quarta-feira, 22 de maio de 2013

OFICINA DE TEATRO


Pawlo Cidade transformado em Pantomímico/Foto: Fábio Nascimento

A partir do mês de julho, a Comunidade Tia Marita vai oferecer uma série de oficinas de Teatro. O projeto está em fase de elaboração pelo Diretor Artístico e Executivo da Comunidade, o professor Pawlo Cidade. A princípio, os cursos serão destinados à jovens e adultos. Fiquem atentos. Maiores informações poderão ser dadas neste blog ou no blog:



sexta-feira, 17 de maio de 2013

O CAMINHO DE VOLTA E AS OPINIÕES DOS LEITORES DE CASTELO NOVO


O maior prazer do escritor não é publicar um livro. Sua maior satisfação é saber se o seu livro é lido. Melhor ainda é ter retorno sobre o que você escreveu. E foi isso que fizeram os estudantes da rede pública de ensino da Escola Nucleada de Castelo Novo. Orientados pela professora Rita Aparecida, eles voaram junto comigo para fugir de um rigoroso inverno canadense, em busca de abrigo e alimento. O inverno frio, com contínuas tempestades de neve os forçava a emigrar. Claro que não estou falando dos estudantes da Rua Napoleão Loureano, do distrito de Castelo Novo, (que também já foi cenário de um dos meus livros: “O Tesouro Perdido das Terras do Sem Fim”), mas, dos gansos Ivan, Vivi, Coró, Tárcia, Cláudio, Osmar, Juninho e Gambão personagens do livro “O Caminho de Volta”, (Editora Via Litterarum, 2010) adotado pela professora.


Recebi de Rita uma dezena de cartas me convidando para visitá-los. “Será de grande honra para mim e meus colegas”, diz Fabrini Gomes, uma das alunas; “Li o livro O Caminho de Volta e gostaria de conhecê-lo”, escreve Alan de Jesus; “Eu entendi que ninguém dava nada por Ivan, mas, ele conseguiu provar que não precisa ser forte fisicamente para conseguir algo e sim nós devemos ter força de vontade, coragem para conseguirmos atingir os nossos objetivos,” explica Thaís de Oliveira em outro carta; “Eu aprendi muitas coisas importantes lendo seu livro, eu aprendi que para ser herói não precisa ter força e sim inteligência e caráter,” declara Brenda Cruz; “Gostei da sua criatividade em inventar cada personagem com sua fala e seu jeito de ser, e de pensar especial é muito forte que até podemos sentir que estamos dentro do livro,” disse Daniela Leal em um trecho de uma outra carta.

E assim fui lendo, e li mais de uma vez, todas as cartas. Vou responder cada uma delas, sobretudo o grande número de perguntas que cada um fez: “O senhor estudou em escola pública?” “Tem alguma pessoa na sua família que é um herói ou heroína?” “O senhor pediu ajuda a alguém para escrever o livro?” “Você se inspirou em alguém para criar os personagens?” Jeciane Oliveira disse que iria fazer um milhão de perguntas quando eu fosse visitar a escola. Eles estão preparando um trabalho sobre o livro. Quer dizer, sobre os livros, porque também estão lendo “As Aventuras de João e Maria”, (Editora Via Litterarum, 2010) uma releitura que eu criei sobre o clássico dos Irmãos Grimm.


Rita, você não é uma professora. É uma educadora. Sinto-me privilegiado por ter sido o autor escolhido por você para despertar a leitura num mundo onde o facebook, o twitter e o quase finado Orkut conseguem atrair milhares de jovens. Fico emocionado, feliz, eufórico, querendo gritar, pular, dançar por saber que existem pessoas como você que se preocupam com o futuro de seus alunos. Sobretudo aqueles que moram em nossos distritos. Obrigado por escolher um autor regional, com histórias que vão muito além da territorialização, para mostrar aos leitores, sobretudo os meus de Castelo Novo, da Rua Napoleão Laureano, da Rua Nossa Senhora da Conceição, que podemos ir longe, muito longe, apenas lendo. Obrigado, Tainara Batista, Maiana Dias, Ariana Oliveira, Vanessa Ferreira, Gleice Kelly, Caline Batista, Jeciane Oliveira, Daniela Leal, Brenda Cruz, Thaís de Oliveira, Alan de Jesus, Fabrini Gomes por terem compartilhado comigo a alegria da escrita, o caminho da aventura e a saída para a liberdade.
Ler é uma viagem. Até a próxima aventura.
  
