quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
COMISSÃO DOS PONTOS DE CULTURA DA BAHIA FAZ PRIMEIRA REUNIÃO DE 2015
O compromisso com o diálogo ativo e mais próximo da comissão estadual foi uma das principais pautas da reunião de Pontos de Cultura da Bahia, na última segunda-feira (9/02), na sede do Instituto Palmares em Salvador. Com a presença da Secretaria de Cultura da Bahia e da Regional do MinC, a comissão estadual pediu que a Lei Cultura Viva seja tomada como uma política estadual dentro do sistema de cultura da Bahia. Segundo o integrante da comissão, Lula Dantas, a reunião “foi a oportunidade de dialogar com Estado sobre as questões que são prioritárias para a construção de uma política cultural envolvendo todos os nossos territórios de identidade”. A expectativa dos pontos é se crie uma nova forma de gestão para o programa Cultura Viva na Bahia, “não só em relação ao diálogo, mas também na construção de uma gestão compartilhada”.
Fonte: Informativo MinC Bahia e Sergipe, ano 3, nº 41.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
CRIANÇAS DA ESCOLA CENTRO COMUNITÁRIO DO IGUAPE ENCERRAM PROJETO ECOTEATRO DO PROGRAMA MAIS CULTURA NA ESCOLA
As sensibilizadoras Andréa Bandeira, Aline Hafner, Cláudia Silva e Jamile encerraram suas atividades no projeto Ecoteatro do Programa Mais Cultura na Escola do Ministério da Cultura e Ministério da Educação. A iniciativa teve início em setembro de 2014 e finalizou na última sexta-feira, 06 de fevereiro, na Escola Centro Comunitário do Iguape, em Ilhéus, Bahia.
O PROGRAMA MAIS CULTURA NAS
ESCOLAS consiste em iniciativa interministerial firmada entre os Ministérios da
Cultura (MINC) e da Educação (MEC), que tem por finalidade fomentar ações que
promovam o encontro entre o projeto pedagógico de escolas públicas contempladas
com os Programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador e experiências culturais
e artísticas em curso nas comunidades locais.
Os projetos inscritos no Mais
Cultura nas Escolas são ações conjuntas entre as escolas, artistas
e/ou entidades culturais, que elaboraram o Plano de Atividade Cultural da
Escola, com o objetivo de aproximar práticas artísticas e culturais do fazer
pedagógico das escolas.
A responsabilidade pela
construção e gestão do Plano de Atividade Cultural foi mútua, da escola e da
iniciativa cultural parceira, e foi mantida ao longo do desenvolvimento do
projeto. Em 2013, foram selecionados 5 mil projetos e cada um deles foi
contemplado com valores entre R$ 20 e R$ 22 mil.
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CAMPINAS DISCUTE CRIAÇÃO DE LEI CULTURA VIVA MUNICIPAL
CAMPINAS SAI NA FRENTE E QUER EMPLACAR A LEI CULTURA VIVA MUNICIPAL. VAMOS TORCER PARA QUE OUTROS MUNICÍPIOS SIGAM O MESMO EXEMPLO. SÓ ASSIM O SMC SAI MAIS FORTALECIDO
Artistas, ativistas, criadores,
produtores, brincantes, griôs, mestres da cultura popular, educadores,
midialivristas, pesquisadores e representantes de Pontos de Cultura, entre
outros integrantes da classe artística de Campinas (SP), participaram, na noite
da quinta-feira (6/2), de um debate público para construção da Lei Cultura Viva
municipal, nos moldes da legislação nacional aprovada em julho de 2014, que
transformou o Programa Cultura Viva em política de Estado.
O debate, realizado na Câmara de
Vereadores de Campinas, foi coordenado pelo vereador Gustavo Petta (PCdoB),
autor do Projeto de Lei que cria a Lei Cultura Viva na cidade. Durante o
evento, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer melhor o funcionamento
da legislação nacional e de discutir como ela poderia ser adaptada para a
cidade de Campinas, além de entender o processo de tramitação dentro do
parlamento municipal. A previsão é que a lei seja aprovada e sancionada até
setembro deste ano.
