui pedindo um olhar, espaços e oportunidades. Olhem para as praças, os espaços culturais, onde podemos nos apresentar”, reivindicou Bianca Lavigne, do Setorial de Dança.

Esta falta de estrutura é confirmada pela professora Sheila Carvalho. Há 20 anos a Associação Cultural Amigos de Morpheu, da qual é integrante, mantém uma quadrilha junina, representando o bairro Nelson Costa. “A gente ensaia no meio da rua, muitas vezes na chuva”, afirma. No restante do ano, ela assegura que a sua entidade tem projeto, mas não tem espaço para desenvolvê-los.

“Nadando contra a correnteza”, o diretor artístico Ed Paixão toca, com parcos recursos, a construção de um Centro Cultural no populoso bairro Nossa Senhora da Vitória, na zona sul. Metade da obra já está levantada. O centro cultural será um ambiente de formação artística. “O que queremos é parar de digitar o nome do bairro no Google e só aparecer fotos de jovens negros assassinados”, afirmou.

Protesto

Mas se por um lado, o projeto segue firme, por outro Ed se sente sem voz na sociedade. Aproveitou a audiência para protestar e entregar sua carta-renúncia como membro do Conselho Municipal de Cultura. Segundo informou, trata-se do terceiro conselheiro a tomar esta decisão. E o motivo é sempre o mesmo: falta de apoio. “A arte e cultura não estão aqui para mendigar. Elas existem. Precisam ser fomentadas”, protesta Taíná Melo, membro do Fórum Permanente de Cultura. “Turismo não se faz com pessoas amadoras. Precisamos passar desta fase, passar para outro patamar”, reivindica Edson Alves, estudante de Gestão de Turismo no IFBaiano, em Uruçuca.

Manto da invisibilidade

“A população não vive o turismo. Acha que o segmento ganha dinheiro sozinho na cidade. Mas é importante destacar que o dinheiro circula, beneficia a todos”, defende Jorge Fonseca, presidente da Associação dos Cabaneiros da Praia do Sul. Já o membro do Membro do Movimento Cultural Povos de Terreiros de Ilhéus, Egbon (irmão mais velho) Alaboji, queixa-se do número de jovens negros mortos e de casa de religião depredadas por conta de atos de intolerância religiosa. “Nosso pedido é para rasgar o manto de invisibilidade que nos assola”, protesta. “Que a sociedade tenha um olhar para o gospel como forma de cultura real”, reivindica o músico Anderson Silva, da Associação dos Músicos Evangélicos de Ilhéus.

O fato é que a Audiência Pública de hoje deu vez e voz a diversos setores da cultura e do turismo de Ilhéus. A partir de agora, o grupo vai trabalhar para que, de forma coletiva, essas reivindicações ecoem pelos corredores dos poderes públicos e, juntos, possam construir um novo ambiente para os dois setores, considerados grandes alternativas para que Ilhéus possa avançar a caminhos dos seus 500 anos. “O Turismo, de fato, nesta pandemia, foi o primeiro setor a ser atingido e o último a retornar. Façamos deste retorno o recomeço. Mas é preciso, também, começar a agir, de definir prioridades e quando novos recursos chegarem, sabermos como e em que vamos investir”, destaca Margareth Araújo, superintendente do setor na Prefeitura. “A sociedade é quem deve fazer a cultura. O nosso papel é de estabelecer mecanismos para que isso aconteça”, reconhece a superintendente de Cultura do município, Jennifer Horrana.

A Audiência Pública também homenageou, com um minuto de silêncio e aplausos, o produtor, gestor cultural e regente, Letto Nicolau, que faleceu na noite de quarta-feira, vítima de um infarto. Letto foi fundador da Sociedade Filarmônica Capitania dos Ilhéos, um dos mais bem sucedidos projetos sociais do município.


Fonte e foto: Redação/O Tabuleiro.

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

NOTA DE PESAR



A Comunidade Tia Marita lamenta, profundamente, o passamento do compositor, produtor, regente e gestor cultural, Sebastião Nicolau dos Santos, mais conhecido como Letto Nicolau.

"Com seus projetos musicais, enriqueceu a história da música e da cultura da região Sul da Bahia,  profissionalizando pessoas em diferentes idades.  Ele imprimiu a cultura da boa música nos diversos gêneros musicais, capacitando-nos a criar, produzir, transformar, ser e existir!", afirmou a cantora e amiga pessoal Selma Aguiar. 

Foi fundador e regente da Sociedade Filarmônica Capitania dos Ilhéos.

Letto Nicolau "é, sem dúvidas,  uma nota musical que fará imensa falta na orquestra da vida!", finalizou Selma em nota para amigos.


segunda-feira, 9 de agosto de 2021

FUNCEB ABRE DIÁLOGO SOBRE O SALÃO DE ARTES VISUAIS DA BAHIA 2022



O mais antigo projeto continuado da Fundação Cultural do Estado está de volta: os Salões de Artes Visuais da Bahia retornam em 2022, 30 anos após sua primeira edição.