Ilustrações de Bruno Santana para o livro "O Caminho de Volta", de autoria de Pawlo Cidade, publicado pela Editora Via Litteratum, em 2010. Texto da matéria: Pawlo Cidade

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Valença sedia a 1ª Campanha de Popularização e Valorização do Teatro para a Infância e Juventude


"Capotin"

Cabriola Cia. de Teatro promove espetáculos, debates e oficina em torno da importância do teatro voltado para o público infantojuvenil



Nos dias 22, 23 e 24 de maio, a cidade de Valença, no Baixo Sul da Bahia, sedia a Campanha de Popularização e Valorização do Teatro para a Infância e Juventude (CAPOTIN), que promoverá espetáculos, debates e oficina em torno do teatro voltado para o público infantojuvenil. As atividades ocupam o Centro de Cultura Olívia Barradas e têm entrada franca. Realizado pela Cabriola Cia. de Teatro, com direção artística de Heraldo Souza e coordenação de Etiene Bouças, o evento tem apoio do Prêmio Meses Temáticos do Circo, Dança e Teatro – Diálogos e Reflexões, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (SecultBA).

As ações se fundamentam em questões relacionadas à importância desta produção e ao enfrentamento de preconceitos sobre o teatro para a infância e a juventude. “Como mensurar a importância do teatro voltado para o público infantil, se o pressuposto usual é de que se trata de uma arte menor, um estágio para fazer teatro para adultos? Talvez, ao invés de significar teatro para a população infantil, a expressão tenha adquirido outro significado, o de teatro ‘feito por crianças’, em uma referência a um estágio imaturo da atividade artística”, resume a apresentação do projeto.

HOJE TEM REUNIÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE ILHÉUS

segunda-feira, 13 de maio de 2013

III FECIBA COLOCA EM DISCUSSÃO O RESPEITO À DIVERSIDADE SEXUAL



O debate sobre a diversidade sexual marcará a Mostra Sexualidades do III Festival de Cinema Baiano (Feciba ), evento que acontece em Ilhéus. Com a exibição gratuita de três curtas sobre transformismo e homossexualidade, o Feciba reunirá diretores e público para discutir as produções e seus temas. A programação inclui “Da Alegria, do Mar e de Outras Coisas”, de Ceci Alves, “Desvelo”, de Clarissa Rebouças, e “Jéssica Cristopherry”, de Paula Lice, Ronei Jorge e Rodrigo Luna. A sessão acontece no dia 09 de junho, às 17h30, no Cine Santa Clara.

O filme de Ceci Alves, diretora do premiado “Doido Lelé”, é inspirado no caso real de duas travestis vítimas da violência policial, episódio que resulta na morte de uma delas. Trazendo o acontecimento trágico a partir da memória da sobrevivente, o filme recebeu uma menção honrosa no VIII CineFuturo.

Obra de ficção premiada no VIII Panorama Internacional Coisa de Cinema, o filme de Clarissa mostra uma história de amor que esconde um segredo e supera preconceitos. O documentário do trio Paula, Ronei e Rodrigo, traz a complexa construção de uma transformista inusitada, fazendo uma homenagem a esse universo.

O Feciba traz ainda uma mostra competitiva com 14 curtas-metragens e as mostras temáticas Infantojuvenil e Bahia Adentro, além de longas-metragens de diferentes épocas. O Festival de Cinema Baiano é uma realização da Voo Audiovisual e da NúProArt, viabilizada pelo Edital Setorial de Audiovisual 2012 da Secretaria de Cultura da Bahia.