Representante do Ponto de Cultura
Casa de Cultura Tainã e Rede Mocambos, TC Silva destacou que Campinas é uma
cidade com tradição em promover ações voltadas ao estímulo e preservação da
cultura viva. "Tendo isso em mente, a cidade tem responsabilidade de trazer
um pouco mais de humanidade para a Lei Cultura Viva Municipal, com mais
liberdade na participação social e mais centrada nos fazedores de cultura do
que na burocracia dos processos", destacou.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
NAS RIMAS DO CORDEL
Depois de ministrar oficinas nos
bairros Teotônio Vilela, Nelson Costa e Conquista, o projeto Nas Rimas do Cordel vai realizar um
encontro com escritores na Tenda Teatro Popular de Ilhéus (TPI). A atividade
acontecerá às 19 horas dos próximos dias 10 e 11, em frente ao espaço cultural
instalado na Avenida Soares Lopes. A iniciativa é gratuita e aberta ao público
interessado no gênero literário popular.
Os
cordelistas Gilton Thomaz e Franklin Costa irão apresentar os resultados das
atividades realizadas nos bairros ilheenses, com os participantes das oficinas
lendo e expondo seus textos. Durante as duas noites, foram convidados
escritores regionais consagrados para bate-papo com o público. Já estão
confirmadas as presenças de André Rosa Ribeiro, no dia 10, e Sherney Pereira,
no dia 11.
O
projeto Nas Rimas do Cordel foi
realizado ao longo do mês de janeiro deste ano. Coordenada por Gilton Thomaz, a
iniciativa gratuita oferecia aulas práticas e teóricas sobre literatura de
cordel. Franklin Costa foi responsável por conduzir as atividades, que contaram
com o apoio de lideranças comunitárias. As capas dos livretos foram ilustradas
por Mário Costa, que criou os desenhos a partir de sugestões dos autores. A
iniciativa é financiada pelo Fundo de Cultura da Bahia, através do edital de
Culturas Populares.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
POLA RIBEIRO NA SECRETARIA DE AUDIOVISUAL DO MINISTÉRIO DA CULTURA
RIO - O ministro da Cultura, Juca
Ferreira, confirmou nesta quinta-feira (5) o convite ao baiano Pola Ribeiro, de
59 anos, para assumir a Secretaria do Audiovisual (SAV). Comunicador e cineasta
com experiência em gestão público, Ribeiro substituirá João Batista da Silva,
que ocupava interinamente o cargo desde a saída do cineasta Leopoldo Nunes, em
outubro de 2013.
Segundo Ribeiro, o convite foi
oficializado pelo próprio Juca Ferreira ainda na tarde de quarta-feira (4),
depois de reuniões do ministro com o comitê gestor do audiovisual. Diretor de
filmes como “Jardins das folhas sagradas” (2011), ele era diretor do Instituto
de Radiodifusão Educativa da Bahia até abril de 2014, quando saiu para disputar
as eleições do ano passado como deputado estadual, peto PT.
— Acredito que a nomeação saia no
Diário Oficial logo depois do Carvanal. Mas segunda-feira (9) estarei em Brasília
para conversar com o secretário João Batista, para saber quais são as questões
mais urgentes da Secretaria, e tomar conhecimento das agendas que já tenho e
ainda estou por fora — diz Ribeiro, que não conseguiu uma vaga na Câmara. —
Minha campanha trabalhava com poucos recursos, e tinha como tema a cultura, o
que é raro.
A confirmação de Ribeiro encerra as
especulações da classe cinematográfica em torno do nome que assumiria a SAV
dentro da gestão de Juca Ferreira. Um dos nomes mais cotados para o cargo, e
que contava com o apoio de produtores e diretores nas redes sociais, era o da
jornalista e produtora cultural Carla Francine, ex-Coordenadora de Cinema e
video da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/juca-ferreira-convida-pola-ribeiro-para-assumir-secretaria-do-audiovisual-15256741#ixzz3QyGvvCLu
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
DOMÍNIO PÚBLICO: MAIS DE 65 MIL IMAGENS E VÍDEOS GRATUITOS NO POND5
Nesta semana foi lançado mundialmente o projeto Pond5 Domínio Público, uma biblioteca de conteúdo em domínio público gratuita feita especialmente para profissionais do audiovisual. A coleção inicial reúne 10 mil clipes de vídeo, 65 mil fotos e centenas de gravações em áudio e imagens em 3D. Com sede em Nova Iorque, e escritórios em Genebra na Suíça e Praga na República Tcheca, o Pond5 é um espaço para artistas e criadores de mídia comercializarem seu conteúdo.
