sexta-feira, 13 de maio de 2016

COMUNICADO OFICIAL


NOTA OFICIAL DA SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DA BAHIA

Reduzir o Ministério da Cultura à condição de Secretaria nos dá a dimensão exata da compreensão de cultura que tem o novo – e provisório – comando do Brasil.

O MinC, nos últimos 13 anos, liderou a formulação e realização de políticas culturais com base na democratização, no respeito à diversidade e na ampliação do conceito de cultura. Através da participação social e do diálogo estabelecido, foi possível desenvolver políticas culturais que marcaram uma nova atenção para as culturas populares:  as afro-brasileiras, as indígenas, as de gênero,  e orientações sexuais, das periferias, audiovisuais, digitais etc.

Ações como o programa – hoje lei – Cultura Viva ganhou imensa visibilidade nacional e internacional, com um trabalho dedicado à cidadania cultural, consolidando a cultura como fundamental para o desenvolvimento social, incorporando comunidades até então desassistidas pelo Estado Brasileiro.

Ao estimular a institucionalidade e a organização do campo da cultura, o MinC tornou possível que as políticas culturais se transformassem em políticas de Estado através de dois importantes instrumentos: o Plano Nacional de Cultura (PNC) e o Sistema Nacional de Cultura (SNC), que estabelece uma perspectiva federativa, pactuando União, Estado e Municípios e que, após intensa participação social, foram transformados em Leis e definem as diretrizes e ações da Cultura no País pelos próximos 10 anos, enfrentando a insistente descontinuidade nas políticas.

A SecultBa entende que a fusão do MinC com qualquer outra pasta é um retrocesso à autonomia conquistada em 1985 e pode fragilizar as políticas em andamento e voltar a reduzir a Cultura a ação acessória, num país onde as políticas culturais já são reconhecidas pela sociedade como fundamentais para o desenvolvimento simbólico, econômico e social.

O Ministério da Cultura foi criado em 1985, pelo Decreto 91.144 de 15 de março daquele ano. Reconhecia-se, assim, a autonomia e a importância desta área fundamental, até então tratada em conjunto com a educação.

A diversidade cultural, além de ser elemento fundamental na construção da própria identidade do País, é, cada vez mais, um setor de grande destaque na economia, como fonte de geração crescente de empregos e renda.

A Cultura Brasileira cabe e ainda sobra na estrutura de um Ministério; e não em uma mera e exígua Secretaria! 


13/05/2016

Assessoria de Comunicação - Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA

Telefone: (71) 3103-3442

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Exposição de painéis gigantes sobre a cidade de Salvador e campanha #MusEuVou marcam a abertura da 14ª Semana de Museus



A exposição "Museus: Paisagens Culturais", composta por 11 painéis gigantes impermeabilizados que retratam o crescimento urbano da cidade de Salvador, principalmente no final do século XIX, abre a 14ª Semana de Museus em Salvador. O evento marca ainda o lançamento da campanha #MUSEUVOU e conta com a apresentação ‘Afoxé Agogôs de Lata’, da Orquestra Museofônica e Emília Biancardi. 

A realização é da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) e Diretoria de Museus (DIMUS). Estes painéis (média de 3 X 2 metros) foram retirados do livro '50 anos de urbanização - Salvador da Bahia no Século XIX', resultado do projeto de pesquisa de Consuelo Novais 'Serviços Urbanos e Movimentos Sociais na Bahia; 1846-1900', vencedor da primeira edição do Prêmio Clarival do Prado Valladares, promovido pela Odebrecht. As fotografias foram doadas pela construtora ao Museu de Arte da Bahia (MAB. A pesquisa foca nas transformações ocorridas na cidade de Salvador com o surgimento dos primeiros serviços de transportes coletivos, abastecimento de água, saneamento e iluminação. 

"A 14ª edição da Semana e Museus traz como tema ‘paisagem cultural’, que abrange tanto a paisagem natural quanto a construída pelo homem, ou seja, suas intervenções arquitetônicas-urbanísticas. Por esta razão estarão expostas, no Passeio Público, algumas imagens da antiga Salvador para que o público possa conhecer, apreciar e, ao mesmo tempo refletir acerca das mudanças ocorridas no centro da cidade, ao longo dos anos A exposição é gratuita e terá caráter permanente no Passeio Público que já é considerado um 'museu a céu aberto'. Esperamos uma intensa visitação", diz a diretora de Museus do IPAC, Ana Liberato.