Para retomar os debates em torno dos Salões, reaquecer o sistema criativo baiano e reaproximar artistas do projeto, a Funceb vai realizar amanhã (10), às 14h30, o Diálogos Virtuais dos Salões de Artes Visuais da Bahia, com transmissão aberta ao público no Youtube da Fundação.

O encontro com a classe artística baiana tem o objetivo de escutar as principais demandas deste público quanto ao projeto.

Saiba mais sobre os Salões no site da Funceb: https://bit.ly/3yCOZtM

quinta-feira, 29 de julho de 2021

SECULT/BA DIVULGA LISTA DE MUNICÍPIOS QUE PODEM SOLICITAR RECURSOS REVERTIDOS DA LEIA ALDIR BLANC



Diante da prorrogação e alteração da Lei Aldir Blanc (Lei nº 14.017/2020), pela Lei nº 14.150/2021, a qual permite a execução do saldo remanescente da mesma até 31 de dezembro de 2021, os municípios baianos listados no link abaixo que desejem receber os recursos da LAB, nos termos do exposto pela Coordenação Geral do Sistema Nacional de Cultura do Ministério do Turismo, devem, através de ofício, manifestar seu interesse à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e ao Ministério do Turismo.

Confira no site da Secult se seu município tem recursos a receber dos saldos remanescentes da Lei Aldir Blanc.

Se seu município estiver na lista, cabe à prefeitura manifestar interesse via ofício à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia pelo email:

informacao.reversao@cultura.ba.gov.br

domingo, 25 de julho de 2021

ARTIGO: "A escrita e o Dia Nacional do Escritor"


Homenagem da Academia de Letras de Ilhéus pelo dia do escritor


A escrita e o Dia Nacional do Escritor"

Por Efson Lima*

Nada melhor para refletir sobre a escrita que se deparar com o Dia Nacional do Escritor. Uma das grandes marcas da humanidade é a escrita. Não só por ter colocado a condição humana em um patamar elevado entre os seres vivos, mas  a prática da escrita permite o registro da trajetória humana, a evolução do planeta. A escrita é meio para que um emaranhado de palavras, ideias,  símbolos sejam estruturados. A escrita oferece sentido a própria existência da vida. A escrita é uma das faces do “projeto de desenvolvimento humano”.

Em “tempos modernos”, cada vez mais visual, por vezes, esquecemos que durante muito tempo os nossos principais meios comunicacionais foram a fala, a escrita, os gestos, os objetos... agora, os satélites nos unem, nos globalizam e possibilitam  uma dimensão maior do fenômeno. Em três segundos, estamos conectados na aldeia global. O século XX foi pródigo de descobertas e invenções. 

O nacional também pode se tornar global.  O escritor Jorge Amado, talvez,  um dos primeiros escritores a ganhar a vida com o dinheiro de obra literária no Brasil, indiretamente, colocou o termo escritor no catálogo de profissões. A minha geração conheceu escolas de escritores, oficinas e faculdade para formar profissionais da área.  O escritor nascido em Ferradas, na cidade de Itabuna, foi internacionalizado. Paulo Coelho, o maior dos escritores nacionais em volume de vendas, foi uma das caras do Brasil ao lado de sua mulher na candidatura do Rio de Janeiro para sediar as Olímpiadas em 2016. Lembro-me que muito se discutiu se suas obras eram literatura ou não. A Academia Brasileira de Letras virava a cara. As massas de leitores sinalizaram que outros caminhos são possíveis. 

No mundo da escrita algumas discussões surgem. Quem é escritor? Quem é autor? O escritor e autor são sinônimos? O que é uma “boa literatura”? Existe isso mesmo?  Existe uma literatura do cacau? Regional? Há roteiro para se tornar um escritor? Há cânone na literatura? O que é isso mesmo?  Eis algumas das perguntas que não consigo responder, mas fico atento às discussões. Deixo essas provocações para Silmara Oliveira, professora especializada em literatura; Pawlo Cidade com  quase 20 livros publicados, ontem relançou  o seu livro “ O Tesouro Perdido das Terras do Sem-fim, leitura que estou a fazer;  Luh Oliveira, mestra na área de letras e poeta;  pediria meu mago Ramayana Varges, um intelectual no sentido pleno do termo.  Poderia também convidar Igor Luiz, das terras de Coaraci/ Ibirapitanga; Sheila Shew, a artista – produtora, de Buerarema/Itabuna; Tácio Dê, com suas Tertúlias, às 18:51 horas. Isso mesmo no Instagram, repito: 18:51 horas; Walmir do Carmo, que além da força de sua escrita, confere ainda maior força  aos seus poemas quando declama. Tive o prazer de ouvi-lo ontem, fisicamente, dia 24/07, no ato em defesa da democracia e da luta antifascista. Ainda,  posso convidar Aurora Souza para dar continuidade a lista. Fica faltando outra gama de gente boa, mas invocando o sagrado, temos o professor Ruy Póvoas que nos amanhece com sua voz radiante às sextas-feiras, mestre do material e do espiritual, uma instituição para além das terras sul-baianas. Mestre de gerações. 