“Como boa parte da empresa é composta justamente por profissionais de audiovisual, nós conhecíamos bem a dificuldades de se encontrar esse tipo de material para nossas produções. Em geral, só existiam três opções: 1) se aventurar por sites gratuitos onde a usabilidade é terrível e a confiabilidade quanto ao verdadeiro status legal dos itens é duvidosa; 2) recorrer a site confiáveis mas que cobram caríssimo por esse serviço; ou 3) contratar um pesquisador ou ir pessoalmente a uma instituição como o Arquivo Nacional dos Estados Unidos para dedicar inesgotáveis horas à busca do material”, conta Lucas Maciel, gerente de produção e conteúdo da empresa.
Para ele, tudo isso é absolutamente antinatural: se algo está no domínio público, deveria estar disponível e acessível a todos, já que, afinal de contas, pertence a todos.
Domínio público é o estágio em
que a obra, geralmente por decurso do tempo, passa a ser de uso livre, para
todos, para sempre. O prazo geral, no Brasil, é de 70 anos contados da morte do
autor ou, no caso de obras fotográficas e audiovisuais, por exemplo, de 70 anos
contados da primeira publicação. O prazo mínimo permitido pelo direito
internacional é de 50 anos.
Fonte: Cultura e Mercado
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
JUCA FERREIRA QUER MUDANÇA NA LEI DE INCENTIVOS FISCAIS À CULTURA
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, deu posse na segunda-feira (2/2)
aos novos integrantes da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
Eles serão os responsáveis, nos anos de 2015 e 2016, por analisar projetos
culturais e autorizar a captação de recursos com a renúncia fiscal da Lei
Rouanet.
Em seu discurso, o ministro defendeu a parceria público-privada para
projetos culturais, mas ressaltou que ainda existem fragilidades da legislação
atual. Para ele, as regras de hoje não contemplam a diversidade da produção do
país, levando à concentração de incentivos no circuito Rio-São Paulo. "A
Lei Rouanet tem gerado concentração e precisa de modificações", disse o
ministro, em seu discurso.
Ferreira ponderou que a comissão continuará tendo um papel importante
dentro do ministério, mesmo com o projeto do Procultura, que tramita no
Congresso Nacional e propõe alterações importantes na legislação de incentivos
fiscais.
"A CNIC, certamente, com todas as modificações que, por ventura,
virão e que eu torço para vir, terá um papel importante porque é um sistema de
participação. Tanto o poder público quanto as diversas representações nacionais
de todas as áreas estão presentes", afirmou o ministro. "E a gente
pode processar da melhor maneira possível as demandas e transformar de fato num
apoio."
A comissão tem reuniões mensais para avaliar os projetos. Parte dos
encontros acontece em Brasília, e a outra metade é itinerante, em cada uma das
regiões do país. O trabalho dos integrantes da comissão é voluntário, ou seja,
não é remunerado. Eles apenas recebem ajuda de custo para deslocamento e
alimentação.
"Vocês sabem que é um trabalho de grande responsabilidade e de um
volume inacreditável. É a estrutura que mais consome energia do
ministério", sintetizou o ministro.
Segundo o secretário de Fomento e Incentivo à Cultural do MinC, Ivan
Domingues, o grupo é responsável por avaliar mais de 7 mil propostas culturais
por ano, que são inscritas para conseguir a autorização do ministério para
captar recursos com empresas que se beneficiam com a renúncia fiscal.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O IV FESTIVAL DE DANÇA DE ITACARÉ
Festival de Dança Itacaré - ano
IV torna pública a convocatória para a seleção de espetáculos de dança
contemporânea no âmbito nacional, para a implementação e desenvolvimento de um
panorama voltado para o diálogo entre as danças da região com a dança contemporânea,
valorizando os grupos de dança do interior da Bahia e o intercâmbio de
conhecimentos.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
OITO PROPOSTAS SÃO CONTEMPLADAS PELO PROJETO CALENDÁRIO DA CAPOEIRA
Oito propostas foram escolhidas
para o Projeto Calendário da Capoeira, iniciativa da Secretaria Municipal de
Cultura (Secult), em parceria com o Teatro Popular de Ilhéus, com o objetivo de
oportunizar à população ilheense um maior acesso a esse tipo de arte. A
comissão foi composta por Ciro Nonato dos Santos Filho, representante da Câmara
de Cultura Popular do Conselho Municipal de Cultura de Ilhéus, Marivaldo da
Silva Santos, representante da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia no
Litoral Sul, e por Gilmário Rodrigues Santos, representante da Secretaria
Municipal de Cultura (Secult).
Foram selecionadas propostas
apresentadas por grupos e mestres, sendo quatro de pequeno porte e outras
quatro de médio porte. Com prêmios nos valores máximos de R$ 2.300, para
projetos de médio porte, e de R$ 1.300, para propostas de pequeno porte. Os
trabalhos aprovados vão desde batizados de capoeira, capacitações a roteiros e
circuitos de apresentações.
