segunda-feira, 6 de setembro de 2021
BAHIA PONTO A PONTO: ENCONTROS VIRTUAIS REUNIRÃO 675 PONTOS DE CULTURA
sexta-feira, 27 de agosto de 2021
CONSULTA PÚBLICA PARA RECEBER CONTRIBUIÇÕES ACERCA DOS SALÕES DE ARTES VISUAIS DA BAHIA FICA ABERTA ATÉ 1º DE OUTUBRO
De 19 de agosto a 01 de outubro estará aberta a Consulta Pública dos Salões de Artes Visuais da Bahia 2021/2022. A ação acontece com objetivo de ampliar a participação da comunidade artística na construção da nova edição dos Salões, reaproximando os artistas do projeto, retomando os debates e reaquecendo o sistema criativo baiano.
Além de inserir dados profissionais como formação, linguagem arte visual em que atua, e território de identidade ao qual pertence, os interessados poderão também contribuir com suas opiniões acerca das atividades formativas que gostariam que fossem oferecidas na programação preparativa dos Salões; os curadores nacionais que gostariam que visitassem a exposição coletiva para conhecer os artistas selecionados; cidades que gostariam que recebessem a exposição itinerante do Salão, caso aconteça; além de poderem compartilhar suas ideias e expectativas quanto à nova edição do projeto.
Mais antigo projeto continuado da Fundação Cultural do Estado (Funceb/SecultBA), os Salões de Artes Visuais da Bahia retornam em 2022, 30 anos após sua primeira edição. Os Salões visam apresentar ao público a diversidade da produção baiana em Artes Visuais, divulgar e valorizar o trabalho dos artistas de diversas regiões do estado e estimular a reflexão sobre temas atuais da área. Confira aqui como foi o diálogo!
segunda-feira, 23 de agosto de 2021
CONSULTA PÚBLICA ABERTA PARA O PRÓXIMO EDITAL DA SECULT
sexta-feira, 20 de agosto de 2021
SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DA BAHIA CONVIDA ENTIDADES PARA COMPOSIÇÃO DO CONESP
terça-feira, 17 de agosto de 2021
COLETIVO FLISBA QUER SABER QUANTOS ESCRITORES EXISTEM NO SUL DA BAHIA

O sul da Bahia é uma
terra fértil de escritores, inclusive, alguns deles com destaque internacional
como Jorge Amado, Adonias Filho. Seguem a tradição literária grapiúna: Sosígenes
Costa, Valdelice Pinheiro, Telmo Padilha, Elvira Foeppel, Janete Badaró e tantos outros escritores com origem na
região.
Para Luh Oliveira, uma
das responsáveis por coordenar a ação junto ao Coletivo FLISBA, compreende que
o mapeamento visa identificar “Quem somos nós? Onde moramos? Que literatura
fazemos? Quantos somos?” Para ela, “tudo isso é importante para a visibilidade
da literatura sul-baiana bem como para a divulgação e o incentivo de escritores/as
de nossa terra.”
Os interessados podem preencher o questionário por meio do seguinte link:
https://bit.ly/2VJ8qTo
O
preenchimento do questionário fica disponível até 08 de setembro de 2021. As
informações serão tratadas e os resultados das análises serão divulgados
posteriormente.
Ascom/FLISBA
sexta-feira, 13 de agosto de 2021
CÂMARA DE VEREADORES DE ILHÉUS FAZ AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE FUTURO DA CULTURA E DO TURISMO NO MUNICÍPIO

quinta-feira, 12 de agosto de 2021
NOTA DE PESAR
A Comunidade Tia Marita lamenta, profundamente, o passamento do compositor, produtor, regente e gestor cultural, Sebastião Nicolau dos Santos, mais conhecido como Letto Nicolau.
"Com seus projetos musicais, enriqueceu a história da música e da cultura da região Sul da Bahia, profissionalizando pessoas em diferentes idades. Ele imprimiu a cultura da boa música nos diversos gêneros musicais, capacitando-nos a criar, produzir, transformar, ser e existir!", afirmou a cantora e amiga pessoal Selma Aguiar.
Foi fundador e regente da Sociedade Filarmônica Capitania dos Ilhéos.
Letto Nicolau "é, sem dúvidas, uma nota musical que fará imensa falta na orquestra da vida!", finalizou Selma em nota para amigos.