Campanha #MUSEUVOU

Promover, divulgar e valorizar os museus brasileiros, aumentar o público visitante e intensificar a relação dos museus com a sociedade. Estes são os objetivos da campanha “#MUSEUVOU - #MUSEUCUIDO” que será lançada pelo Governo do Estado, via Secult/BA//IPAC, em parceria com Secretaria de Comunicação (SECOM) e criação da agência Objectiva. 

Dentre as peças criadas estão spot para rádio, cartaz, praguinha, folheto, fundo de palco, galhardete, banners para internet e redes sociais, veiculação de banners em sites parceiros do Google, Facebook e Instagram através de anúncios e postagens patrocinadas. Além disso, conta com Elemídia (monitores), mobiliário urbano e instalação de flâmulas com os motes da campanha em todos os museus participantes da Semana de Museus. Os visitantes vão ter à disposição molduras customizadas para tirar fotos. 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A CONSULTORIA SOBRE FORMATAÇÃO DE PORTFÓLIO EM ILHÉUS



Empreendedores que atuam nos setores criativos e culturais em Ilhéus e região já podem se inscrever para a consultoria sobre Formatação de Portfólio, promovida pelo Escritório Bahia Criativa. A ação será realizada no dia 12 de maio (quinta-feira), de 8h30 às 17h30, no Sebrae. As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 10 de maio, pelo e-mail: bahia.criativa@cultura.ba.gov.br

A consultoria buscará analisar e estruturar um portfólio, com foco na identificação dos potenciais competitivos e comerciais a serem oferecidos aos clientes. Nichos de mercado, atributos do produto/serviço, desempenho de produção, rentabilidade e posicionamento da empresa, projeto ou artista serão questões abordadas. 

As facilitadoras são a jornalista, profissional de gestão em mídias digitais e especialista em gestão e políticas públicas, Fernanda Matos, e a graduada em Marketing, consultora e gestora na área de mídias digitais com especialização em Gestão de Projetos, Mari Cardoso.

Escritório Bahia Criativa - O Bahia Criativa é um escritório público de atendimento e suporte a profissionais e empreendedores que atuam nos setores criativos. Fruto de um convênio firmado entre o Ministério da Cultura e o Governo da Bahia, o equipamento é gerido pela Secretaria de Cultura do Estado e tem como objetivo proporcionar qualificação ligada à gestão e sustentabilidade econômica de atividades criativas. O local oferece atendimento e suporte a profissionais e empreendedores que atuam nos setores criativos, por meio de consultorias, assessoria técnica e capacitação profissional – sempre com foco na qualificação da gestão de projetos e negócios criativos. Acompanhe a fanpage: https://goo.gl/1Iky4w
Serviço
Consultoria – Formatação de Portfólio em Ilhéus
Quando: quinta-feira, 12 de maio, de 8h30 às 17h30
Onde: Sebrae, localizada na Praça Marcelino, nº 100, térreo – Centro, Ilhéus-BA
Quanto: Gratuito
Inscrições: até 10 de maio, pelo e-mail: bahia.criativa@cultura.ba.gov.br
Informações:  (71) 3319-0033
Vagas Limitadas

03/05/2016


Assessoria de Comunicação - Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA

Telefone: (71) 3103-3452

quarta-feira, 27 de abril de 2016

RESULTADO FINAL DO MAPA DA PALAVRA.BA


A Casa de Santinha, de Pawlo Cidade, foi selecionada pelo Mapa da Palavra

Após a fase de recebimento e análise dos recursos, é divulgado o resultado final do Mapa da Palavra.BA. Confira a publicação no DOE e a lista atualizada nos anexos . O projeto é desenvolvido pela Coordenação de Literatura/Dirart da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), unidade da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA). O Mapa da Palavra.BA iniciou, no dia 16 de outubro de 2015 a etapa de cadastramento, que seguiu até 14 de março de 2016 e foi prorrogada até 18 de março de 2016. Artistas da palavra que atuam nos 27 territórios de identidade do estado ou baianos que residem fora, puderam se inscrever. A lista completa da seleção pode ser conferida aqui

Os objetivos deste projeto são mapear e diagnosticar a produção literária do Estado da Bahia, a partir dos 27 territórios de identidade, e estimular a produção e difusão da literatura baiana. O processo de seleção de produções literárias serve ao propósito de compor o portal virtual e quatro publicações digitais e/ou impressas do projeto. 