Foram contemplados os seguintes
projetos: Grupo 1, de pequeno porte, Capoeira – Elemento de Cidadania e
Juventude, Projeto Intercâmbio Cultural, Capoeira Angola Mucumbo e Festival
Ilheense de Capoeira. Já as propostas selecionadas do Grupo 2, de médio porte,
foram: Projeto Ilheense de Capoeira, Berimbau Que me Chama e Brincadeira de
Capoeira, IV Encontro Baiano de Capoeira e XV Batizado e Troca de Corda e
Mostra Cultural Lua Branca.
Os premiados deverão realizar
suas propostas conforme apresentadas no Formulário de Inscrição, além de
apresentar um Relatório de Atividades, ao término do projeto. Todos os
trabalhos terão acompanhamento da Secult durante o período de execução. Os
projetos serão realizados por meio de contrato firmado com o Teatro Popular de
Ilhéus, conforme o processo de inexigibilidade 11608/14.
Patrimônio - Uma das
manifestações culturais mais conhecidas no Brasil e reconhecidas no mundo, a
Roda de Capoeira recebeu, em Novembro de 2014, da Organização das Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o título de Patrimônio
Cultural Imaterial da Humanidade. Após votação durante a 9ª sessão do Comitê
Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, a Roda de
Capoeira ganhou oficialmente o título.
A iniciativa do calendário tem o
incentivo do prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, que considera a capoeira “parte
da cultura principalmente da Bahia e uma marca da resistência dos negros”.
Fonte: Ascom/Ilhéus
SEM PLANEJAMENTO NÃO HÁ COMO DIVULGAR SEU TRABALHO, NÃO HÁ COMO TORNÁ-LO CONHECIDO
O XIS DA COMUNICAÇÃO
Por Mônica Herculano
Dizer que o modo como a
informação circula hoje em dia mudou já virou clichê. Falar das novas
tecnologias, da possibilidade de qualquer pessoa ser um comunicador para as
massas, das mudanças nas relações entre marcas e público, já faz muita gente
pedir encarecidamente: “Ok, mas qual é a novidade?”.
No entanto, por mais que a
comunicação esteja facilitada, comunicar bem ainda é algo que nem todos
conseguem. E na área cultural, muitos produtores e artistas ainda se atrapalham
quando precisam definir o quê e como fazer para divulgar seus trabalhos.
“Houve um tempo em que os
cadernos de cultura pautavam as grandes gravadoras”, lembrou o jornalista
Alexandre Matias na abertura da mesa sobre comunicação no mercado da música,
durante a Semana
Internacional de Música de São Paulo, em dezembro passado. Hoje em dia,
quando grandes gravadoras já não são mais tão importantes, e com o declínio da
mídia impressa, isso mudou. No entanto, ainda é importante.
Para Francine Ramos, produtora e
assessora de imprensa, o artista quer reconhecimento do público, mas também da
crítica. “Mesmo com as redes sociais cheias, ele quer um aval do especialista”,
afirmou no debate. Além disso, a maioria dos contratantes quer o aval de um
grande veículo. “Isso faz crescer os olhos dele, embora ser capa de uma
Ilustrada já não garanta mais casa cheia.”
A jornalista e também assessora
de imprensa Nathalia Birkholz lembrou que o mailing da agênciaInker – que trabalha
com diversos artistas independentes e festivais nacionais e internacionais –
mudou nos últimos quatro anos. Incluiu agências de conteúdo e de publicidade,
por exemplo. “Hoje não basta mais falar apenas com a imprensa, tem que falar
com o cara que forma opinião no meio musical, os blogs especializados e,
especialmente, as agências de conteúdo”, afirmou.
Daí que a divulgação de um novo
trabalho vira um trabalho de formiguinha. “Sair em um blog muitas vezes abre
para outro. Aí isso vai crescendo e às vezes chega no grande”, disse Francine.
Mas para chegar no grande, é preciso haver planejamento. “Criar uma banda com
um conceito, formar o trabalho, é muito importante pra conseguir o sucesso. Tem
um trabalho de base a ser feito”, lembrou Matias.
Planejamento - Para
Nathalia, além do trabalho de base, é preciso ter um trabalho de equipe:
empresário, produtor e assessor dedicados. Ela lembrou que, se para o
patrocinador ainda importa que o artista esteja na grande mídia, para o fã não.
Então o planejamento deve prever quem se quer atingir.
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