Fonte: SECULT

sexta-feira, 10 de maio de 2013

EDITORIAL


As Conferências são espaços importantes para a consolidação das políticas públicas de Cultura. Nossa participação, enquanto agente multiplicador, é indispensável.”
P.C.
AS CONFERÊNCIAS DE CULTURA



Vão começar as conferências de Cultura. O prazo ficou apertado, por isso as Secretarias de Cultura, Diretorias e Fundações vão ter que correr. O prazo final das Conferências Municipais se encerra no dia 14 de julho. Portanto, só restam dois meses para que Ilhéus apresente suas demandas para a Conferência Territorial e depois a Estadual. O tema deste ano da Conferência Nacional será “Uma Política de Estado para a Cultura: Desafios do Sistema Nacional de Cultura.” É um tema bem oportuno porque reforça a ideia de que as políticas públicas precisam perpassar governos. Não queremos programas e projetos de grupos específicos, queremos a continuação de uma política de Estado que está dando certo e essa política é a do Sistema Nacional de Cultura.
A convocação da 3ª. Conferência Nacional de Cultura foi publicada no mês passado, no Diário Oficial, através da Portaria nº 33, de 16 de abril de 2013. Além do tema nacional, alguns subtemas que nortearão os debates também foram selecionados, como a Implantação do SNC, com foco nos impactos da Emenda Constitucional do SNC na organização da gestão cultural e participação social; a produção simbólica e diversidade cultural que não poderia faltar. O foco deste subtema recai sobre o fortalecimento da produção artística e dos bens simbólicos, bem como da proteção e promoção da diversidade das expressões culturais. Espero que não chovemos no molhado neste subtema e que os debates sejam bastante conclusivos.
Outro subtema que estará nas Conferências é o da Cidadania e Direitos Culturais, já garantidos pela Constituição Federal e Cultura e Desenvolvimento, desta vez com foco na Economia Criativa como estratégia de desenvolvimento sustentável. Nada mais oportuno.
Caso algumas Secretarias de Cultura não convoquem conferências (isto pode acontecer), ferindo o Plano Municipal de Cultura, nós podemos organizar Conferências Livres. Embora as Conferências Livres não tenham o poder de eleger delegados, podem enviar relatórios válidos, desde que discutam os temas previstos, estejam presentes pelo menos vinte pessoas e enviem o relatório à Conferência Estadual. Tudo deve estar devidamente documentado.
As datas limites de cada conferência são as seguintes:
Conferência Municipal ou Intermunicipal – 14 de julho
Conferência Territorial ou Regional – 01 de setembro
Conferência Estadual ou Distrital – 15 de setembro
Conferência Nacional – 26 a 29 de novembro
As Conferências são espaços importantes para a consolidação das políticas públicas de Cultura. Nossa participação, enquanto agente multiplicador, é indispensável.

sábado, 4 de maio de 2013

COMISSÃO DA CÂMARA APROVA REGULAMENTAÇÃO DA MEIA-ENTRADA



A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou nesta quarta-feira (24/4) o Projeto de Lei 4571/08, do Senado, que regulamenta a meia-entrada para estudantes e idosos em cinemas, teatros, competições esportivas e espetáculos culturais. Pelo texto, a concessão do direito é assegurada a 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento.

O deputado Ademir Camilo (PSD-MG) apresentará um recurso para que o projeto seja analisado pelo Plenário. Ele já obteve 125 assinaturas de apoio, mais do que os 10% necessários para que o recurso seja acatado.

O deputado Esperidião Amin (PP-SC), que apresentou um dos destaques à proposta, acredita na ação do Executivo para alterar o projeto. Ele lembrou que a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República foi contra a limitação do direito à meia-entrada para idosos em 40% do total. O Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) não prevê limite para a aquisição de meia-entrada por idosos.

A CCJ rejeitou os destaques para retirar os idosos do projeto, entre eles o de Amin. “Estamos reduzindo em 60% a possibilidade de o idoso exercer um direito que ele tem”, disse o deputado. Segundo ele, a Secretaria de Direitos Humanos do governo pediu para o Congresso rever a medida.

Já o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), um dos autores da proposta, rebateu e afirmou que a meia-entrada para eventos esportivos é limitada a 10% dos ingressos e não há questionamento sobre isso. “Se nós excluirmos os idosos [da proposta],cai por terra o entendimento entre a classe artística e os estudantes”, afirmou.