Foram 275 inscritos dos municípios de Alagoinhas, Amargosa, Andaraí, Barra, Brumado, Buerarema, Cachoeira, Caldeirão Grande, Canarana, Caraíbas, Caoraci, Condeúba, Cruz das Almas, Fátima, Feira de Santana, Gentio do Ouro, Guanambi, Ibotirama, Ilhéus, Iramaia, Itaberaba, Itabuna, Itacaré, Itapetinga, Jequié, Juazeiro, Lauro de Freitas, Luis Eduardo Magalhães, Macarani, Macaúbas, Madre de Deus, Monte Santo, Mundo Novo, Muritiba, Mutuípe, Nova Canaã, Olindina, Pé de Serra, Planaltino, Porto Seguro, Presidente Tancredo Neves, Ribeira do Pombal, Rio Real, Salvador, Santa Maria da Vitória, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Santo Estevão, São José do Jacuípe, Sapeaçu, Sátiro Dias, Senhor do Bonfim, Serrinha, Simões Filho, Teixeira de Freitas, Urandi, Utinga, Valença, Varzedo e Vitória da Conquista.

A comissão de seleção foi composta por quatro membros da sociedade civil, Ana Lucia Silva Souza (professora da Universidade Federal da Bahia), Antonio Carlos de Oliveira Barreto (cordelista, poeta e professor), Cide Piquet Barreira Junior (editor da Editora 34/São Paulo) e Ivana Teixeira Figueiredo Gund (professora na Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus X - Teixeira de Freitas), e por um membro do poder público, Karina Rabinovitz, Coordenadora de Literatura da Funceb.

A próxima etapa do projeto será realizar o diagnóstico do setor literário, a partir das 275 inscrições. A Coordenação de Literatura/Dirat realizará um diagnóstico preliminar da literatura no estado da Bahia, identificando agentes, tipos de produção, categorias, espaços de atuação, participação em grupos e/ou coletivos, entre outros. Os resultados deste diagnóstico serão divulgados no portal virtual do projeto, que será lançado, junto com a primeira publicação digital e/ou impressa, até Outubro/2016. As produções literárias selecionadas na primeira etapa serão difundidas através deste portal virtual do projeto e as produções literárias selecionadas na segunda etapa, farão parte das publicações digitais e/ou impressas, que serão distribuídas a partir da primavera de 2016 até o inverno de 2017.


segunda-feira, 25 de abril de 2016

SEGUE EM CARTAZ A EXPOSIÇÃO “ÍNDIOS NA JANELA” NO PALACETE DAS ARTES


Gildásio Rodriguez (pintor), Pawlo Cidade (curador), Silvan Barbosa (colecionador)

Depois de levar mais de mil pessoas para conhecerem peças artesanais de diversas etnias brasileiras e quadros de faces indígenas, na última semana, a exposição "Índios na Janela" prorroga sua permanência no Palacete das Artes até esta quinta-feira (28). A visitação acontece de 13h às 19h e a entrada é gratuita.

Cerca de 200 peças artesanais e 20 pinturas ocupam o 1º pavimento do Palacete. São arcos, colares, lanças e bordunas das tribos Pataxós, Xukuru Kariri, Maxakali e Krenak, entre outras, que apresentam a cultura indígena como algo vivo e dinâmico, propiciando ao público uma identificação positiva através das faces dos povos da floresta.

A exposição já foi vista por cerca de 3500 pessoas em Ilhéus e Porto Seguro, por onde já passou em curtas temporadas em fevereiro e março. É voltada para o público em geral, em especial, para estudantes do ensino fundamental, ensino médio, pesquisadores, historiadores e professores.

As peças possuem valor inestimável e foram juntadas ao longo dos 25 anos em que o colecionador Silvan Barbosa Moreira, ex-funcionário da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), teve contato e se dedicou ao trabalho com as mais variadas tribos indígenas brasileiras. “Tenho peças com mais de 30 anos e outras muito raras. A mais antiga é da Ilha do Bananal, no Mato Grosso, já a mais nova é um cocar e um colar Kaiapó que veio do Pará. Entre peças artesanais, livros, CDs e DVDs, tenho quase mil objetos, adquiridos ou que me foram dados de presente por amigos indígenas. Esta exposição serve para contribuir e ampliar o conhecimento do público sobre a vida e a cultura indígenas”, explica o colecionador.

Já os quadros de faces indígenas são de Gildásio Rodriguez, conhecido como “O Gil dos índios”, que já foi protagonista de diversas exposições individuais e coletivas no Brasil, Estados Unidos e Portugal. “Ao ler a saga dos irmãos Villas Boas no Alto Xingu, senti a necessidade de divulgar, através da pintura, a cultura de um povo que sofreu e sofre injustiças dentro de um país democrático. Comecei em 1998 e, desde então, criei mais de 30 quadros”, conta o pintor.

