Com o objetivo de mapear as Filarmônicas da Bahia, o projeto Mapa das Sociedades Filarmônicas da Bahia, realizado por um grupo de pesquisadores e produtores culturais vai mapear os 417 municípios do estado, já que os dados mais recentes acerca das filarmônicas baianas são de 2009.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
#AldirBlanc - Projeto “MAPA DAS SOCIEDADES FILARMÔNICAS DA BAHIA" vai mapear filarmônicas nos 417 municípios do estado
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
DIÁLOGOS PRÊMIO NACIONAL DE FOTOGRAFIA PIERRE VERGER
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
EDITORIAL
A CIDADE É MOVIDA PELA CULTURA*
Pawlo Cidade**
Eu não arrisco opinar em política. Até tento, mas desisto. Sou fã de quem consegue fazer uma análise do cenário e prever as mudanças, os arranjos, os conchavos. Porém, quando o assunto é política pública, sobretudo, Política Pública de Cultura, aí é outra história. Não tenho medo de desafiar, de opinar, nem de ser desafiado. Estudei projetos, programas, redes colaborativas. Conheço de estratégias e de planejamento estratégico, de processos internos e de instrumentos que, aliados às instâncias governamentais, podem trazer resultados concretos.
terça-feira, 26 de janeiro de 2021
PLENÁRIA DESTACOU ATUAÇÃO NA CULTURA E ÁREA TÉCNICA MULHERES E JUVENTUDE
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
FLISBA LANÇA PROJETO DE INCENTIVO À LEITURA NO SUL DA BAHIA
Com cachê de R$ 3 mil, festival de Itacaré busca por artistas da Bahia
2021 começa com uma proposta inovadora e adequada às exigências de medidas sanitárias impostas pela pandemia da COVID-19. Artistas da Bahia podem se inscrever, somente até a próxima segunda (18), na convocatória do Online Festival de Dança Itacaré.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
As cinco inscrições selecionadas vão integrar a equipe criativa para a produção de filmes de dança, que serão exibidos em março, dentro da programação do festival.
Podem participar artistas solo, grupos, coletivos ou companhias que desenvolvem investigação em dança, com atuação na Bahia. “Acreditamos e incentivamos a diversidade e a pluralidade. Desejamos encontrar também músicos dançantes, capoeiristas, sambistas e maculelês, enfim, artistas de várias linguagens que têm a dança pulsando em suas vidas”, reforça Verusya Correia, fundadora do festival.
A filmagem das danças será realizada entre 15 e 28 de fevereiro, em locações na Praia de Jeribucaçu, Cachoeira do Cleandro, fazenda de cacau em Taboquinhas, Bairro Porto de Trás, Praça São Miguel e Rua Pituba. Cada participante permanecerá por no máximo três dias em Itacaré.
Os interessados devem preencher o formulário pelo site www.festivaldedancaitacare.
Distanciamento e reaproximação
Entre 20 e 28 de março, o Online Festival de Dança Itacaré realizará atividades em salas virtuais, como oficinas, palestras, lançamento de livro e a estreia dos filmes de dança.
“Como festival de Artes Cênicas, uma arte viva diretamente influenciada pelo ambiente, idealizamos essa proposta de danças filmadas e exclusivas, que serão exibidos pela primeira vez ao público em plataformas digitais”, enfatiza Verusya.
As filmagens das danças serão realizadas com um número restrito de equipe, seguindo protocolos de segurança sanitária e sem a presença do público. Todo acesso à mostra de filmes de dança, palestras e oficinas será à distância e online.
Assessoria de Imprensa/ Jornalista Vera Rabelo (73) 99104-4308
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
EDITORIAL
Imagem meramente ilustrativa.
O FUTURO DAS POLÍTICAS CULTURAIS
Pawlo Cidade*
O pesquisador e professor Humberto Cunha, autor de “A Teoria dos Direitos Culturais”, publicou um artigo intitulado: “Cultura: previsão do passado”. Ao contrário do que se esperava, Humberto não aponta no texto previsões, nem diz o que pode ocorrer com as políticas públicas de cultura dos próximos anos. Fala claramente do que a gente construiu até aqui, apontando objetivamente equívocos desta construção e, indiretamente dizendo o caminho a seguir.
Com a lei Aldir Blanc quase que, efetivamente, provamos que o repasse dos recursos fundo a fundo pode vir a ser uma realidade. Ainda é preciso regulamentar esta questão, estabelecer critérios mais definidos e acompanhar a execução de certas metas que possam credenciar os municípios brasileiros a receber continuamente recursos do Fundo Nacional de Cultura, uma vez que ele é abastecido mensalmente com recursos das loterias e de outras fontes.
Volto a afirmar: precisamos repensar a política cultural posta. Temos que dissecar os planos, criar metas concretas e qualificar os conselhos de cultura. Não é preciso reinventar a roda. Só precisamos por em prática o que já foi criado. Já disse isso aqui em outros artigos. Não tenho nenhuma dúvida que fizemos uma colcha de retalhos e batizamos ela de Plano Nacional de Cultura. Infelizmente, o governo federal não tem pretensão alguma de rediscutir o PNC, muito menos os municípios. Talvez o Estado entre nesta esfera. Talvez.
É verdade que o Sistema Nacional de Cultura, que a princípio seria chamado de Sistema Único da Cultura, só porque se vislumbrou um cenário de milhões para o fazer cultural com base numa estrutura semelhante ao SUS, como bem salientou o professor Humberto Cunha, é amorfo. A não ser que vocês achem que aquele conjunto de instâncias e instrumentos que o compõem, por si só, são capazes de alimentar a política cultural. Claro que não! As redes não funcionam, os conselhos não dialogam, as secretarias estão despreparadas, as interações são curtas e fragmentadas e os projetos não têm continuidade.
Só vejo uma saída: voltar a discutir o que já criamos e pontuar, passo a passo, onde nos equivocamos. É melhor do que afirmar que erramos. Vamos pensar apenas nos equívocos, nos pensamentos cristalizados, nas concepções sensacionalistas e, até certo ponto utópicas, que precisam ser repensadas. Assim, efetivamente, voltaremos ao protagonismo dos embates políticos, reconstruiremos uma política pública verdadeiramente eficaz e estaremos sempre no centro das decisões estratégicas do governo. “Como deve ser”.
terça-feira, 5 de janeiro de 2021
SecultBa garante transferência de R$ 98,6 milhões para artistas baianos via Lei Aldir Blanc

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
MAIS TEMPO PARA EXECUTAR A LEI ALDIR BLANC, SE OS RECURSOS FORAM EMPENHADOS!
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
FELIZCULTURA 2021
Redescobrimos
as lives, as reuniões virtuais, os encontros, os lançamentos literários, as
oficinas, os cursos. Digo que redescobrimos porque eles já estavam aí e não
fazíamos ideia de como poderíamos potencializá-los e ampliar nossas redes. Não sei
se viveremos mais sem esta forma menos onerosa de conexão. Embora saibamos que
nada substitui o contato humano.
Participamos
de alguns editais, anunciamos muitos, deixamos de realizar alguns projetos,
frente a um mar de incertezas, causados por esta calamidade pública.
Mas
é isso. 2021 haverá de ser melhor. Afinal, enquanto houver vida, sempre há de
ter esperança.
FelizCultura 2021!
Viviane Souza Siqueira Couto
Presidente do Conselho
Diretor
P.S. : Retomaremos as publicações a partir do dia 2 de janeiro de 2021.