Li pela primeira vez, no Diário de Ilhéus, academicamente exigiria um apud, conforme artigo da professora Maria Luiza Heine, que Adonias Filho, certa vez, profetizou que além de cacau, o sul da Bahia faz brotar escritores. Particularmente,  tenho constatado esse fenômeno no Flisba, Bardos Baianos Litoral Sul, Costa do Descobrimento e Extremo Sul. As notícias chegam. 

É verdade, gente! Hoje é o dia Nacional do Escritor, dia 25 de julho. Mas não falarei nada disso. Não falarei também do fenômeno da escrita nas redes sociais. Desculpa!


*Efson Lima – doutor em direito/Ufba. Professor universitário. Advogado. Início e termino o presente texto no Alto do Basílio em Ilhéus, dia 25/07/2021.

sexta-feira, 23 de julho de 2021

´PRORROGADAS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO NACIONAL DE FOTOGRAFIA PIERRE VERGER ATÉ DOMINGO (25)



A Fundação Cultural do Estado (Funceb/SecultBA) prorroga até este domingo (25) as inscrições para o Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger. Podem participar fotógrafas e fotógrafos acima de 18 anos e residentes no Brasil. Com o objetivo de incentivar, divulgar e valorizar a produção fotográfica brasileira, quatro ensaios fotográficos oriundos de todo o país.

Nesta edição, os prêmios serão dados de acordo com três categorias: Ancestralidade e Representação, na qual serão apreciados os ensaios que abordem a etnofotografia enquanto possibilidade de registro e interpretação dos aspectos relacionais, familiares, sociais, e dentre outros; Questões Históricas, na qual serão apreciados os ensaios fotográficos que dialoguem com o momento histórico contemporâneo, considerando a realidade pandêmica e suas consequências e, por fim, a categoria de Livre Temática e Técnica, que premiará ensaios fotográficos documentais que registrem de forma livre no que se refere a sua temática e técnica utilizada e que tragam aspectos despercebidos na observação do cotidiano. Cada participante concorrerá em apenas uma das categorias.

Premiação

Nestas categorias, três participantes receberão um prêmio no valor de R$ 30 mil, um quarto participante com a prerrogativa de ser baiano, ou se estrangeiro residente legalmente por mais de dois anos na Bahia, será premiado com uma residência artística em parceria com o Instituto Sacatar, além do valor de R$ 10 mil. Os ensaios fotográficos devem ser inéditos (podem já ter sido expostos), mas não podem ter sido premiados no Brasil ou no exterior.


INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O MERCADO DAS INDÚSTRIAS CRIATIVAS DO BRASIL - MICBR 2021



Estão abertas, até o próximo dia 12 de agosto, as inscrições do edital de seleção para o Mercado das Indústrias Criativas do Brasil – MICBR 2021. Promovido pela Secretaria Especial da Cultura, o certame selecionará até 270 empreendedores culturais de 9 setores criativos para participação nas rodadas de negócios e demais atividades do MICBR, que, neste ano, será realizado na modalidade virtual, entre os dias 26 e 29 de outubro deste ano. 

O MICBR é um megaevento de negócios que reúne centenas de empresas e milhares de criadores e empreendedores dos setores culturais e criativos do Brasil e do exterior. Neste ano, a programação do MICBR incluirá rodadas de negócios, espaços para a troca de contatos profissionais (networking), oportunidades de apresentação de produtos e serviços (pitchings), além de atividades de capacitação para empreendedores. Assim como na primeira edição do evento, o MICBR 2021 é uma iniciativa conjunta da Secretaria Especial da Cultura e a Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI). 

Mais informações em: 


Edital disponível na íntegra em: 


Formulário de inscrições e tutorial para proponentes disponíveis em: 

terça-feira, 20 de julho de 2021

PRÊMIO DE FOTOGRAFIA NATUREZA E CORAÇÃO YOGA

 

Continuam abertas as inscrições para o Prêmio de Fotografia Natureza e Coração de Yoga. O prêmio fica aberto numa plataforma permanente para publicação do trabalho de fotógrafos brasileiros e estrangeiros, com premiações anuais.

As inscrições vão até 16 de Novembro de 2021, a edição 2021 do concurso irá publicar os selecionados em fluxo contínuo, no site e nas redes sociais de Natureza e Coração de Yoga - Arterapia.

A proposta do Prêmio de Fotografia Natureza e Coração de Yoga é dar visibilidade às mais variadas formas de expressão fotográfica, sem restrição de temática ou de abordagem e sempre buscando a excelência na forma e no conteúdo.

Nas inscrições, o participante poderá enviar as mesmas quando desejar, respeitando o prazo deste Regulamento. As imagens devem ser enviadas em formato JPEG de alta resolução.

SAIBA MAIS CLICANDO AQUI