A exposição oferece ao público imagens e informações de natureza histórica e cultural, propiciando uma identificação positiva com as coletividades indígenas e oportunizando ao público um olhar mais humano sobre essa questão. Para o curador da exposição, Pawlo Cidade, "essa mostra aponta para um caminho no esforço de pensar os indígenas sob o ponto de partida da cultura, de uma janela que se abriu no passado, que continua aberta no presente e mantém-se escancarada pela dimensão contemporânea, permitindo um diálogo com muitas outras tradições culturais”.

O projeto é uma realização da Comunidade Tia Marita e conta com apoio do Fundo de Cultura da Bahia, mecanismo de fomento à cultura gerido pelas secretarias de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e da Fazenda (Sefaz).  Acompanhe todas as informações na fanpage: www.facebook.com/Indiosnajanela

Sobre o colecionador Silvan Barbosa Moreira - Começou sua carreira como na Fundação Nacional do Índio (FUNAI ), em 1987. Em Eunápolis, acompanhou a demarcação das terras indígenas de Coroa Vermelha. Dois anos, depois acompanhou a instalação da Aldeia da Jaqueira, em Porto Seguro. Em 1990 ficou refém por três dias na Aldeia Nova Vida, em Camamu e, nesse período, conseguiu a pacificação entre os próprios índios Pataxó. Em 1994, quando foi trabalhar em Brasília e reencontrou o índio Galdino que já o conhecia há sete anos e dele ganhou de presente uma borduna. Estes presentes acabaram se tornando o pontapé inicial para uma coleção de utensílios e instrumentos indígenas de mais de duas centenas de peças.

Outras empreitadas enriqueceram a experiência de Silvan, bem como o seu acervo: trabalhou com o Cacique Juruna e o Cacique Raoni; participou da retirada do gado da Ilha do Bananal no Mato Grosso com os índios Carajá; e, em Minas Gerais, chegou às terras dos povos Xacriabá, Pataxó, Maxakali e Krenak; foi convidado para fazer parte da força tarefa em Rondônia, na retirada dos garimpeiros de diamantes das terras dos índios Cinta Larga, onde conheceu o índio Pio Cinta Larga. Aposentou-se em 2013, depois de quase 30 anos desenvolvendo uma série de projetos em terras de diversas etnias, mediando conflitos e colecionando os inúmeros objetos que podem ser vistos na exposição.

Sobre o pintor Gildásio Rodriguez - Ex-aluno do professor Edson Calmon, começou a pintar a figura indígena em 1998, estudando a história dos irmãos Villas Boas: Orlando, Cláudio e Leonardo, vanguardistas da Expedição Roncador-Xingu. Foi protagonista de diversas exposições individuais e coletivas, entre elas a II e III Bienal de Artes de Itabuna; 7º Salão de Artes do Estado da Bahia. Expôs na extinta Casa dos Artistas, Teatro Municipal de Ilhéus, Academia de Letras de Ilhéus, Espaço Cultural Bataclan, Aleluia Ilhéus Festival e Espaço Cultural Tororomba.

Participou de exposições fora do país como a Brasil Coffee House, em Nova York; A Talentos do Brasil, no Palácio da Independência, em Lisboa, e da exposição Trajectos, em Alenquer, também em Portugal. Possui quadros na Embaixada do Brasil, nos Estados Unidos da América.

Sobre o curador Pawlo Cidade - É pedagogo, especialista em Educação Ambiental, dramaturgo, agente cultural, produtor e diretor de teatro com 27 anos de experiência. Além de membro do Conselho Estadual de Cultura e da Academia de Letras de Ilhéus, também é escritor com 14 livros publicados. Já fez a curadoria do Festival Nacional de Dança de Itacaré; do Centenário do escritor Jorge Amado; do Seminário Teatro e Teatralidade, do Seminário Dramaturgia e Contemporaneidade e do Simpósio Economia Criativa e Legislação Cultural.