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
FUNCEB ABRE DIÁLOGO SOBRE O SALÃO DE ARTES VISUAIS DA BAHIA 2022
quinta-feira, 29 de julho de 2021
SECULT/BA DIVULGA LISTA DE MUNICÍPIOS QUE PODEM SOLICITAR RECURSOS REVERTIDOS DA LEIA ALDIR BLANC
domingo, 25 de julho de 2021
ARTIGO: "A escrita e o Dia Nacional do Escritor"
A escrita e o Dia Nacional do Escritor"
Por Efson Lima*
Nada melhor para refletir sobre a escrita que se deparar com o Dia Nacional do Escritor. Uma das grandes marcas da humanidade é a escrita. Não só por ter colocado a condição humana em um patamar elevado entre os seres vivos, mas a prática da escrita permite o registro da trajetória humana, a evolução do planeta. A escrita é meio para que um emaranhado de palavras, ideias, símbolos sejam estruturados. A escrita oferece sentido a própria existência da vida. A escrita é uma das faces do “projeto de desenvolvimento humano”.
Em “tempos modernos”, cada vez mais visual, por vezes, esquecemos que durante muito tempo os nossos principais meios comunicacionais foram a fala, a escrita, os gestos, os objetos... agora, os satélites nos unem, nos globalizam e possibilitam uma dimensão maior do fenômeno. Em três segundos, estamos conectados na aldeia global. O século XX foi pródigo de descobertas e invenções.
O nacional também pode se tornar global. O escritor Jorge Amado, talvez, um dos primeiros escritores a ganhar a vida com o dinheiro de obra literária no Brasil, indiretamente, colocou o termo escritor no catálogo de profissões. A minha geração conheceu escolas de escritores, oficinas e faculdade para formar profissionais da área. O escritor nascido em Ferradas, na cidade de Itabuna, foi internacionalizado. Paulo Coelho, o maior dos escritores nacionais em volume de vendas, foi uma das caras do Brasil ao lado de sua mulher na candidatura do Rio de Janeiro para sediar as Olímpiadas em 2016. Lembro-me que muito se discutiu se suas obras eram literatura ou não. A Academia Brasileira de Letras virava a cara. As massas de leitores sinalizaram que outros caminhos são possíveis.
No mundo da escrita algumas discussões surgem. Quem é escritor? Quem é autor? O escritor e autor são sinônimos? O que é uma “boa literatura”? Existe isso mesmo? Existe uma literatura do cacau? Regional? Há roteiro para se tornar um escritor? Há cânone na literatura? O que é isso mesmo? Eis algumas das perguntas que não consigo responder, mas fico atento às discussões. Deixo essas provocações para Silmara Oliveira, professora especializada em literatura; Pawlo Cidade com quase 20 livros publicados, ontem relançou o seu livro “ O Tesouro Perdido das Terras do Sem-fim, leitura que estou a fazer; Luh Oliveira, mestra na área de letras e poeta; pediria meu mago Ramayana Varges, um intelectual no sentido pleno do termo. Poderia também convidar Igor Luiz, das terras de Coaraci/ Ibirapitanga; Sheila Shew, a artista – produtora, de Buerarema/Itabuna; Tácio Dê, com suas Tertúlias, às 18:51 horas. Isso mesmo no Instagram, repito: 18:51 horas; Walmir do Carmo, que além da força de sua escrita, confere ainda maior força aos seus poemas quando declama. Tive o prazer de ouvi-lo ontem, fisicamente, dia 24/07, no ato em defesa da democracia e da luta antifascista. Ainda, posso convidar Aurora Souza para dar continuidade a lista. Fica faltando outra gama de gente boa, mas invocando o sagrado, temos o professor Ruy Póvoas que nos amanhece com sua voz radiante às sextas-feiras, mestre do material e do espiritual, uma instituição para além das terras sul-baianas. Mestre de gerações.
Li pela primeira vez, no Diário de Ilhéus, academicamente exigiria um apud, conforme artigo da professora Maria Luiza Heine, que Adonias Filho, certa vez, profetizou que além de cacau, o sul da Bahia faz brotar escritores. Particularmente, tenho constatado esse fenômeno no Flisba, Bardos Baianos Litoral Sul, Costa do Descobrimento e Extremo Sul. As notícias chegam.
É verdade, gente! Hoje é o dia Nacional do Escritor, dia 25 de julho. Mas não falarei nada disso. Não falarei também do fenômeno da escrita nas redes sociais. Desculpa!
*Efson Lima – doutor em direito/Ufba. Professor universitário. Advogado. Início e termino o presente texto no Alto do Basílio em Ilhéus, dia 25/07/2021.