Beneficiários - O relator do projeto, deputado Vicente Candido (PT-SP), apresentou na terça-feira (23) emendas que, entre outras medidas, incluem entre os beneficiários as pessoas com deficiência e seu acompanhante, se for necessário.
Também poderão ter direito à meia-entrada os cidadãos de 15 a 29 anos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, cuja renda familiar mensal seja de até dois salários mínimos.

Todas as categorias de beneficiários ficam incluídas no percentual de 40%, que não valerá para a Copa das Confederações deste ano, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

O relator também aceitou hoje emendas para inibir fraudes nas carteiras para conseguir a meia-entrada. Com a mudança, quem fraudar poderá perder a possibilidade de emitir carteiras. Ele também alterou o texto para garantir publicidade ao modelo desses documentos.

Emissão das carteirinhas - De acordo com a proposta, a meia-entrada para estudantes será concedida mediante a apresentação, pelo estudante, da Carteira de Identificação Estudantil, que terá um modelo único em todo o País.

PRORROGADO PRAZO DE CONSULTA PÚBLICA DO FUNDO E FAZCULTURA



A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), conforme publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (02), comunica a prorrogação do prazo – até 12 de maio – para a Consulta Pública que visa modificação e reestruturação dos mecanismos de financiamento de projetos culturais no estado, o Fundo de Cultura da Bahia (FCBA) e o Programa de Incentivo ao Patrocínio Cultural – FAZCULTURA. “É extremamente importante que a comunidade cultural participe deste momentos, pois esses mecanismos têm papel estruturante para o setor artístico, afirma o superintendente de promoção Cultural, Carlos Paiva.
O sistema de Consulta Pública permite ampliar a discussão sobre as decisões públicas e tem como principal objetivo ouvir a opinião da sociedade sobre temas de importância, neste caso em específico as principais ações de fomento ao setor cultural do baiano. Esta ação tem como referência a Lei Orgânica da Cultura, Lei Nº 12.365 de novembro de 2011, que dispõe sobre a política cultural e institui o Sistema Estadual de Cultura, marco legal elaborado também com ampla participação popular.
Fundo de Cultura
O Fundo de Cultura da Bahia é um programa governamental que oferece incentivo financeiro e apoio a projetos culturais do interior e da capital do estado. O programa possui cinco linhas de apoio, sendo elas Projetos Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural, Instituições Culturais, Demanda Espontânea e Editais, este último atendendo a 19 linguagens artístico-culturais.
Somente em 2013, através do FCBA, a Secretaria de Cultura irá injetar no setor cultural do estado o equivalente a R$ 27,8 milhões, apoiando diretamente mais de 2300 projetos culturais aprovados nos 19 editais setoriais.
FAZCULTURA
Programa Estadual de Incentivo à Cultura, o FAZCULTURA permite que pessoas jurídicas financiem a atividade cultural mediante renúncia fiscal de até 5% do ICMS. O programa se qualifica como um apoio indireto aos projetos culturais, pois dá a grupo empresarial a possibilidade de escolher os projetos culturais em que irá investir, a partir das peculiaridades da própria empresa. O valor investido indiretamente através deste programa pode chegar a R$ 15 milhões anuais e beneficia projetos de linguagens artísticas diversas, como música, teatro, dança, literatura, artes visuais entre outros.
Passo a passo:
Clicando aqui você tem acesso ao Projeto de Lei com comentários explicativos. Neste mesmo link você poderá sugerir alterar, excluir, incluir textos ou comentar qualquer aspecto do projeto de lei sem necessariamente fazer uma sugestão de texto. A opção é sua.
Para participar opinando sobre um tópico específico:
1.      Clique sobre o link do tópico. Será acionado um formulário de mensagem.
2.      Preencha com o texto sugerido ou registre seu comentário.
3.      Clique em enviar.
Para comentar sobre qualquer tópico ou tecer opinião geral sobre o texto proposto:
1.      Clique no link ao final do texto do projeto comentado. Será acionado um formulário de mensagem.
2.      Preencha com o seu comentário.
3.      Clique em enviar.
Sua sugestão ou comentário será enviado para a equipe da Superintendência de Promoção Cultural – SUPROCULT, órgão da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia que coordena a política de fomento à cultura.
Documentos para Consulta
Aqui estão disponíveis os documentos de referência para consulta:

segunda-feira, 29 de abril de 2013

NOSSOS AGRADECIMENTOS


  Participantes do Seminário
Teatro e Teatralidade: Conversas & Convergências não nasceu de um improviso, mas de uma idéia que me acompanha desde que comecei a pisar nos palcos teatrais desta Bahia: reunir o maior número possível de diretores, técnicos e artistas de teatro para trocar experiências, assistir espetáculos e propor diretrizes para a construção de uma política pública de Teatro forte e efetiva. E ao propor diretrizes, você aponta caminhos. Apontando caminhos você descobre que tudo que você pensou passa a ser estruturante, sustentável e com caráter de continuidade.

Marcio Meirelles, Pawlo Cidade e Fernando Guerreiro
Teatro e Teatralidade não se esgota em conversas e convergências, pelo contrário, abre portas para que novas convergências se estreitem ao longo da rede que se estabelece. Seja com a Rede Encena Salvador de Teatro Comunitário, o Movimento de Teatro de Rua, o Colegiado Setorial de Teatro da Bahia, a Rede de Diretores de Teatro do Extremo Sul da Bahia, o Fórum de Agentes, Empreendedores e Gestores Culturais do Litoral Sul, a Sociedade Civil, a Universidade ou com o próprio governo através da Fundação Cultural do Estado da Bahia e da Secretaria Estadual de Cultura.

Estes três dias de discussões, debates e proposições foram extremamente gratificantes. A participação efetiva de mais de vinte e cinco cidades de várias regiões e territórios de norte a sul do Estado foi muito rica. Fizemos novas amizades, criamos uma nova rede, trocamos telefones, nos divertimos e, acima de tudo, ficamos mais abastecidos de conhecimento.

Queria poder nominar todos que participaram deste encontro, mas, em nome de Viviane Siqueira, nossa produtora; dos palestrantes Fernando Marinho, Marcio Meirelles, Romualdo Lisboa, Fernando Guerreiro e Romulo Avelar; dos mediadores e mediadoras Eva Lima, Paulo Atto, Francisco Nascimento, Humbervaque Andrade, Ivana Santana, José Delmo, Rod Pereira, Anderson Nandhy e Claudiana Figueiredo, dos oficineiros Edilson Bispo e Jocélia Kaffer e dos colaboradores Jacks, Sara, Rui, Jorge, André e Danilo, nós agradecemos à todos. Sem exceção.

Fizemos este trabalho também pensando em contribuir com atividades estruturantes de criação, formação, memória, comunicação, produção, dinamização, difusão e fomento, conforme precípua o artigo 12º. da Lei Orgânica da Cultura na Bahia.
Atividades estruturantes que fomentem o diálogo e a reflexão servem como canal de consulta e proposições, profícuas na elaboração de planos que incentivem conversas e convergências.

Claudiana Figueiredo/SEBRAE
Por fim, queremos agradecer enormemente à Fundação Cultural do Estado da Bahia, nos nomes de Nehle Franke, Maria Marighella e Alexandre Molina pelo prêmio Meses Temáticos do Circo, Dança e Teatro 2013;  à Secretaria Estadual de Cultura, na pessoa do Secretário Antonio Albino Canelas Rubim; à Universidade Estadual de Santa Cruz, pela sensibilidade da Reitora Adélia Mello e do Pró-Reitor de Extensão, Raimundo Bonfim, sempre assessorado pela competente Alessandra Barreto. Ao SEBRAE, parceiro de todos os brasileiros, fomentador da economia criativa, tão bem representado em nossa região pela disposição e coragem de Claudiana Figueiredo; ao amigo Sérgio Roberto da SBAT – Sociedade Brasileira de Autores Teatrais; à Via Litterarum Editora, à Ilhéus Graf, as estagiárias Ianca, Jaqueline e Carol do Colégio Estadual de Una; ao Hotel Britânia; aos grupos aqui representados e à Tenda do Teatro Popular de Ilhéus.

Obrigado! E até a próxima edição de Teatro e Teatralidade: Conversas & Convergências.


Pawlo Cidade
Curador do Seminário