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br

Serviço
O quê: Prorrogação da exposição “Índios na Janela”
Onde: Palacete das Artes, Rua  da Graça, 289, Graça, Salvador
Quando: de 26 a 28 de abril, de 13h às 19h.
Entrada gratuita
Informações à imprensa: Pawlo Cidade - (73) 9 9998.2555 | 9 8831.2555 | 9 9154.7019


25/04/2016

Assessoria de Comunicação - Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA

Telefone: (71) 3103-3442





domingo, 24 de abril de 2016

SECULTBA REALIZA PALESTRAS PARA AUXILIAR PRODUTORES CULTURAIS NA EXECUÇÃO DE PROJETOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS


A Secretaria da Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) realiza mais uma palestra sobre Execução e Prestação de Contas de Projetos do Fazcultura e do Fundo de Cultura da Bahia em 2016, programas que fazem parte do Sistema Estadual de Fomento à Cultura. O encontro acontecerá no próximo dia 28 de abril, de 14h às 17h, no Escritório Bahia Criativa (Forte do Barbalho). O público alvo são os proponentes de projetos em execução ou a serem iniciados e produtores culturais interessados em ter acesso às informações, já que os eventos são abertos e gratuitos.

Segundo o diretor de Controles da Superintendência de Promoção Cultural, Manoel Pinto, responsável pelas palestras, o objetivo é esclarecer aos proponentes de projetos culturais sobre os mecanismos de prestação de contas, a forma de preenchimento dos formulários e a relação com a SecultBA, obedecendo as normas vigentes. “Queremos proporcionar a um número cada vez maior de proponentes a oportunidade de conhecer e esclarecer dúvidas sobre os vários aspectos da execução dos projetos apoiados via Fundo de Cultura e Fazcultura”, afirma. Desde que foi iniciado o ciclo de palestras, em 2009, ocorreram mudanças positivas no trabalho dos proponentes quanto à apresentação das prestações de contas, que passaram a observar melhor os critérios das normas dos programas Fazcultura e Fundo de Cultura.

sábado, 16 de abril de 2016

RODA DE CONVERSA "CULTURA, COMUNICAÇÃO E CONJUNTURA POLÍTICA - DESAFIOS E PERSPECTIVAS” COM POLA RIBEIRO



O secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, Pola Ribeiro, participa da Roda de Conversa “Cultura, Comunicação e Conjuntura Política - Desafios e perspectivas”, na próxima quarta-feira (20.04), às 19h, no Museu de Arte da Bahia (MAB), em Salvador. A ação é uma iniciativa da Representação Regional do MinC – Bahia e Sergipe, com apoio do MAB. 

O secretário vai tratar do novo ciclo de gestão da Secretaria do Audiovisual (SAv/MinC), que passa pelo audiovisual, “mas também converge para a comunicação pública, em uma realidade social na qual o acesso aos meios de produção de conteúdo é uma prática comum da maioria dos cidadãos brasileiros”, segundo ele.

O novo ciclo da SAV envolve o fortalecimento de parcerias institucionais com outros órgãos e entidades – como a Associação de Comunicação Educativa Roquete Pinto (ACERP), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), os Ministérios da Educação e das Comunicações, a Empresa de Cinema e Audiovisual de São Paulo (SP Cine) –, além do diálogo com a Ancine e demais estruturas do MinC (Secretarias e vinculadas).

A ideia é reunir um público interessado no debate da comunicação e da cultura e também preocupado com os desafios e as perspectivas no cenário político atual. A entrada é gratuita. 

Roda de Conversa
“Cultura, Comunicação e Conjuntura Política - Desafios e perspectivas” com Pola Ribeiro
Quando: 20/04
Horário: 19h
Onde: Museu de Arte da Bahia - MAB
End: Av Sete de Setembro 2340, Corredor da Vitória, Salvador - Bahia

Informações:
71.34176918

quarta-feira, 13 de abril de 2016

DIVULGADA LISTA DOS SELECIONADOS DO MAPA DA PALAVRA



Divulgada no dia 09/04, no Diário Oficial do Estado, a lista geral da seleção do Mapa da Palavra.BA. O projeto é desenvolvido pela Coordenação de Literatura/Dirart da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), unidade da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA). O Mapa da Palavra.BA iniciou, no dia 16 de outubro de 2015 a etapa de cadastramento, que seguiu até 14 de março de 2016 e foi prorrogada até 18 de março de 2016. Artistas da palavra que atuam nos 27 territórios de identidade do estado ou baianos que residem fora, puderam se inscrever. 




Os objetivos deste projeto são mapear e diagnosticar a produção literária do Estado da Bahia, a partir dos 27 territórios de identidade, e estimular a produção e difusão da literatura baiana. O processo de seleção de produções literárias serve ao propósito de compor o portal virtual e quatro publicações digitais e/ou impressas do projeto.

Foram 275 inscritos dos municípios de Alagoinhas, Amargosa, Andaraí, Barra, Brumado, Buerarema, Cachoeira, Caldeirão Grande, Canarana, Caraíbas, Caoraci, Condeúba, Cruz das Almas, Fátima, Feira de Santana, Gentio do Ouro, Guanambi, Ibotirama, Ilhéus, Iramaia, Itaberaba, Itabuna, Itacaré, Itapetinga, Jequié, Juazeiro, Lauro de Freitas, Luis Eduardo Magalhães, Macarani, Macaúbas, Madre de Deus, Monte Santo, Mundo Novo, Muritiba, Mutuípe, Nova Canaã, Olindina, Pé de Serra, Planaltino, Porto Seguro, Presidente Tancredo Neves, Ribeira do Pombal, Rio Real, Salvador, Santa Maria da Vitória, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Santo Estevão, São José do Jacuípe, Sapeaçu, Sátiro Dias, Senhor do Bonfim, Serrinha, Simões Filho, Teixeira de Freitas, Urandi, Utinga, Valença, Varzedo e Vitória da Conquista.

A comissão de seleção foi composta por quatro membros da sociedade civil, Ana Lucia Silva Souza (professora da Universidade Federal da Bahia), Antonio Carlos de Oliveira Barreto (cordelista, poeta e professor), Cide Piquet Barreira Junior (editor da Editora 34/São Paulo) e Ivana Teixeira Figueiredo Gund (professora na Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus X - Teixeira de Freitas), e por um membro do poder público, Karina Rabinovitz, Coordenadora de Literatura da Funceb.

A próxima etapa do projeto será realizar o diagnóstico do setor literário, a partir das 275 inscrições. A Coordenação de Literatura/Dirat realizará um diagnóstico preliminar da literatura no estado da Bahia, identificando agentes, tipos de produção, categorias, espaços de atuação, participação em grupos e/ou coletivos, entre outros. Os resultados deste diagnóstico serão divulgados no portal virtual do projeto, que será lançado, junto com a primeira publicação digital e/ou impressa, até Outubro/2016. As produções literárias selecionadas na primeira etapa serão difundidas através deste portal virtual do projeto e as produções literárias selecionadas na segunda etapa, farão parte das publicações digitais e/ou impressas, que serão distribuídas a partir da primavera de 2016 até o inverno de 2017.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

EXPOSIÇÃO “ÍNDIOS NA JANELA” CHEGA AO PALACETE DAS ARTES DIA 19


Depois do sucesso de público em Ilhéus e Porto Seguro, a exposição chega a Salvador com acervo composto por peças artesanais de diversas etnias brasileiras e quadros de faces indígenas, no data em que é celebrado o Dia do Índio.

Cerca de 200 peças artesanais e 20 pinturas ocuparão o 1º pavimento do Palacete das Artes entre os dias 19 e 24 de abril. São arcos, colares, lanças e bordunas das tribos Pataxós, Xukuru Kariri, Maxakali e Krenak, entre outras, que apresentam a cultura indígena como algo vivo e dinâmico, propiciando ao público uma identificação positiva através das faces dos povos da floresta. O acervo estará disponível para visitação na data em são celebrados os valores, a importância da preservação e o respeito a esses povos. Na abertura, que acontece às 17h, haverá vernissage para os convidados conhecerem a proposta . A entrada é gratuita.

A exposição já foi vista por cerca de 3500 pessoas em Ilhéus e Porto Seguro, por onde já passou em curtas temporadas em fevereiro e março. É voltada para o público em geral, em especial, para estudantes do ensino fundamental, ensino médio, pesquisadores, historiadores e professores. O projeto prevê também uma apresentação indígena dos Pataxó, no dia 20/04, às 16horas, na área externa do Palacete das Artes e uma palestra gratuita e aberta ao público, ministrada pelo colecionador Silvan Barbosa Moreira, com o tema “Minha Vida na Tribo”, dia 22/04, às 15 horas no mesmo local da exposição.

Beatriz - Óleo sobre tela de Gildásio Rodriguez

As peças possuem valor inestimável e foram juntadas ao longo dos 25 anos em que o colecionador Silvan Barbosa Moreira, ex-funcionário da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), teve contato e se dedicou ao trabalho com as mais variadas tribos indígenas brasileiras. “Tenho peças com mais de 30 anos e outras muito raras. A mais antiga é da Ilha do Bananal, no Mato Grosso, já a mais nova é um cocar e um colar Kaiapó que veio do Pará. Entre peças artesanais, livros, CDs e DVDs, tenho quase mil objetos, adquiridos ou que me foram dados de presente por amigos indígenas. Esta exposição serve para contribuir e ampliar o conhecimento do público sobre a vida e a cultura indígenas”, explica o colecionador.

Já os quadros de faces indígenas são de Gildásio Rodriguez, conhecido como “O Gil dos índios”, que já foi protagonista de diversas exposições individuais e coletivas no Brasil, Estados Unidos e Portugal. “Ao ler a saga dos irmãos Villas Boas no Alto Xingu, senti a necessidade de divulgar, através da pintura, a cultura de um povo que sofreu e sofre injustiças dentro de um país democrático. Comecei em 1998 e, desde então, criei mais de 30 quadros”, conta o pintor.

A exposição oferece ao público imagens e informações de natureza histórica e cultural, propiciando uma identificação positiva com as coletividades indígenas e oportunizando ao público um olhar mais humano sobre essa questão. Para o curador da exposição, Pawlo Cidade, "essa mostra aponta para um caminho no esforço de pensar os indígenas sob o ponto de partida da cultura, de uma janela que se abriu no passado, que continua aberta no presente e mantém-se escancarada pela dimensão contemporânea, permitindo um diálogo com muitas outras tradições culturais”.



O projeto é uma realização da Comunidade Tia Marita e conta com apoio do Fundo de Cultura da Bahia, mecanismo de fomento à cultura gerido pelas secretarias de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e da Fazenda (Sefaz), através do edital Agitação Cultural: Dinamização de Espaços Culturais.  Acompanhe todas as informações na fanpage:

Sobre o colecionador Silvan Barbosa Moreira - Começou sua carreira como na Fundação Nacional do Índio (FUNAI ), em 1987. Em Eunápolis, acompanhou a demarcação das terras indígenas de Coroa Vermelha. Dois anos, depois acompanhou a instalação da Aldeia da Jaqueira, em Porto Seguro. Em 1990 ficou refém por três dias na Aldeia Nova Vida, em Camamu e, nesse período, conseguiu a pacificação entre os próprios índios Pataxó. Em 1994, quando foi trabalhar em Brasília e reencontrou o índio Galdino que já o conhecia há sete anos e dele ganhou de presente uma borduna. Estes presentes acabaram se tornando o pontapé inicial para uma coleção de utensílios e instrumentos indígenas de mais de duas centenas de peças.

Outras empreitadas enriqueceram a experiência de Silvan, bem como o seu acervo: trabalhou com o Cacique Juruna e o Cacique Raoni; participou da retirada do gado da Ilha do Bananal no Mato Grosso com os índios Carajá; e, em Minas Gerais, chegou às terras dos povos Xacriabá, Pataxó, Maxakali e Krenak; foi convidado para fazer parte da força tarefa em Rondônia, na retirada dos garimpeiros de diamantes das terras dos índios Cinta Larga, onde conheceu o índio Pio Cinta Larga. Aposentou-se em 2013, depois de quase 30 anos desenvolvendo uma série de projetos em terras de diversas etnias, mediando conflitos e colecionando os inúmeros objetos que podem ser vistos na exposição.

Sobre o pintor Gildásio Rodriguez - Ex-aluno do professor Edson Calmon, começou a pintar a figura indígena em 1998, estudando a história dos irmãos Villas Boas: Orlando, Cláudio e Leonardo, vanguardistas da Expedição Roncador-Xingu. Foi protagonista de diversas exposições individuais e coletivas, entre elas a II e III Bienal de Artes de Itabuna; 7º Salão de Artes do Estado da Bahia. Expôs na extinta Casa dos Artistas, Teatro Municipal de Ilhéus, Academia de Letras de Ilhéus, Espaço Cultural Bataclan, Aleluia Ilhéus Festival e Espaço Cultural Tororomba.
Participou de exposições fora do país como a Brasil Coffee House, em Nova York; A Talentos do Brasil, no Palácio da Independência, em Lisboa, e da exposição Trajectos, em Alenquer, também em Portugal. Possui quadros na Embaixada do Brasil, nos Estados Unidos da América.

Sobre o curador Pawlo Cidade - É pedagogo, especialista em Educação Ambiental, dramaturgo, agente cultural, produtor e diretor de teatro com 27 anos de experiência. Além de membro do Conselho Estadual de Cultura e da Academia de Letras de Ilhéus, também é escritor com 14 livros publicados. Já fez a curadoria do Festival Nacional de Dança de Itacaré; do Centenário do escritor Jorge Amado; do Seminário Teatro e Teatralidade, do Seminário Dramaturgia e Contemporaneidade e do Simpósio Economia Criativa e Legislação Cultural.

Serviço

O quê: Exposição “Índios na Janela”
Onde: Palacete das Artes, Rua  da Graça, 289,Graça, Salvador
Quando: abertura dia 19 de abril, às 17h. Visitação de 20 a 22/04, das 13h às 19h; e no sábado e domingo das 14h às 19h.
Palestra: “Minha vida na tribo”, com o colecionador Silvan Barbosa, dia 22/04, às 15h.
Entrada gratuita para a exposição e para a palestra
Informações à imprensa: Pawlo Cidade - (73) 9 9998.2555 | 9 8831.2555 | 9 9154.7019


terça-feira, 5 de abril de 2016

SHOW REÚNE ARTISTAS DA REGIÃO EM PROL DA "JUSTA CAUSA", NESTE DOMINGO (10) EM ILHÉUS

O “Justa Causa”, movimento solidário criado pelos alunos de pós-graduação em Gestão Cultural da UESC, promove show com diversos artistas para arrecadar recursos para o figurinista Justino Vianna, que está impossibilitado de trabalhar por questões de saúde e ainda sem o auxílio doença. A festa acontece domingo, dia 10, a partir das 13h, na Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal - APCEF, localizada na rodovia Ilhéus-Olivença, Km 0. O ingresso custa R$ 10.
Artista conceituado, Justino formou-se em Artes Plásticas pela Faculdade Panamericana de Arte em São Paulo. Representou Ilhéus em diversos festivais com a Quadrilha Explosão da Esperança, além de ter dirigido vários espetáculos teatrais e assinado o figurino de muitos deles, inclusive do espetáculo “Medida por Medida”, do Teatro Popular de Ilhéus. Também atuou na área da educação em escolas municipais e assessorou entidades como Bumba-meu-boi de Urucutuca, Terno das Pastoras de Sambaituba, Terno das Flores do Pontal, entre outras.
“Há meses fiz uma cirurgia cardíaca de alta complexidade. Transplante de aorta e implante de válvula. Passei 90 dias no hospital Santa Isabel em Salvador, dos quais 18 dias em coma. Tive complicações na cirurgia seguido de AVC e depois infecção hospitalar. Estou com lado esquerdo paralisado e atrofiando por falta de fisioterapia neurológica", contou o artista. O recurso que será angariado com a realização do show será utilizado para pagar as sessões de fisioterapia neurológica e os quase R$ 2 mil reais de remédios necessários por mês. "Estou com processo na justiça para aposentadoria. Preciso de uma alimentação especial acompanhada por nutricionista. Ganhei na justiça o direito ao auxílio doença, mas depois de recorrer as duas instâncias, o beneficio só chegará em 90 dias. Até lá, conto com o apoio dos amigos".
Os artistas convidados que não cobraram cachê para a "Justa Causa" são: Abdias, Alana Lima, Alex Mel de Forró Costa, Alexandre Mazoni (Teclado),Amanda Andrade, Andréa Dias, Anne de Cidra, Bebeto, Beltran Lima, Brena Gonçalves, Camilo Dória, Chica de Cidra, Délio Santiago, Deraldo Nogueira (Bateria), Djalma Assis, Edith, Everaldo Passarinho (Irmão), Herval Lemos, Itassucy, Jenison Morais (Guitarra), Keketa, Leonardo Léo, Lito Vieira, Lôla Carvalho, Mania de Pagode, Marcelo Assis, Márcia Alencar, Matheus Góes (Teclado), Nado Costa, NozinhoPH do Acordeom, Robertinho Rocha, Robson Carvalho, Romiro, Ronara Criola (Itacaré), Sérgio Lessa, Sérgio Nogueira (Contrabaixo), Simone Lessa, Tito Moreno. A sonorização é de Gil Lucas.
Os ingressos já podem ser adquiridos na Revistaria do Comércio (Rua Dom Pedro II, Centro); na Casa Mello (Rua Marquês de Paranaguá, nº 15, Centro); na Radical Surf (Av. Lótus, em frente ao supermercado Cestão da Economia, Nelson Costa); e na Arrisca Cia de Dança (Rua 04, nº 159, Jardim Pontal). Para maiores informações, acesse: https://www.facebook.com/justicimacausa